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25 junho, 2018

Políticos decidem nomear e não consultam os moradores

Quem foi a personalidade a qual minha rua, praça ou bairro recebeu o nome em homenagem? Estas indagações vem trazendo nos últimos tempos muitas indagações, e com razões.
Estas razões surgem a partir do momento em que os políticos constituídos usam das prerrogativas para nomear ruas, bairros, praças, escolas e não fazem consultas à comunidade que receberá aqueles nomes.
Muitas ruas de nosso município receberam nomes de pessoas que não possuem ligação, lastros ou feitos em prol da nossa cidade. Pessoas desconhecidas, anônimas e que não tiveram feitos significativos juntamente com o povo, e que justifique receberem logradouros ou prédios públicos com seus nomes.
Os políticos em todos os tempos usaram e abusaram desses poderes "legítimos" para dar nomes às ruas, praças e outros locais públicos, mas da maneira que é usado, o fazem em total desrespeito à sociedade a qual terá aqueles nomes, que às vezes são ingratos. Um exemplo claro disso é a formação do Estado que, segundo a Constituição Federal é "laico", mas que na prática, locais públicos recebem nomes com alusão a símbolos, personagens ou nomes religiosos. Essa 'desobservância' que assim digo, é um fato trágico e que deve ser repelido veementemente pelos moradores de quaisquer que sejam os bairros, ruas ou praças.
A maioria das ruas dos bairros de Leopoldina, os formados pelos programados de habitação pelos governos nos últimos anos, sempre receberam nomes próprios, tipo: Rua Projetada, Rua 1, Rua A. Estranhamente, o último bairro entregue aos moradores, o Empreendimento Solar já tinha nomes definidos em 10 das 12 ruas, mesmo antes que os moradores lá chegassem. Imaginem bem, você vai pagar um imóvel, um patrimônio e quem deu os nomes foram políticos que pleitearam a farra das apresentações eleitoreiras, podem crer.
Vejam na foto abaixo as ruas que receberam nomes antes dos moradores receberem seus imóveis no Empreendimento Solar.
Nos bastidores da política leopoldinense, há interesses de renomear o bairro Solar com outro nome, o que acho totalmente desproporcional aos interesses dos moradores, e pretensioso aos anseios políticos. 
Nos últimos dias, conversando com algumas pessoas sobre o tema, inclusive interessados do setor como taxistas e entregadores de encomendas, todos apontaram que os nomes deveriam ser curtos, de fácil entendimento e que facilite a localização. Exemplos de municípios que nomearam ruas com nomes de cidades existentes ou até mesmo da flora brasileira, gerando uma sensação de prazer em relação aos nomes recebidos.
Exemplos interessantes estão na cidade de Juiz de Fora, como Avenida Brasil, Rua Piauí, Rua Espírito Santo, Rua Araxá, Rua Caxambu, Rua Tietê, Rua Tupi entre muitas outras. Em Leopoldina exemplos também agregam valores, tais como Rua Ypê e Rua das Flores, Bairro Bela Vista.
Um processo interessante, deveria ser aquele em que primeiramente as autoridades ouvissem as sugestões dos moradores e depois, listar, acrescentar se for o caso e chamar os moradores para decidirem em uma votação simbólica. Dessa forma, o bairro, ruas e praças terão os nomes característicos em que os moradores decidiram, não os que os políticos decidem livremente.
É uma sugestão, e que de fato vai fazer a diferença, pois vamos cobrar explicações a tudo isso às autoridades constituídas. E na minha página no Facebook abri um enquete para que todos possam opinar. É o político que deve decidir ou os moradores? Participe com sua cidadania.

