TEXTO: 0001
CUIDANDO DA EQUIPE PARA CONSERVAR O CRESCIMENTO
Crescer é importante. Mas, o fundamental é conservar o crescimento. Não adianta crescer sem conservar os que estão no rebanho e transformá-los em discípulos. Para isso, vamos observar alguns fatores:
1. Só um discípulo gera discípulos
Deus pode lhe usar para gerar uma multidão e ele deseja aumentar cada vez mais a medida de cada um. Porém, só está autorizado a fazer discípulos quem é um deles. O problema é que alguns querem fazer discípulos, mas não querem sê-lo. Estão em células, fazem parte dos 12, vão a todas as reuniões, trabalham de todo jeito, ministram, alegram-se, até pensamos que já é um discípulo, mas, na hora dele mostrar o fruto, este não aparece. Então, surge a frustração. E eu digo que todos os que estão numa rota de frustração receberão do Senhor uma ministração e receberão uma alegria sem medida.
2. Discípulo não se compra, não se vende, não se troca
Não se faz "leilão" com discípulo. Uns discipuladores ficam negociando com outros: "você me dá esse, eu lhe dou aquele". O discípulo não está num "mercado de escravos". Ele está no campo da liberdade, onde pode ganhar, consolidar, treinar e enviar.
3. O discípulo é submisso
Não podemos ter um ministério conhecido como ministério de sucesso se não nos submetemos. Estamos num século que prega a rebeldia, onde a Rainha dos Céus inoperou a ação da igreja, amarrou os santos e ficamos como que improdutíveis, sem nenhuma condição de avançar e, aí, quando se fala em submissão, aparecem logo os sintomas da rebeldia. Alguns fazem colocações tão tolas, como: "estou num nível que não preciso mais de discipulado". Estes são o que mais precisam!
4. O discipulado é um processo contínuo
Você nunca estará pronto. Vai estar sendo aperfeiçoado a cada dia, até o dia de Cristo Jesus. Vamos precisar ser discipulados sempre. Precisaremos sempre de alguém nos orientando, nos dando instruções. Alguns, no entanto, chegam a um momento em que se julgam tão maduros, seguros, trabalhados, que não precisam de mais ninguém. Engano! Somos sempre carentes de uma autoridade sobre nossa vida. Até Jesus voltar vamos precisar de alguém que nos ajude, nos socorra, nos aconselhe. Você pode até saber mais do que seu discipulador, mas, se ele é um homem ou uma mulher de Deus e tem autoridade sobre você, você vai respeitá-lo.
Precisamos saber que, para ganharmos discípulos, para cuidarmos de alguém, devemos deixar que alguém cuide de nós, que alguém nos ministre, nos ajude, nos socorra.
Por muito tempo a igreja ficou omissa a respeito de discipulado. Mas, agora, com a igreja em células no governo dos 12, temos a unção para preservar todos quantos vão se converter debaixo de nossa autoridade.
Entendendo a aliança
Precisamos caminhar na aliança entendendo que há coisas que são fortes e outras não tão fortes, porque a aliança está acima dos sentimentos. Ela supera tudo, vence tudo isso e só prevalece nela quem é guerreiro, homem de guerra que entra na casa do valente, saqueia a casa, não sai ferido e o inimigo fica amarrado. Temos que ser valentes para cuidar da aliança, pois se ela for quebrada abre-se uma entrada de maldição. Na hora da fraqueza é preciso agüentar firme, porque nem tudo na aliança é alegria. Esta é a realidade.
Uma aliança é feita por duas partes sem direito a desistência. Isto é uma coisa difícil, mas uma coisa nobre, por isso a Bíblia diz que não devemos entrar num jugo desigual. Não há comunhão entre Deus e o diabo, entre luz e trevas (2 Coríntios 6:14-18). Somos chamados na Bíblia de homens de aliança, e ela é de vida ou de morte: “Onde quer que tu fores, irei eu; onde quer que pousares, pousarei eu. Onde tu feres sepultada aí eu serei sepultada, porque o teu Deus é o meu Deus” (Rute 1:16).
