PREGADORES E CANTORES EVANGÉLICOS ACOMPANHAM GRUPOS SECULARES, E SEUS EVENTOS OU PARTICIPAÇÕES ESTÃO CADA VEZ MAIS CARO. QUE EVANGELHO É ESTE?
Precisamos separa por pontos e como se dão os maiores assaltos nas
igrejas ou em eventos promovidos pelo povo evangélico. Vale lembrar que, cada
um tem seu preço, o justo e o injusto, o caro e o barato, o pastor e o
mercenário. Como eu disse outro dia em uma publicação diária, "Tem gente
que tem valor, outras tem preço". Isto é evidente no meio do povo de Deus.
Os fatos que hoje menciono cadê vez mais são freqüentes nas igrejas em todo o país. O que pretendo fazer para conduzir tais situações? Para mim, ao descobrir qual é a do pregador ou cantor, logo trato de fechar as portas, não sou mercenário, não prego, não canto, não sou pastor por causa do dinheiro. Eu vivia sem dinheiro antes, iniciei meu ministério pastoral sem dinheiro, mas fazia assim a vontade de Deus.
Hoje observo que a maioria dos artistas evangélicos do nosso país infelizmente não visam ganhar almas para Jesus, mas sim ganhar o dinheiro das almas que Cristo gostaria de salvar. A pregação, o louvor de muitos hoje estão condicionados a receberem ou não pelo “serviço à Deus”. Se tiver dinheiro, se me pagar bem eu vou, caso contrário, fico em casa.
Ainda na nossa cidade, convidados foram à igreja, pregaram, pediram oferta sem a permissão do pastor, e queriam levar o dinheiro todo arrecadado na noite, limpando literalmente os cofres da igreja. Tal pregador criou o maior problema com os dirigentes da igreja. É um tal de entregar revelação, profecia, só para ganhar dinheiro. A revelação deles estão condicionadas a terem sucesso se a pessoa que recebe “ofertar um determinado valor”. Na igreja que sou pastor, apareceu um determinado casal, profetizou bênçãos pra cá e pra lá, chamou um casal de membros da igreja, e com mais umas revelações condicionaram o sucesso da revelação a uma oferta de R$ 400,00. Infelizmente o casal acabou ofertando.
Outros exemplos pairam sobre as igrejas, que na vontade de ver um “pregador ou cantos de elite” participar em seus eventos, pagam dívidas violentas criadas pelos artistas. Lógico que nem todos podem ser metralhados como “mercenários”, mas a maioria dos artistas evangélicos vêem neste meio a oportunidade de terem a carreira abrilhantada. Os recursos que ganham, servem para bancar o luxo, a vaidade, e mesmo as empresas que estão por trás dos contratos milionários. Bem poucos pregadores ou cantores em nossos dias fazem a obra de Deus independente de recebem bem ou não.
A Bíblia diz em Lucas 10 onde Jesus ensina a respeito da “missão dos 70 discípulos”. É necessário que as igrejas que convidam, ofertem com prazer, amor e alegria. O convidado quando usa uma autoridade que não lhe pertence para sacar o dinheiro, forçando a barra, está na contra-mão do evangelho. No verso 7, o texto diz “digno é o obreiro do seu salário” e no verso 8 “comei o que vos é oferecido”. É neste momento que precisamos enquadrar aqueles que querem ser valorizados por demais, quando o que fazem, nem Deus os recompensa.
O texto de 1º Coríntios 9 fala sobre o crente que vive do evangelho, deve se manter do altar. Porém vemos que na caminhada de Paulo, ele não deixou de fazer a obra de Deus quando lhe faltou recursos. Suas palavras demonstram isto na carta aos Efésios 4, onde deixa muito claro que sabia contentar com o que tinha recebido. Hoje vemos que muitos pregadores ficam tristes, e até lançam palavras de maldição sobre a igreja que não lhe ajudaram, sobre o pastor ou tesoureiro. Precipitadamente, vemos que estes agem apenas visando lucros fáceis, onde o suor pelo trabalho não é derramado. O conselho que dou a estes tais ministros é que corrijam a base dos seus ministérios, antes que venha a justiça divina e faça vocês pregarem ou cantarem tendo que investir até o que não tem. O amor de Deus nunca foi condicionado ao homem ter ou não condições de retribuir, então sigam o exemplo de Deus.
