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22 agosto, 2024

LEOPOLDINA: Valores declarados pelos atuais 14 vereadores na disputa eleitoral chamam a atenção

Cerca de 153 candidaturas a vereador foram registradas no Cartório Eleitoral em Leopoldina para concorrer as eleições no município de Leopoldina em 2024. É observado que naturalmente, entre estes, os atuais 15 vereadores representantes eleitos em 2020 e empossados em 2021 estejam novamente disputando a reeleição, ou ao menos a maioria. 

Mais do que isso, o blog Leopoldina News analisou as declarações feitas pelos 15 vereadores nas eleições anteriores e o valor total declarado ao TSE para as eleições de 2024, diferenciando as alterações. As variações podem ter conotação de melhorias lícitas com os ganhos de salário do mandato e outras formas de ganhos privados. Vale observar que existem declarações que "aparentam" ao público eleitor, não revelar a realidade, uma vez que há enorme discrepâncias nas declarações entre os pleitos disputados.

Começamos detalhando as eleições em que os atuais vereadores participaram e os valores declarados anteriormente, bem como os atuais valores apresentados ao TSE.

Axandre Badaró é candidato a reeleição pelo União Brasil e declarou o total em R$ 1.129,50. Eleito em 2020 pelo PSB, o então candidato declarou  que não possuía bens. O vereador teve 378 votos e gastou cerca de R$ 3.150,50, um custo médio de 8,33 por voto conquistado.

Bernardo Guedes é candidato pelo PSD e participou das eleições de 2014 e 2020. Em 2014 pelo PHS, candidato a deputado estadual Bernardo declarou ao TSE possuir R$ 218.425,55 em bens. Os bens declarados cresceu a R$ 334.259,07 na declaração de 2020 e agora em 2024, o valor chegou a R$ 485.983,34. Na eleição de 2020, o vereador foi eleito com 436 votos, e declarou ter gasto R$ 7.827,90 com custo médio de 17,95 por voto conquistado.

Carlos André é candidato pelo PP e participou das eleições de 2016 e 2020. Atualmente, declarou possuir R$ 83.499,80 em bens. Nas declarações anteriores, os valores foram de R$ 68.499,80 e R$ 72.499,80 ambas vezes quando foi candidato pelo PSD. O vereador declarou ter gasto R$ 10.400,00 e alcançou 613 votos, um custo médio 16,96.

Didi da Elétrica é candidato pelo AVANTE e participou das eleições de 2016 e 2020. O vereador alcançou 390 votos e declarou ter gasto R$ 1.939,00 com a campanha, uma média de custo de 4,97. Na eleição de 2020 declarou possuir R$ 116.572,00 em bens, e R$ 86.500,00 na campanha que participou em 2016. Para a reeleição, a declaração atual é de R$ 180.134,88.

Edvaldo Franquido é candidato pelo PT e particou de diversas eleições, entre elas, as de 2004 (PSDC), 2008 (PSDC), 2012 (PSDC), 2016 (PSDC) e 2020 (PT). Não declarou possuir bens em 2004. Declarou R$ 2.780,14 em bens em 2008. Declarou possuir R$ 15.858,75 em bens em 2012. Declarou R$ 110.000,00 em bens em 2016 e a declaração foi de R$ 455.208,00 em 2020. Este ano, a declaração foi de R$ 114.827,19 em bens. Edvaldo teve 425 votos e declarou ter gasto R$ 598,00 com a campanha, uma média de 1,40 por voto.

Elileia Protetora, nome que irá figurar nas urnas é candidata pelo PL, diferentemente do nome utilizado na campanha anterior, que figurou Elileia da AVAC. Participou das eleições em 2016 e 2020 e alcançou 543 votos, tendo declarado gastos de R$ 472,50, média de 0,87 por voto. Em 2016 pelo PMDB, foi declarado possuir 4 mil reais em bens e não declarou bens na campanha de 2020. Neste pleito de 2024, a candidata declarou ao TSE possuir R$ 2.894,87 em bens.

Gilmar Pimentel é candidato pelo PL. Participou das campanhas de 2016 (PCdoB) e 2020 (Podemos). Declarou possuir R$ 210.000,00 em bens na sua primeira campanha e R$ 156.000,00 na campanha em que foi eleito em 2020. Atualmente ao pleito de 2024, o vereador declarou possuir R$ 1.593,14 em bens. Na eleição de 2020, obteve 349 votos e declarou ter gasto R$ 800,00 com sua campanha, um média de 2,29 por voto recebido.