Há pessoas que têm o casamento, por alguma razão, arranhado, e desistem dele. A aliança é uma convocação para caminharmos juntos até a morte. Uma aliança é para sempre, não se dissolve. Se você tiver esta consciência poderá reivindicar direitos legais. A mulher, por exemplo, que sofre com um marido não crente, pode declarar ao Deus de Israel que não está na aliança para sofrer e, então, o Deus de Israel dará um novo coração àquele marido. O objetivo da aliança de casamento é fazer um ao outro feliz. Marido, realize os sonhos do coração da sua amada e ela vai realizar os sonhos do seu coração. Seja no casamento, seja com seu discipulador ou grupo de 12. Viva as cláusulas da aliança, de uma chamada para caminharem juntos eternamente.
Semeadura e Colheita
O que precisamos fazer para acontecerem os sinais e o mover poderoso do Espírito Santo em nosso meio?
Urge primeiramente atentarmos para a necessidade de oração, do testemunho e da pregação do Evangelho do Reino de Deus. Ao assim fazermos, o Senhor coopera conosco e confirma a palavra que pregamos, que semeamos, por meio da operação de sinais e maravilhas que se seguem - Mc.16:20; At. 9:31; Mt 7:13,14; Lc. 9:60-62, 14:33.
Ao semearmos, encontraremos todos os tipos de terra, que são as pessoas e seus corações - Mc. 4:1-9. O nosso objetivo é encontrar a terra boa. O objetivo maior de todo o capítulo 4 do Evangelho segundo Marcos, é o de como semear a Palavra para que produza cem vezes mais - Mc. 4:14-20.
Tudo começa com oração, obediência e semeadura - At. 10:29,30. Necessitamos semear onde quer que formos. Na condução, no trabalho, na escola e faculdade. Precisamos conversar entre nós sobre a Palavra, compartilhar e memorizar textos completos. Para que serve a Palavra recebida se ela ficar escondida para sempre? Todos podem produzir a cem por um. Qualquer um que tenha ouvido para ouvir, ouça.
Qualquer que ouve pode ter mais (Mc. 4:21-25).
São bem-aventurados os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam (Lc. 11:28). A fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10:17). Tem que existir um início. Alguém tem que semear. Todos da parábola podiam ter mais. Todos ouviram, porém reagiram diferentemente. Mas, o importante é que todos ouviram.
Todo o Reino de Deus está baseado no Princípio:
Semear para produzir cem vezes mais. Significa que nem sequer temos que entender como isto acontece. Com certeza, o que for semeado vai crescer de maneira grandiosa (Mc. 4:26-29, 30-32), operando por este princípio: fé, obras de cura, obras de arrependimento e salvação, discipulado, finanças, obras de socorro, etc. A Palavra de Deus é VIDA.
Quando semeamos a palavra, ela cresce; não sabemos como, mas acontecerá. É tão importante semear que Paulo até admite que isto seja feito ainda que por inveja e contenda. O poder está na Palavra de Cristo e cada um vai dar conta de si mesmo diante do Senhor - Fp. 1: 15-18. A Fé, para ser aumentada, tem que ser semeada como semente (mostarda) - Lc. 17:5,6. A palavra de salvação produzirá salvação; dons produzirão manifestação dos dons, etc.
Vamos colher na proporção da semeadura.
É um principio geral. Deus é quem dá a semente ao semeador e é Ele quem multiplica os frutos da sementeira - II Cor. 9:6,10. Através da semeadura, os ministérios do corpo são ativados. A semeadura da Palavra, em oração e obediência, será sempre acompanhada do mover do Espírito Santo, dos sinais e das operações de Deus - I Cor. 12:28, At. 10:44-46.
Investindo para a frutificação
O discipulado tem uma saúde física, emocional, afetiva e espiritual para tornarmos nossos discípulos frutíferos e o ensinarmos a amar
"Toda vara em mim que não dá fruto, ele a corta; e toda vara que dá fruto, ele a limpa, para que dê mais fruto" (João 15:2)
O ser humano é mutável e mudamos para melhor ou pior. Mas, nós não fomos chamados para a classe dos piores, nós fomos chamados e eleitos para classe que dá fruto permanente. Para isso, devemos cortar os excessos, que são hábitos que precisam ser corrigidos e mudados, como os de linguagem, comportamento, relacionamento, etc. Cortar excessos significa extrair as partes infrutíferas da árvore, e não cortá-la inteira, porque os que menos valem vão valer muito, e os que mais valem vão valer mais ainda, pois ninguém é descartável. Se Jesus não desistiu de nós, não podemos desistir de ninguém.
