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18 setembro, 2017

O desafio da unidade pastoral em Leopoldina

São tantos os motivos de "A" ou "B" não participar. São tantas as opiniões, as decisões e argumentos enfáticos para defender posturas pró e contra os cafés que razoavelmente ocorrem com o propósito de promover a unidade entre as lideranças evangélicas de nossa cidade.
Os desafios se tornam enormes quando os rachas se tornam maiores que os interesses do Reino de Deus. Eu diria que é pura hipocrisia as mensagens de amor e unidade em tempos que, numa cidade com mais de 70 igrejas, não conseguimos reunir se quer 10% dessa liderança. Liderança que tem capacidade de promover entre seus discípulos a ideia de unidade em assuntos que convirjam para o bem estar da cidade e suas igrejas, mas que na prática do Reino, elas falham. Não estou dizendo que a participação local se torne obrigatória para todos e todos os eventos, pois o foco da Igreja é ganhar os ímpios, mas procurar se unir em momentos que sejam fundamentais à nível da circunscrição municipal é valioso para o futuro dessa própria liderança. O apoio às vezes da nossa liderança é dissipado em meio a tantos eventos intermináveis que duram de janeiro a janeiro sem que haja de fato crescimento das Igrejas, pois as vejo com lapsos de inchaços e moveres momentâneos.
Sei que boa parcela da liderança tem realmente pensado no Reino de Deus a nível da cidade, mas não posso viver da tese e não fazê-la real no dia-a-dia. É praxe que a maioria citem o Salmo 133 para 'glamorizar' o momento de cada celebração. Mas celebrar o quê?
Glamourizar - termo não especificado pelos dicionários, mas que dou o tom de, quem faz ter glamour, ou promover, provocar o glamour, ou dar muita importância e imponência.
Diante das indagações, ainda pairam perguntas sem respostas para muita gente: "Porque os pastores de Leopoldina não se unem?" Talvez o histórico de divisões e rachas nas Igrejas locais sejam motivos para que eles não falem a mesma língua. É tão estranho que, há líderes de Igrejas bem desenvolvidas que não se dão ao capricho da humildade de deixarem seus púlpitos para celebrarem um café em uma Igreja que esteja começando, ou que seja pequena. São tantas argumentações, mostrando que o viés teológico gera tanta imaturidade e indisciplina entre aqueles que deveriam dar o exemplo. São os que, por discordarem teologicamente ou por usos e costumes não conseguem se assentar numa roda de conversa, pois mais parecem inimigos que propriamente cristãos e líderes.
Há vários anos, desde que comecei a participar de encontros de pastores e líderes, em todos que fui convidado estive presente. Só não fui se não recebi o convite formal ou oral, e que não estivesse sabendo. Já fiz alterações em grades de atividades da Igreja para apreciar momentos ímpares com amigos líderes, e isso vem nos dando sustento ao longo dos anos. Tenho dito que é muito importante os líderes construírem amizades com os outros líderes, o que me faz lembrar de Jônatas e Davi, homens de guerra que fizeram aliança, de um não esquecer das origens do outro em caso da falta de um deles. Isso foi marcante!
Importa às vezes que os pastores e líderes aprendam a abrir mão de dia do seu culto, escola dominical ou de líderes e que possa se unir a  outros líderes, onde aprenderá e ensinará, sendo útil nas relações. Líder que não se relaciona com outros líderes morre sozinho, incapaz, gemendo e levando a cruz sozinho, e tudo isso por causa da imaturidade em que trata as relações. Nem mesmo Jesus descartou as pessoas, e quem somos para fazê-lo em nossos dias?
A unidade tem uma expressão muito maior para promover as conquistas, enquanto sozinhos o fardo é bem mais pesado. Estou trabalhando na Igreja o livro do Apóstolo André Ricardo "Liderança Aliançada" e esse tema tem mexido muito com os líderes da Igreja que pastoreio. Há vários líderes fazendo o mesmo em Leopoldina, e glórias a Deus por isso! Abriram a visão, o coração e isso já começou a produzir a diferença. Mas vejamos que o caminho é longo e árduo, pois o peso da divisão que insiste em nos tirar da unidade é extremo. Ainda é muito forte o principado que atua nos bastidores provocando ciúmes, crises, fofocas, falta de ética pastoral e muita coisa que não se detecta sem o discernimento espiritual. Precisamos orar e agir em prol da liderança evangélica leopoldinense.