Inezinha é candidata pelo PL. Eleita em 2020, sua participação a elegeu com a última vaga ao legislativo, obtendo 201 votos pelo mesmo partido. Em 2020, Inezinha declarou possuir R$ 538.131,44 em bens e o valor atualizado em 2024 está em R$ 1.166.463,64. A vereadora declarou não ter feito nenhum gasto com sua campanha em 2020, o que levou o custo de voto a 0 (zero).

José Augusto Cabral foi eleito em 2016 (PSDB) e reeleito 2020 (PSD). Em suas declarações ao TSE, o vereador declarou que não possuía bens na sua primeira eleição. Os bens foram atualizados ao montante de R$ 51.000,00 em 2020 e agora atualizado em R$ 7.535,86. Sendo o mais votado em 2020 com 762 votos, declarou ter gastado cerca de R$ 11.331,02 com sua campanha, um custo médio de 14,87 por voto.

José do Carmo Piacatuba é candidato pelo PSB e foi eleito em 2020 pelo mesmo partido que disputou na época. Teve 481 votos, sendo declarado ao TSE o custo de campanha em R$ 2.700,00, o que deixou na média de  5,61 por voto recebido. Em 2020 declarou possuir R$ 1.038.017,26 e agora atualizado para R$ 1.143.279,59.

Juliuz Cezar é candidato pelo PL e já disputou outras eleições, entre elas, os pleitos de 2004 (PSDB), 2012 (PMDB), 2016 (PSB) e 2020 (PSL). Nas declarações, nada foi declarado em bens em 2004, R$ 1.000,00 em 2012, R$ 155.432,00 em 2016, nehum bem declarado em 2020 e R$ 12.000,00 agora em 2024. Na eleição de 2020 foi declarado ter gasto R$ 430,00 em campanha, tendo conquistado 466 votos, uma média de custo de 0,92 por voto.

Queijinho do Povo é candidato pelo União. Eleito em 2020 pelo PSL, o vereador alcançou 344 votos e declarou ter gasto R$ 1.000,00 em campanha, uma média de 2,90 por voto recebido. Em 2020 declarou possuir R$ 7.500,00 em bens e agora R$ 56.950,57 em bens atualizados.

Rodrigo Pimentel é candidato pelo PV. Na última eleição teve 477 votos e declarou ter gasto R$ 7.923,80 tendo média de 16,61. Rodrigo participou dos pleitos de 2012 e 2016 (PP) e 2020 (PV). Em suas declarações de bens, declarou ter R$ 236.967,30 (2012); R$ 413.035,92 (2016); R$ 580.045,18 (2020) e R$ 584.879,39 (2024).

Rogério Suíno é candidato pelo PP. Rogério participou de diversas eleições, sendo pelo PMN (2008); PP (2012); PEN (2014) quando foi candidato a deputado estadual; PR (2016) e PSC (2020 vereador e 2022 como deputado federal). Obteve 657 votos em 2020 e declarou  ter gastado R$ 2.868,00, média de 4,36 por voto. No entanto, na campanha de 2022, a declaração de gastos foi de R$ 70.000,00. Ao TSE, o vereador não declarou bens em 2008 e 2012; declarou possuir R$ 50.000,00 em bens em 2014; não declarou bens em 2016; declarou possui R$ 15.000,00 em bens em 2020 e R$ 100.000,00 em 2022; não declarou bens em 2024.

Entre os atuais 15 vereadores, apenas Ivan Nogueira não participa do pleito eleitoral de 2024.


Fonte: Leopoldina News

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10 outubro, 2023

Prefeitura de BH anula eleição para conselhos tutelares feitas em urnas eletrônicas

Inconsistência de cerca de quatro mil votos em relação ao número de eleitores cadastrados motivou decisão da prefeitura.

A eleição para a formação dos Conselhos Tutelares de Belo Horizonte foi anulada nesta segunda-feira (9/10) pela prefeitura da capital. Alegando uma inconsistência entre eleitores cadastrados e votos computados, o Executivo Municipal decidiu cancelar o pleito ocorrido em 1º de outubro e marcar nova votação para 3 de dezembro.

O anúncio foi feito nesta tarde pela secretária de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, Rosilene Rocha, que apontou que a decisão foi tomada com participação do prefeito Fuad Noman (PSD). A eleição para conselheiro tutelar foi marcada por inconsistências no sistema fornecido pela Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte (Prodabel). O programa eletrônico ficou fora do ar provocando problemas em todas as nove regionais da cidade, causou filas e desistência de eleitores.

Após recomendação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a Prefeitura de Belo Horizonte decidiu, ainda durante o domingo da eleição, que o pleito teria duração estendida por uma hora e meia e a votação seria finalizada em células de papel.