Temos que ter cuidado ao cortar os galhos, porque existem galhos frutíferos que estão sobre os que não dão frutos e, se você cortar estes sem atenção, corre o risco de também cortar galhos bons.
Para tornarmos nossos discípulos frutíferos devemos ensiná-los a amar, entendendo que o discipulado tem uma saúde física, emocional, afetiva e espiritual. O amor é um sentimento que se confunde com gostar, que é uma condição necessária, mas não suficiente para permanecer e continuar junto. Só o amor tudo suporta. O amor que Deus nos ensinou, para o mundo é cinismo, mas, para igreja é restauração. Para termos autoridade ao ministrar para quem quer que seja, precisamos dessa saúde emocional e afetiva, amando o próximo, a família, os discípulos, os doze e a igreja. Devemos buscar tudo isso em Deus.
Assim como precisamos de saúde afetiva, também precisamos de saúde espiritual, para ministrar vida espiritual para os discípulos. Para se ter um melhor fluir na própria vida, na vida dos discípulos e das células, para vermos o fruto, temos que estar sempre em oração, leitura bíblica, estudos e em guerra espiritual. Por isso, precisamos de cura em todas essas áreas, e, assim, ministrarmos com segurança.
Para que a árvore frutifique, é preciso crer que ela vai frutificar. Sempre encoraje, incentive, dê motivação, deixe o potencial e a capacidade de seus discípulos em um nível elevado, e o resultado virá nos frutos naturais. Por isso, não devemos desistir de alguém porque é problemático. E, para socorrermos os nossos discípulos, precisamos fazer um investimento de fé. Ninguém é descartável, lembre-se que Jesus fala em várias partes da Bíblia que Ele não veio chamar justos, e, sim, pecadores ao arrependimento (Mc 2:17).
Deus está nos tratando. Está escrito em Romanos 11:17-18 que "se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado no lugar deles e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti". Por isso, temos que cuidar dos nossos discípulos, tratá-los e alimentá-los, para que os frutos apareçam. Deus é o grande Restaurador de seiva, como está escrito em Jó 14:7-9 "Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda torne a brotar, e que não cessem os seus renovos. Ainda que envelheça a sua raiz na terra, e morra o seu tronco no pó, contudo ao cheiro das águas brotará, e lançará ramos como uma planta nova".
Vivendo um novo começo, descobrindo o meu discipulado
Textos: Jo 1:29; Mt 3:13-17; Mt 9:14-17
Verdade Central: Nossa função no discipulado é encaminhar os discípulos para a presença do Messias.
INTRODUÇÃO:
Para que fosse confirmado o ministério messiânico, era necessário que houvesse três testemunhas: o Pai, o Espírito Santo e um homem que era João. João estava um dia no rio Jordão e quando Jesus passou, ele disse: "Este é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29). Ele revela a identidade messiânica, Jesus recebe a palavra, os céus se abrem e ouve-se a voz de Deus dizendo: "Este é o meu filho amado em quem eu tenho prazer" (Mt 3:17). Nessa mesma hora o Espírito Santo em forma corpórea de uma pomba pousou sobre Ele. Naquele momento houve uma testificação do Pai, do Filho e do Espírito Santo e uma declaração humana. Naquele dia foi revelada a identidade messiânica de Jesus, mas ninguém o seguiu, porque foi um choque.
1. De quem são os discípulos que estou gerando?
Texto: Mt 9:14a "Então vieram ter com ele os discípulos de João..."
João continuava à beira do rio Jordão esperando pessoas para batizar. Se Jesus ainda não havia morrido, por que João estava batizando e fazendo discípulos? No dia em que João revelou o caráter messiânico de Jesus, restava-lhe apenas algo a fazer: cumpre-se hoje o meu ministério, tornar-me-ei discípulo de Jesus; e todos os outros discípulos de João viriam até Jesus. Mas, João nunca foi discípulo de Jesus. Ninguém mais que João sabia que Jesus era o Messias. Ele recebeu a revelação. Sua missão específica era proclamar este testemunho. Mas, esse homem continuou fazendo discípulos para si e não para Jesus. Assim também, podemos fazer discípulos à parte. Todo o homem de Deus que sai do propósito, que se insurge contra a liderança, perde o pescoço. Judas e João perderam o pescoço.