Por: Josué Oliveira / Leopoldina News

16 junho, 2018

Marcelo Aro presta contas de mais de meio milhão de reais em Leopoldina

"Verbas chegam a 800 mil reais para a cidade"
A vinda do Deputado Federal à Leopoldina na última quinta-feira 14 de Junho, organizada pela vereadora Kélvia Raquel. 
O evento ocorreu nas dependências da Igreja Metodista Bom Pastor, antiga Chácara Café Emma no bairro São Cristóvão, onde a vereadora conseguiu reunir com o deputado outros vereadores da cidade, Rogério Campos, Flávio Neto e Waldair Costa, além de diversos representantes de entidades filantrópicas da cidade, pastore e pessoas da sociedade.
O deputado fez um balanço das verbas destinadas à cidade nos últimos anos, desde que recebeu os 42 votos nas eleições de 2014. Marcelo Aro destacou a importância do apoio para chegarem a lugares mais importantes.
Veja abaixo uma parte do discurso do deputado federal em Leopoldina.
Fonte: Leopoldina News

15 junho, 2018

Chaves foram entregues nesta sexta, 15 em Leopoldina

Após 4 anos de espera, enfim, contratos assinados e o sonho da casa própria se realizando. 
Nesta sexta-feira 15 de Junho, o evento organizado entre Prefeitura Municipal de Leopoldina e Caixa Econômica Federal pôde realizar a assinatura dos contratos e entregar as 315 unidades do Empreendimento Solar em Leopoldina. O evento ocorreu desde o início da manhã e contou com a presença de vereadores, membros da Caixa Econômica Federal, do prefeito municipal José Roberto de Oliveira e de muitos populares que foram acompanhar o evento.
Os imóveis terão garantia de 5 anos pela Caixa e com contratos de 10 anos para quitação. Grande parte dos populares pagarão parcelas mensais próximos dos cem reais mensais.
No ato da entrega, o prefeito municipal destacou a luta que foi para realizar este empreendimento, mostrando-se emocionado pois houve momentos difíceis para destravar as burocracias do sistema. O prefeito destacou que não pretende mais exercer a vida política ao fim do seu mandato, mas que deseja continuar fazendo pelas pessoas, pois suas origens o levam à esta finalidade.
Fonte: Leopoldina News






14 junho, 2018

Após 4 anos de espera, o Minha Casa Minha Vida entregará moradias em Leopoldina.

 Processo que começou em 2014 se aproxima do fim este mês
Após 4 anos de espera no Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal, as casas construídas no Empreendimento Solar em Leopoldina serão entregues nesta sexta-feira, 15 de Junho.
Desde 2014 quando inciou-se o processo de inscrição, sorteio e validação dos pretendentes, muitas foram as expectativas por uma das 315 moradias no mais novo bairro pronto para habitação em Leopoldina.
O anúncio da assinatura dos contratos e entrega das chaves ocorrerão no próprio empreendimento, ao lado do bairro Impedor à 9 horas da manhã.
Na ocasião, segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social, apenas a beneficiária deverá comparecer no local, podendo estar acompanhada do esposo ou companheiro, ou se for procurador da beneficiária, ou em caso de ser acompanhante de beneficiário dependente ou idoso.

Fonte: Com informações da Secretaria Municipal de Assistência Social 
Leia +

Secretária de Assistência Social fala sobre processo de inscrições de casas populares em Leopoldina; Assista.






07 junho, 2018

Alerta: Cratera em via pública coloca moradores em risco no Jardim Bela Vista

"CRATERA É UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA NO JARDIM BELA VISTA"
Dois buracos na Rua Geraldo Alves Ferreira no Jardim Bela Vista estão colocando o trânsito sob riscos. A rua que é a principal via de acesso dos bairros Bela Vista (Parte Alta), Jardim Bela Vista, Cidade Alta e sítios nas proximidades está a cada dia perto de vivenciar uma tragédia.
Fotos: Josué Oliveira / Leopoldina News 
Na manhã desta quinta-feira, 7/6, numa breve visita naquela localidade, pude constatar que o buraco presente no meio da rua em um cruzamento chega a uma profundidade de aproximadamente 10 centímetros, enquanto outro buraco mais abaixo próximo a uma curva também vem aumentando o tamanho. 
Nas imagens feitas, é possível ter uma noção do perigo que os moradores, pedestres e veículos correm caso haja um acidente naquele local, principalmente por ser um morro íngreme e de trânsito pesado constantemente. Esse local já teve vários episódios de acidente que deixaram marcas no asfalto e feridos.
Com intuito de alertar as autoridade e evitar danos maiores, a área que possui grande movimento de alunos da Escola Municipal Judith Lintz Guedes Machado e vans e micro-ônibus que fazem o transporte naquela região, os buracos precisam receber urgentemente reparos. Muitos veículos ao desviarem da cratera, acabam indo na contra-mão, em direção a outros veículos em sentido contrário, seja subindo ou descendo.
Abaixo aponto no mapa que os buracos possuem uma distância aproximada de 55 metros um do outro, e que o buraco maior está aproximadamente 138 metros da Avenida dos Expedicionários. O local fica acima do escritório da VPA no bairro Jardim Bela Vista.
Imagens Google Maps / Ed. Leopoldina News