Na segunda-feira (2/10) seguinte à votação, Fuad Noman chegou a declarar que não houve qualquer prejuízo à lisura da eleição provocado pela falha no sistema. O entendimento da prefeitura, no entanto, foi alterado após reuniões com representantes da Prodabel, da Secretaria de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Foi verificada uma inconsistência de cerca de quatro mil votos entre os cadastros feito pelos eleitores no dia da votação e os votos computados.

A eleição de 2023 foi o 10º processo de escolha de conselheiros tutelares de Belo Horizonte e a segunda quebra de recorde seguida na adesão dos eleitores da capital mineira ao pleito. Foram 49.855 votos que não serão levados em conta na formação dos conselhos a partir de 10 de janeiro do ano que vem. De acordo com o CMDCA, houve uma discrepância de cerca de quatro mil votos entre cadastros e eleitores que realmente computaram suas escolhas.

Responsabilidade jogada para a Câmara

Um dos pontos mais criticados no processo eleitoral de Belo Horizonte foi a não adoção do sistema da Justiça Eleitoral e a opção por um programa próprio desenvolvido pela Prodabel. A prefeitura alega que a legislação da cidade determina que os eleitores se cadastrem nos pontos de votação no dia do pleito, o que impede a utilização de urnas eletrônicas. Isso porque os equipamentos do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) exigem um cadastramento prévio para a atualização da base de dados do sistema, que é carregado antes da eleição e fica desconectado de qualquer sistema online.

A adoção das urnas eletrônicas junto ao TRE está condicionada à aprovação de um Projeto de Lei (PL) que será enviado nesta terça-feira (10/10) pela prefeitura à Câmara Municipal de BH. O projeto prevê a alteração da legislação no trecho que, segundo o Executivo, impede a adoção do sistema da Justiça Eleitoral.

“A lei de Belo Horizonte exige que você chegue lá e faça o cadastro e, aí, se você faz o cadastro no dia, não tem como carregar a urna porque a urna tem que ser carregada previamente como nas eleições gerais porque ela só trabalha offline”, explicou Rosilene Rocha. A secretária prosseguiu dizendo que espera uma articulação entre prefeitura e câmara para uma rápida apreciação e aprovação do PL: “Olha eu acho que esse é um esforço que o secretário de governo e, evidentemente, o prefeito de Belo Horizonte vão fazer. Eu espero que os vereadores, vendo todo o processo e as dificuldades que temos, que a gente possa desta vez aprovar essa essa operação, ela é muito importante para a cidade”.

Ainda segundo a prefeitura, mesmo que o projeto seja aprovado na Câmara antes de 3 de dezembro, não há uma garantia de que as eleições aconteçam com o sistema da Justiça Eleitoral, pois pode não haver tempo hábil para o carregamento das urnas com o cadastro atualizado de eleitores. A reportagem procurou o TRE-MG para um posicionamento acerca do tema, mas não teve resposta até a última atualização desta matéria. Segundo, o Executivo Municipal, caso não seja possível usar as urnas, a votação de 3 de dezembro será feita usando cédulas de papel.

Em nota, a Câmara Municipal de Belo Horizonte afirmou que espera contar com apoio da Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) na análise do PL para garantir a lisura na apreciação do texto. O presidente do Legislativo, Gabriel Azevedo (sem partido) , se posicionou garantindo a celeridade na tramitação do projeto. 

Além de atuar para que o sistema da Justiça Eleitoral seja adotado na eleição da capital, a Câmara Municipal também afirmou que vai discutir uma Proposta de Emenda à Lei Orgânica para que a gratuidade no transporte público durante o próximo pleito. “A presente proposta visa garantir o exercício pleno da democracia por toda a população de Belo Horizonte ao conceder a gratuidade do transporte público coletivo de passageiros no dia em que for realizado o Processo de Escolha dos Membros dos Conselhos Tutelares”, disse nota enviada pelo Legislativo.

A anulação do pleito em que foram verificadas inconsistências foi solicitada pela Defensoria Pública de Minas Gerais à prefeitura no dia seguinte à votação. Diante de uma primeira resposta negativa do Executivo, a DPMG acionou a Justiça para conseguir a marcação de nova votação e com o uso do esquema do TRE.