2. Conseqüências de um discipulado de competição.
Textos: Jo 1:29; Mt 9:14b "...perguntando: por que é que nós e os fariseus jejuamos, mas os teus discípulos não jejuam?"
Muitas vezes as pessoas quando chegam a um nível de revelação fazem sua própria rota, seu próprio caminho. João não foi para a cadeia por acaso; foi plano de Deus para não haver ministério de concorrência.
João tinha duas classes de discípulos. Tinha os discípulos que ele preparou e que entenderam que estavam sendo preparados para o Messias, e outros que disseram que nunca deixariam João. Esses últimos são aqueles que gostam de deserto, de sofrimento, de chacotas, de ministério público. João foi preso e seus discípulos continuaram batizando, continuaram fazendo tudo o que João fazia, competindo com Jesus. Não só competiam como confrontaram a autoridade de Jesus dizendo que jejuavam mais que os discípulos d’Ele. Sabemos que quando não somos genuínos discípulos de Jesus agredimos Sua autoridade. Quando quebramos princípios de autoridade nos insurgimos contra Jesus e entramos em maldição.
Conclusão
A Bíblia diz que João tinha dois discípulos que ao verem Jesus passar deixaram-no e foram após Ele. Jesus já conhecia a fama dos discípulos de João e perguntou o que eles queriam. Eles queriam saber onde Jesus morava, onde era a casa d’Ele e Ele os levou até lá. Isto significa que quando estamos formando discípulos não os formamos para nós. Formamos o discípulo para apresentá-lo ao Messias, para que beba e coma diretamente d’Ele e se encha da Sua doutrina.
Fuja do modelo de Caim
Texto: Gn. 4:6-11
Verdade Central: Só em Jesus a influência do caráter de Caim pode ser vencida.
INTRODUÇÃO:
Você já se surpreendeu com alguém por ter feito algo errado sem ter tido para isso motivo algum? Este comportamento tem sua referência no caráter de Caim. Saiba como este comportamento se expressa e conheça como vencê-lo.
I. Onde estão os teus reais motivos?
Texto: Gn. 4:6 “Por que te iraste? E por que está descaído o teu semblante?”
Existem sentimentos que brotam no coração que não possuem base legal. Tal era a condição de Caim em relação a seu irmão Abel. O questionamento de Deus era para denunciar a Caim que os seus sentimentos não possuíam reais motivos para serem levados adiante. Quando este comportamento se apresenta, ainda que o mesmo não seja detectado pelo homem, será detectado por Deus. Este é um problema de caráter que o próprio Deus promoverá o devido confronto. Em Caim temos o perfil do homicida que aborta projetos, daquele que ouve o bom conselho e prefere fazer a sua própria rota, deixa a responsabilidade do ser modelo e referência para valorizar seus sentimentos particularizados, e para todos estes sintomas a pergunta inicial de Deus é para revelar que este comportamento não é digno de alguém que almeja prestar-lhe culto agradável.
II. Não existe justificativa para o pecado.
Texto: Gn 4:7 “...mas sobre ele tu deves dominar.”
Caim passou tempo com Deus sendo confrontado e esclarecido, mas em seguida decidiu fazer a sua própria rota. O conselho de Deus apontava para a superação dos limites de seus sentimentos: governe-os! Mas a decisão de Caim foi: serei governado por meus sentimentos. O pecado será fruto desta decisão. Mas quem encontrará diante de Deus a justificativa para tal comportamento, diante do cuidado que Ele dispensa em todo o tempo para nos aconselhar e nos apontar o caminho bom: “...pus diante de ti a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas...” (Dt. 30:19)
III. Nossa esperança: Deus é preservador da vida.
Texto: Gn. 4:15 “E pôs o Senhor um sinal em Caim...”
