Imprensa leopoldinense ainda vive dias de censura. Amostra disto pode ser de caráter político e financeiro.
Não é de hoje que o nosso país vem sofrendo com as amordaças, muitas colocadas pelos governos, por gangues, máfias, crime organizado, e quem diria, a própria imprensa se deixa censurar por aquilo que julga ser ou não vital a saúde da notícia. Há muitas notícias que saem nos diversos veículos de comunicação do nosso país que não tem nenhum interesse da população, estão lá porque foram plantadas, e que não são fatos de verdade. Muitas coisas acontecem pelo país em período de calmaria, que talvez pudéssemos questionar a identidade destes órgãos, já que vivem das desgraças alheias.
Entre estas e outras idéias sobre a imprensa, vejo que as amordaças partem as vezes da própria imprensa, como tenho notado há algum tempo em Leopoldina. A cidade conta com três rádios, alguns jornais e revistas, e que pelo dever assumido de levar a informação ao ouvinte ou leitor estão sendo parciais. A mídia de certa forma está contaminada com vírus de inverdades, das notícias sensacionalistas, das matérias pagas e com um cabresto que os políticos do alto escalão vem dominando há muito tempo, e vimos isto no passado e continuamos em tempos presentes. Ainda não saímos do período da censura, da proibição e daquelas notícias em que os governos queriam que publicassem obrigatoriamente nas mídias.