Volto a dizer que é importante as igrejas, e o quem promove tais eventos colaborar com o ministério da pessoa convidada. Necessariamente dando-lhes os suportes devidos. Isto pode servir de exemplo para que no futuro, as portas de Deus estejam abertas, e cada semente venha trazer grandes resultados na hora da colheita. Por tudo que vemos nas igrejas, ou envolvendo tais pessoas corruptas de entendimento, “NUNCA SEMEIE EM TERRAS RUINS”, ao contrário procure as terras que vão frutificar primeiramente para Deus, e que automaticamente refletirão na vida dos ofertantes. Obrigado a você por acompanhar cada linha desta palavra, esperando que nos dias futuros tenhamos ministros compromissados com o evangelho que salva, e não o que dá dinheiro.
É um assunto polêmico, já vou de cara te avisar. Se você não tiver
maturidade para distinguir entre pregadores e pregadores, talvez cometa erros
ao julgá-los de uma mesma maneira. É importante aqui, é fazer com que os
pastores e líderes como eu possam refletir um pouco mais sobre a experiência de
lidarmos com os pregadores é cantores milionários. Cada vez mais ouvimos e
encontramos pessoas que estão se fechando para o cristianismo por causa dos
charlatões do evangelho, ou por aqueles que fizeram do serviço de anunciar o
evangelho uma profissão para sustentar seus sonhos pessoias e empresas que
publicam seus materiais. O evangelho nunca foi tão comercializado como é nos
dias atuais. Para estes fins, são necessários os instrumentos que até então são
chamados de homens de Deus, com boa aparência, com excelente palavra ou louvor,
com poder de persuasão, testemunhos fantásticos, com ilusões de ótica, e por
adiante, enganam o povo de Deus que continua sendo massacrado pelos chefões da
mala preta que sai das doações da igreja.
Precisamos separa por pontos e como se dão os maiores assaltos nas
igrejas ou em eventos promovidos pelo povo evangélico. Vale lembrar que, cada
um tem seu preço, o justo e o injusto, o caro e o barato, o pastor e o
mercenário. Como eu disse outro dia em uma publicação diária, "Tem gente
que tem valor, outras tem preço". Isto é evidente no meio do povo de Deus.
Falando dos eventos que são produzidos nas igrejas ou pelas
igrejas. Neste primeiro ponto, observo que os que são convidados parecem
querer mesmo aparecer. Soltam palavras que desafiam, mexem com o emocional das
pessoas, arrancam seus recursos financeiros, e muitas vezes suas palavras não
se cumprem. Isto é crime! Charlatanismo é crime! Os valores cobrados para
pregar ou cantar são exorbitantes, fala-se hoje em cifras de 2, 3 e 6 dígitos,
ou seja, virou negócio. A pregação que deveria ocupar o centro da vida cristã,
passou ser o objeto de investimento onde o indivíduo busca o retorno em cima de
pessoas, igrejas e cidades mais carentes ou mesmo pobres. Estamos vendo a onda
cantores e pregadores que hoje estão nas principais mídias do país, e que seus
ministérios viraram uma bolha de sabão, cresceram rapidamente. O perigo é que os
que não tem sustentação de Deus, acabam desaparecendo como uma bolha, não se vê
nem as marcas de onde estavam. Além de levarem seus materiais para serem
vendidos, muitas vezes cobram ainda valores extras que não estava combinado.
Na esfera pública,
onde o evento é bancado pelo governo, os artistas evangélicos seguem os mesmos
métodos usados pelos artistas seculares. Fazem o “show
gospel” visando unicamente receber a bolada que vem dos cofres públicos. A
passagem aérea, o transporte terrestre, carro à disposição, hotel cinco
estrelas, restaurante de comida internacional, e entre outras coisas mais, para
estes artistas ficam bem mais caro. O que aprendemos com isto? A internet hoje
é o caminho que podemos usar para expor nossas idéias, que muitas vezes não são
assimiladas pelos líderes evangélicos. Lá encontramos centenas de pessoas que
relatam suas experiências frustrantes com artista gospel.
Os fatos que hoje menciono cadê vez mais são freqüentes nas igrejas em todo o país. O que pretendo fazer para conduzir tais situações? Para mim, ao descobrir qual é a do pregador ou cantor, logo trato de fechar as portas, não sou mercenário, não prego, não canto, não sou pastor por causa do dinheiro. Eu vivia sem dinheiro antes, iniciei meu ministério pastoral sem dinheiro, mas fazia assim a vontade de Deus.
Hoje observo que a maioria dos artistas evangélicos do nosso país infelizmente não visam ganhar almas para Jesus, mas sim ganhar o dinheiro das almas que Cristo gostaria de salvar. A pregação, o louvor de muitos hoje estão condicionados a receberem ou não pelo “serviço à Deus”. Se tiver dinheiro, se me pagar bem eu vou, caso contrário, fico em casa.