Fonte: Estado de Minas via Leopoldina News

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18 dezembro, 2021

Saiba quais deputados votados em Leopoldina votaram a favor do FUNDÃO ELEITORAL de 5,7 bilhões de reais

Veja como os deputados federais por Minas Gerais, com votação em Leopoldina decidiram sobre o FUNDÃO ELEITORAL de 5,7 bilhões de reais para as eleições de 2022.
Apenas 13 deputados mineiros votaram a favor do veto presidencial, outros 7 deputados não votaram e 32 votaram pela derrubada do veto. Confira os únicos deputados que optaram por manter o veto ao Fundão Eleitoral:
André Janones (Avante-MG) – Sim 👍
Áurea Carolina (PSOL-MG) – Sim 👍
Bilac Pinto (DEM-MG) – Sim 👍
Dr. Frederico (Patriota-MG) – Sim 👍
Eros Biondini (PROS-MG) – Sim 👍
Igor Timo (Podemos-MG) – Sim 👍
Júlio Delgado (PSB-MG) – Sim 👍
Junio Amaral (PSL-MG) – Sim 👍
Léo Motta (PSL-MG) – Sim 👍
Lucas Gonzalez (Novo-MG) – Sim 👍
Marcelo Álvaro (PSL-MG) – Sim 👍
Stefano Aguiar (PSD-MG) – Sim 👍
Tiago Mitraud (Novo-MG) – Sim 👍
Na lista, vários nomes bem conhecidos nas últimas campanhas eleitorais na cidade, como André Janones, Fred Costa, Marcelo Álvaro Antonio, Marcelo Aro, Patruz Ananias, Stefano Aguiar, Reginaldo Lopes, Eduardo Barbosa entre outros nomes.
🤝 Entenda a votação:
👎 Não = a favor da derrubada do veto, ou seja, a favor do fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões
👍 Sim = a favor da manutenção do veto, ou seja, contra o fundo de R$ 5,7 bilhões
Aécio Neves (PSDB-MG) – Não 👎
Aelton Freitas (PL-MG) – Não 👎
Alê Silva (PSL-MG) – não votou
André Janones (Avante-MG) – Sim 👍
Áurea Carolina (PSOL-MG) – Sim 👍
Bilac Pinto (DEM-MG) – Sim 👍
Charlles Evangelis (PSL-MG) – Não 👎
Delegado Marcelo (PSL-MG) – não votou
Diego Andrade (PSD-MG) – Não 👎
Domingos Sávio (PSDB-MG) – Não 👎
Dr. Frederico (Patriota-MG) – Sim 👍
Eduardo Barbosa (PSDB-MG) – Não 👎
Emidinho Madeira (PSB-MG) – não votou
Eros Biondini (PROS-MG) – Sim 👍
EuclydesPettersen (PSC-MG) – Não 👎
Fábio Ramalho (MDB-MG) – Não 👎
Franco Cartafina (PP-MG) – Não 👎
Fred Costa (Patriota-MG) – Não 👎
Gilberto Abramo (Republican-MG) – Não 👎
Greyce Elias (Avante-MG) – Não 👎
Hercílio Diniz (MDB-MG) – Não 👎
Igor Timo (Podemos-MG) – Sim 👍
Júlio Delgado (PSB-MG) – Sim 👍
Junio Amaral (PSL-MG) – Sim 👍
Lafayette Andrada (Republicanos-MG) – Não 👎
Léo Motta (PSL-MG) – Sim 👍
Leonardo Monteiro (PT-MG) – Não 👎
Lincoln Portela (PL-MG) – Não 👎
Lucas Gonzalez (Novo-MG) – Sim 👍
Luis Tibé (Avante-MG) – Não 👎
Marcelo Álvaro (PSL-MG) – Sim 👍
Marcelo Aro (PP-MG) – Não 👎
Mário Heringer (PDT-MG) – Não 👎
Mauro Lopes (MDB-MG) – Não 👎
Misael Varella (PSD-MG) – não votou
Newton Cardoso Jr (MDB-MG) – Não 👎
Odair Cunha (PT-MG) – Não 👎
Padre João (PT-MG) – Não 👎
Patrus Ananias (PT-MG) – Não 👎
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) – não votou
Paulo Guedes (PT-MG) – Não 👎
Pinheirinho (PP-MG) – Não 👎
Reginaldo Lopes (PT-MG) – Não 👎
Rodrigo de Castro (PSDB-MG) – Não 👎
Rogério Correia (PT-MG) – Não 👎
Stefano Aguiar (PSD-MG) – Sim 👍
Subtenente Gonzaga (PDT-MG) – não votou
Tiago Mitraud (Novo-MG) – Sim 👍
Vilson da Fetaemg (PSB-MG) – Não 👎
Weliton Prado (PROS-MG) – não votou
Zé Silva (Solidaried-MG) – Não 👎
Zé Vitor (PL-MG) – Não 👎

Foto: Edilson Rodrigues/Ag. Senado

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