Métodos são extremos na área de transportes em Leopoldina. Com a vasta diferença, passageiros correm riscos.
Um novo modelo de transporte urbano está sendo implantado em Leopoldina. Clandestinamente já funciona há muito tempo. Agora em 2012 Associação dos Mototaxistas e Motoboys ganhou mais corpo e fundada para regulamentar a profissão no município. As oportunidades de transportes rápidos na cidade acabam ganhando grande repercussão. Atualmente a cidade é provida de uma única empresa de ônibus (método coletivo) que ainda não atende 100% da cidade. Houve o crescimento em massa no número de carros (táxis) em circuitos das praças e no terminal rodoviário, e assim, a cidade "cresceu" e também a dificuldade de locomoção por grande parte da população. Qual destes transportes pode ser o mais seguro e rápido? É possível conciliar rapidez e segurança?
A atual empresa,
Viação Leopoldinense estampou um adesivo em alguns dos seus ônibus mostrando a elevação de acidentes envolvendo motos. A iniciativa parece ser mais para causar medo aos passageiros que utilizam motos à efetivar uma educação quanto o método de conduzir um veículo ciclomotor. Boa parte dos moradores da cidade já utilizam o serviço prestado pelos mototaxistas, que ainda não estão regularizados. Uma passagem de moto dentro da cidade é cobrada em média o valor de R$ 2,00, diferença superior a vinte e cinco centavos a cobrada no coletivo Leopoldinense. A diferença é que o ônibus não chega a todos os destinos, deixando o passageiro a certa distância, o que fica é mais viável através da moto.
Já através dos taxistas, cada vez mais a categoria trabalha em cima dos festeiros que preferem beber um pouco mais em festas, e não tem condições para dirigir. A opção é chamar um táxi, segundo os taxistas é mais seguro. Em média, uma corrida de táxi dentro da cidade num espaço de 1 km é cobrado cerca de R$ 8,00 a 15,00. A categoria chegou a questionar o serviços prestados pelos mototaxistas na cidade, sentindo-se prejudicada, mas não tiveram êxito.
Já o transporte público coletivo tem linhas com longa quilometragem por um preço bem econômico. Um exemplo é a linha que liga Tomé Noqgueira ao Posto 104 (BR 116 - sentido a Além Paraíba). São mais de 15 quilômetros a uma taxa de R$ 1,75. É evidente que cada modelo de transporte tem suas peculiaridades, sendo assim o preço diferente.
Mototáxi - média de preço R$ 2,00 dentro da cidade. Preço ainda não definido por trajeto ou quilometragem, comumente sendo combinado com o cliente.
É o transporte mais rápido entre os três existentes na cidade, oferecidos a população. Transporta apenas 1 passageiro por vez, ou cargas pequenas.
Riscos: a segurança do passageiro é o principal fator, atrelado isto ao mototaxista buscar mais clientes e usar seu veículo em alta velocidade para atender a todos ao mesmo tempo.
Táxi - média de preço R$ 8 a 15,00 dentro da cidade. Preço é definido por trajeto, ainda não por quilometragem como acontece nos grandes centros urbanos.
É o segundo meio de transporte no quesito eficácia de locomoção, pois atende praticamente toda a população. É possível transportar até 4 passageiros por vez ou cargas pequenas, ao contrário da mototáxi.
Riscos: a segurança do passageiro é questionada principalmente quanto ao uso do cinto de segurança, não cobrado pelo taxista, que na maioria das vezes também excede o limite de velocidade, de 40 km/h dentro da cidade. Em alguns casos, passageiros chegaram a ser transportados pelo taxista a uma velocidade de 110 km/h em avenidas da cidade e ou em horários da noite/madrugada em ruas. O perigo é porque a maioria dos taxistas ficam tentando segurar a próxima a corrida, e acabam esquecendo de zelar pela segurança do seu cliente.
Ônibus coletivo urbano - preço fixo de R$ 1,75 por qualquer trecho de ida ou volta. É um transporte lento, que chega a parar num espaço de 100 a 300 metros, de um ponto a outro. Atrasos na maioria das linhas são frequentes, principalmente nos horários que os ônibus
transportam muitos trabalhadores e alunos de diversas escolas.
Riscos: a segurança dos passageiros é questionada quando existem freadas bruscas e quando passam por áreas perigosas em alta velocidade. Um outro fator é a superlotação, chegando a transportar mais de 70 passageiros, que sequer conseguem segurar, causando tumultos e constrangimentos aos passageiros. Outro problema é o uso de celulares ou caixinhas de som dentro dos ônibus, com som que acabam incomodando.
Mas é o transporte mais seguro, quando aplicado dentro das normas, já que o fator velocidade é controlado pelo disco, sendo diariamente vistoriado na empresa.
Ao passageiro cabe este cuidar de não optar pelo transporte que possa ser prejudicial a sua segurança. Se precisar chegar no tempo certo ao evento, saia mais cedo. Velocidade acima do permitido é infração, e que sendo apurada resultará em punição.
IMPORTANTE: Os dados aqui mencionados fazem parte dos sistemas aplicados diariamente por cada categoria, podendo divergir em casos específicos. É o caso dos valores em que muitos taxistas e mototaxistas cobram por trecho rodado, e que passam desapercebidos pelos clientes, e não são denunciados pelos mesmos aos órgãos de defesa do consumidor. Sendo ou não regulamentados, devem cobrar o preço correto, mas como não existe o taxímetro em funcionamento, estipulam valores, enganam os clientes e modelam uma corrupção dentro da categoria, cada um do seu jeito. Nem todos passam por estas experiências, fique atento.