Existem momentos que perdemos algo para preservar a primícia. Deus preservou a Adão por ser a primícia das suas mãos, e diante do clamor de Caim, põe sobre ele um sinal para que sua vida fosse preservada. Caim é a primícia de Adão. Deus é Preservador da vida, e como tal tem recursos soberanos para nos apontar um caminho de superação e restauração. O sangue de Abel clamava desde a terra por justiça, imputando sobre Caim condenação, que o fez ser errante e vagabundo na terra, mesmo assim Deus ainda proveu livramento ao lhe poupar a vida.
Hoje, o sangue de Jesus clama aos ouvidos do Pai, sempre que o acusador de nossas almas comparece perante ele querendo fazer reivindicações a nosso respeito. No entanto, este clamor não é para condenação, mas para livramento: “...e o sangue de Jesus seu filho nos purifica de todo pecado.”(I Jo. 1:7). Livramento quando reconhecemos os nossos próprios limites e confessamos nossa culpa: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (I Jo. 1:9). E para nossa confiança, um sinal da parte de Deus também nos foi imputado: “...fostes selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor da nossa herança...” (Ef. 1:13-14).
CONCLUSÃO:
A velocidade para deixar a personalidade de Caim dominar é muito rápida, e precisamos investir e perseverar na personalidade de Abel, que é uma figura do Messias. Quando o coração está endurecido não ouve a voz de Deus. Caim ouviu a voz de Deus cara-a-cara e em seguida matou seu irmão. O governo de um sentimento está em uma decisão. E o conselho de Deus é: “governe
os seus sentimentos”. Decida pelo caminho apontado por Deus.
JOSÉ E A LEI DO PROCESSO
TEXTO: Gn. 37:1-36; 39:1- 42:6; 47:13-26
VERDADE CENTRAL:
Antes que Deus pudesse usá-lo, José precisaria ser preparado, purificado e moldado no líder que, com seu potencial, viria a ser.
INTRODUÇÃO:
José era como outros grandes líderes em muitos aspectos. Primeiro, todos os líderes têm um sonho, uma visão de um futuro melhor.No caso de José, ele teve visões no sentido literal. Segundo, a visão e a pessoa que tem essa visão são coisas inseparáveis. Terceiro, nenhuma visão de um líder pode ser mantida em segredo. A visão pode realçar a liderança de uma pessoa quando é compartilhada de maneira correta. Porém, quando é feita de maneira errada, ela apenas cria problemas. E foi exatamente isso o que fez com que José se metesse em dificuldades.
Todos os grandes líderes precisam de três coisas para serem preparados:
1. Tempo para amadurecer
Como a maioria dos grandes líderes, José trabalhou na obscuridade por um período de sua vida antes de se tornar qualificado para liderar outras pessoas. Vendido como escravo com apenas 17 anos, ele se colocou diante de Faraó somente aos 30 anos. Foram precisos 13 anos de preparação. Na época em que interpretou os sonhos do monarca, ele era um homem transformado. Estava equipado. Era humilde e um grande líder.
2. Provas para se fortalecer
O ouro só é purificado depois de passar diversas vezes pelo fogo. Os diamantes são criados a partir de enorme pressão. Os grandes líderes são formados apenas a partir de provações. José nunca teria alcançado seu potencial se tivesse ficado em casa. Para tornar-se um grande líder, ele precisou ser primeiro um escravo e um prisioneiro.
3. A bênção de Deus
Sem Deus, um líder não pode fazer nada de valor real. Jesus declarou: “Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (João 15:5). Deus abençoou José enquanto ele trabalhava como escravo na casa de Potifar. Também o abençoou enquanto trabalhava na prisão. A Bíblia relata em Gênesis 39 quatro expressões do favor de Deus. Gênesis 39:23, por exemplo, afirma que “o Senhor era com ele, e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava”. Se você está do lado de Deus, então não pode perder.
CONCLUSÃO:
A Visão Celular no Governo dos 12 não é uma proposta de ilusões e sucesso conquistado sem mérito. Nela, Deus está equipando líderes para cuidar de uma grande multidão. Todo líder na visão precisa ter a compreensão que Deus usará de processos semelhantes aos da vida de José, para que também possa confiar ao mesmo um crédito de maior valor que o recebido por José; Deus quer lhe confiar o cuidado da sua Igreja. Você está disposto a pagar o preço para realizar este sonho? Não corra do processo, vença os seus próprios limites.
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