Fonte: Josué Oliveira / Leopoldina News

06 junho, 2018

O STF pode ter outro nome com as decisões que toma

O Supremo Tribunal Federal e as suas legislações acima das legislações aprovadas por representantes da sociedade civil Congresso ainda continuam dando muito que comentar. Afinal de contas, não é novidade que o Supremo Tribunal Federal continue andando na contra-mão dos interesses populares, provocando ainda mais instabilidades de confiança entre a sociedade, os políticos e o judiciário no país.
A bola da vez foi a impressão dos votos que ocorreria em 5% das urnas nas eleições de 2018. A Mini-reforma aprovada pelo Congresso em 2015 previu que a partir das eleições de 2018 haveria a impressão do voto que seria automaticamente conferido pelo eleitor, caindo numa urna paralela na cabine de votação. Tudo isso foi por água abaixo nesta quarta-feira, 6 de Junho.
Por 8 votos a 2, o STF julgou que a impressão dos votos tira o sigilo do voto e seguiu o argumento da Procuradora Geral da República Raquel Dodge. De fato, a decisão do plenário suspendeu os efeitos da Lei 13.165/2015 no Artigo 2º que diz: "No processo de votação eletrônica, a urna imprimirá o registro de cada voto, que será depositado, de forma automática e sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado". O caso ainda será analisado de forma definitiva e não há datas para isso.
A Procuradora questionou na ação que se houvesse um problema no sistema de votação, o mesário teria que intervir e isso levaria o mesmo a conhecer o voto do eleitor, tirando então o sigilo do voto.
Na decisão do STF, votaram pela suspensão do voto impresso nas eleições de 2018 o Ministro Alexandre de Moraes - relator, e foi seguido por outros 7 ministros, Luis Roberto Barroso, Luiz Edson Fachin, Marco Aurélio Mello, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Cármen Lúcia.
Contrariando os oito ministros, Gilmar Mendes criticou o voto impresso apontando a urna eletrônica como segura e confiável, mas que a decisão do Congresso não é inconstitucional e fez menção da mudança do voto manual para o eletrônico que começou em 1998, mas que só ganhou espaço em todas as seções eleitorais em 2002. Para Gilmar, o voto impresso deverá ser gradativo.
Outro ministro a dar o parecer pelo voto impresso foi Dias Toffoli, mas afirmou que ele é prejudicial ao sistema eleitoral, mas que cabe apenas ao Congresso definir a situação.
No TSE, a decisão aprovada para este ano previa o uso de 5% das urnas com impressora de votos, cerca de 30 mil unidades num universo de mais de 550 mil urnas em todo país. Para o presidente do Tribunal Superior Eleitoral Luiz Fux, o voto impresso é um inegável retrocesso e mostra que viola o princípio da confiança na Administração.
Para mim, o eleitor, o Supremo a cada dia esconde o que está por trás de todo o sistema eleitoral. Enquanto Gilmar Mendes foi favorável à manutenção da Lei, o ministro fez uma colocação de que as urnas estão sujeitas à verificação dos partidos. Isso deixa dúvidas. Porque os partidos tem direito à verificação sendo que eles são apenas meio da organização para alguém chegar a ocupar um dos poderes? Não é o cidadão comum que tem as prerrogativas de conhecer, saber, se informar conforme manda a Lei 12.527/2011 que em seu Artigo 1º deixa claro que deve ser observados pela União, e em faz a menção clara dos Poderes no primeiro inciso, mencionando "Executivo, Legislativo, Cortes de Contas, Judiciário e Ministério Público". Qualquer pessoa que possui seu título em tese tem o direito, mas na prática, os poderosos temem a verdade.
Portando, a decisão do STF foi mais uma das grandes aberrações, ou seja, uma afronta aos interesses da sociedade que clama por transparência no sistema de governo, e pelo visto, 9 dos 11 ministros estão falando para frente e para trás ao mesmo tempo. Ora julgam sob pressão de partidos, ora sob pressão popular, ora sob os seus próprios interesses, e desses se valem para permanecer no poder, praticamente vitalício, onde farão as regras conforme o tempo, a cor da bandeira e o medo. Esse é o STF, eu diria, a sigla pode ter outro significado, o de Supremo Tribunal da Fantasia, do Fascismo, ou de Fantoche. Só não é Tribunal que aplica a lei, mas que inventa e que prevalece sobre os interesses genuinamente do povo.