Infelizmente, pastores saem de regiões próximas como Rio de
Janeiro e São Paulo, migram para o Sul e Zona da Mata de Minas Gerais em busca
de territórios que possam plantar suas idéias e igrejas que precisam ser cheias
de dinheiro, e não da unção de Deus. Há bem pouco tempo, fresquinho, tivemos
alguns fatos na nossa terrinha que mexeram com os pastores. Pessoas convidadas
para louvarem ou pregarem, usaram a oportunidade para “criar uma oferta” que
visava “ganhar dinheiro”. As igrejas fora dos grandes centros, a maioria delas
passam por muitas dificuldades, e isto não é compreendido pelos “pregadores e
cantores mercenários”, sim, aqueles que fazem o serviço por um bom dinheiro.
Ainda na nossa cidade, convidados foram à igreja, pregaram, pediram oferta sem a permissão do pastor, e queriam levar o dinheiro todo arrecadado na noite, limpando literalmente os cofres da igreja. Tal pregador criou o maior problema com os dirigentes da igreja. É um tal de entregar revelação, profecia, só para ganhar dinheiro. A revelação deles estão condicionadas a terem sucesso se a pessoa que recebe “ofertar um determinado valor”. Na igreja que sou pastor, apareceu um determinado casal, profetizou bênçãos pra cá e pra lá, chamou um casal de membros da igreja, e com mais umas revelações condicionaram o sucesso da revelação a uma oferta de R$ 400,00. Infelizmente o casal acabou ofertando.
Outros exemplos pairam sobre as igrejas, que na vontade de ver um “pregador ou cantos de elite” participar em seus eventos, pagam dívidas violentas criadas pelos artistas. Lógico que nem todos podem ser metralhados como “mercenários”, mas a maioria dos artistas evangélicos vêem neste meio a oportunidade de terem a carreira abrilhantada. Os recursos que ganham, servem para bancar o luxo, a vaidade, e mesmo as empresas que estão por trás dos contratos milionários. Bem poucos pregadores ou cantores em nossos dias fazem a obra de Deus independente de recebem bem ou não.
A Bíblia diz em Lucas 10 onde Jesus ensina a respeito da “missão dos 70 discípulos”. É necessário que as igrejas que convidam, ofertem com prazer, amor e alegria. O convidado quando usa uma autoridade que não lhe pertence para sacar o dinheiro, forçando a barra, está na contra-mão do evangelho. No verso 7, o texto diz “digno é o obreiro do seu salário” e no verso 8 “comei o que vos é oferecido”. É neste momento que precisamos enquadrar aqueles que querem ser valorizados por demais, quando o que fazem, nem Deus os recompensa.
O texto de 1º Coríntios 9 fala sobre o crente que vive do evangelho, deve se manter do altar. Porém vemos que na caminhada de Paulo, ele não deixou de fazer a obra de Deus quando lhe faltou recursos. Suas palavras demonstram isto na carta aos Efésios 4, onde deixa muito claro que sabia contentar com o que tinha recebido. Hoje vemos que muitos pregadores ficam tristes, e até lançam palavras de maldição sobre a igreja que não lhe ajudaram, sobre o pastor ou tesoureiro. Precipitadamente, vemos que estes agem apenas visando lucros fáceis, onde o suor pelo trabalho não é derramado. O conselho que dou a estes tais ministros é que corrijam a base dos seus ministérios, antes que venha a justiça divina e faça vocês pregarem ou cantarem tendo que investir até o que não tem. O amor de Deus nunca foi condicionado ao homem ter ou não condições de retribuir, então sigam o exemplo de Deus.
Volto a dizer que é importante as igrejas, e o quem promove tais eventos colaborar com o ministério da pessoa convidada. Necessariamente dando-lhes os suportes devidos. Isto pode servir de exemplo para que no futuro, as portas de Deus estejam abertas, e cada semente venha trazer grandes resultados na hora da colheita. Por tudo que vemos nas igrejas, ou envolvendo tais pessoas corruptas de entendimento, “NUNCA SEMEIE EM TERRAS RUINS”, ao contrário procure as terras que vão frutificar primeiramente para Deus, e que automaticamente refletirão na vida dos ofertantes. Obrigado a você por acompanhar cada linha desta palavra, esperando que nos dias futuros tenhamos ministros compromissados com o evangelho que salva, e não o que dá dinheiro.
Por
Pastor Josué Oliveira