Fazer amigos é um caminho difícil. Não é para todo mundo que podemos abrir as páginas estranhas e incompreensíveis da nossa vida. Nem todos entendem ou não terão um discernimento sadio. Seremos execrados publicamente por tais coisas. Por isso devemos ter pastores e líderes que saibam o que significa isso. É com eles que abriremos essas páginas, mostraremos a história, nos denunciaremos e seremos cuidados por quem tem habilitação para tal. Ao contrário, pastores e líderes não devem se abrir com pessoas comuns, digo, membros sem a maturidade devida. Jesus nos deu o maior exemplo disso quando estava entrando no jardim do Getsêmani, onde estava acompanhado de vários discípulos e disse a eles que assentassem ali e iria adiante, levando consigo Pedro, Tiago e João, e ainda, pediu que que estes parassem em determinado lugar e foi adiante sozinho. Esse exemplo revela que o que ele iria fazer a maioria das pessoas não podiam saber, e havia coisas íntimas que nem mesmo os amigos íntimos poderiam ver e ouvir, não tinham condições para aquilo. Portanto lhes disse para "vigiar, pois o espírito estava pronto, mas a carne era fraca", revelando o sentimento perverso que nos tiram da direção de Deus num piscar de olhos.
À liderança leopoldinense, está claro que há principados demoníacos agindo sobre uma parte, isso parece desrespeitoso dizer, mas é uma realidade. Só quem vê as coisas espirituais nas regiões celestiais sabem disso. Por isso o texto de Efésios 6 nos adverte sobre várias situações, onde devemos nos revestir das armaduras de Deus para as lutas, e não empunhar armas contra os irmãos. As brigas entre Igrejas ou líderes em Leopoldina, ao longo da minha caminhada e desde que me entendo por gente sempre foi um marco forte em promover escândalos entre os cristãos, levando-os ao esfriamento na fé e no amor, dando ênfase às obras da carne.
Me vejo constantemente citando Atos 2, onde temos um modelo de Igreja cheia de graça, poder e tendo a simpatia da sociedade. Ao contrário, nos dias atuais, muitas Igrejas estão desprovidas de graça, sem poder e que sofre as retaliações quase que unânimes na sociedade. É preciso abrir os olhos para isso meus amigos leitores e líderes. A Igreja precisa ser diferente, e a diferença começa com os líderes. Líderes que sejam comprometidos com o Reino, e que se amem acima de tudo.
Nossos constantes desafios retiram de nós a graça de ver os líderes caminhando, pois caminham sozinhos e estão além dos peregrinos, sozinhos e em muitos momentos sem Deus. Daí as razões porque muitos pastores e líderes estão surtando, entrando em depressão ou deixando o ministério, pois a pressão psicológica dominou seus sentimentos e razões. Para muitos foi o fim de um tempo promissor, onde tudo poderia ser diferente.
Crie. Projete momentos onde todos estejam por perto. Pare! Faça valer os segundos de uma amizade, pois no futuro terás mais deles para lembrar que as angústias e sofrimentos sozinhos. Seja participativo de amizades com líderes que tem a visão do Reino de Deus.

Por Josué Oliveira - Pr da Igreja Cristã Esperança Divina

05 setembro, 2017

Apóstolo Valdemiro Santiago anuncia evento para Laranjal dia 2 de Novembro

O Apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus anunciou esta semana uma concentração para a cidade de Laranjal, cidade próxima de Leopoldina à 30 km.
Em uma reunião da Igreja na capital paulista, o Apóstolo afirmou e conforme foi exibido na transmissão, o evento ocorrerá no centro da cidade no dia 2 de novembro, feriado nacional. Veja abaixo o vídeo, curta nosso canal e compartilhe nas redes sociais.


Fonte: IMPD

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