Por Josué Oliveira 

04 junho, 2018

Petrobras, a galinha dos ovos de ouro

Todo mundo está de olho nela, porque será?
Imagem: Exame
A galinha dos ovos de ouro do Brasil é uma das maiores empresas do mundo, é a famosa Petrobras. Se nos tempos quando foi criada por Getúlio Vargas, a petrolífera brasileira era apontada como patrimônio do povo brasileiro, ao menos nos últimos 20, 30 anos ela virou uma empresa que bota ovos de ouro para sustentar um sistema de governo desgovernado e de acionistas internacionais.
Atualmente a empresa é de capital misto e o governo brasileiro detém a maior fatia, alcançando seus 64% como dono dessa galinha. Se entre os anos 40 e 60 do século XX, o país passara por intensos debates sobre a soberania do petróleo nacional, o famoso jargão usado pelo governo e pelo escritor e fomentador do petróleo, Monteiro Lobato, a frase "O petróleo é nosso!", nunca faria tanto sucesso em nossos dias se fosse verdade.
Se naqueles tempos o Brasil não tinha tecnologias para desenvolver o próprio combustível, o duro era ainda depender dos americanos que detinham o poder no mundo sobre o petróleo, já nos últimos anos, o Brasil se consolidou e desenvolveu tecnologias a ponto de fazer a famosa BR ser a maior empresa do país e da América Latina. Porém, e o petróleo?
O petróleo que foi desejado como patrimônio das bacias brasileiras para enriquecer o povo e não depender dos americanos, agora nos vemos diante das maiores aberrações desse país. A Lava-Jato está provando que o petróleo não é tão nosso quando queriam os que tanto lutaram nos meados do século passado. Desvios, pagamentos indevidos, subsídios e muitos fracassos nos últimos anos tiraram o gosto do brasileiro ao ver estampado em sua logo as cores em verde e amarelo. Assim o petróleo, patrimônio que era do povo agora anda nas mãos de gringos, acionistas poderosos que cada vez mais querem lucrar nas bolsas com o nosso petróleo.
Já os últimos governos foram cruéis com o povo. Tiraram a ideia de soberania, entregaram os lucros nas mãos dos estrangeiros e voltamos ao zero. Pagamos muito mais caro para usar o petróleo da BR, enquanto vendemos mais barato para os gringos ganharem mais de uma vez - no preço, tributos menores e lucrar nas ações. 
Pobre Brasil que deixou de se grande, um gigante para ser um anão, forte, mas sem tamanho para competir com os gigantes no mundo.
É triste que tantos esforços empregados em fazer valer os interesses do povo brasileiro não resultaram em nada, e a cada dia que passa nossos lucros da galinha dos ovos de ouro estão sendo canalizados para os Estados Unidos, Holanda, China, Japão e Argentina, além de outros países vizinhos ao Brasil.
Um dia o petróleo que foi nosso poderá resultar na maior tragédia financeira do Brasil, maior que já vimos atá aqui. Uma empresa que emprega milhares de funcionários, continua dando suas riquezas para meia dúzia de investidores, enquanto o povo brasileiro, o verdadeiro dono do petróleo paga cara pelo que é seu por direito. Enquanto a Petrobras não voltar a ser interesse da sociedade brasileira, os ratos internacionais e dos governos daqui vão sempre emendar um cano para jorrar petróleo no seu quintal. Assim é mais fácil apanhar os ovos de ouro.

Por Josué Oliveira

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