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02 julho, 2021

Mentira sobre Ivermectina pode custar a vida de médica indiana

A Indian Bar Association (Ordem dos Advogados da Índia) processou a cientista-chefe da OMS, a médica Soumya Swaminathan, por ter causado a morte de indianos. A justificativa é de que a cientista teria enganado os indianos sobre a eficácia da Ivermectina.

Em  um dos pontos da denúncia, a associação afirma que a cientista fez um tweet enganoso em 10 de maio deste ano contra o uso de ivermectina. As informações são do Terça Livre.

Isso teria feito com que o estado de Tamil Nadu retirasse a ivermectina do protocolo, um dia após o governo ter indicado o medicamento para o tratamento de pacientes com Covid-19.

Se a justiça da Índia declarar a cientista culpada, ela pode ser condenada à morte ou à prisão perpétua.

Dipali Ojha, principal advogada da Indian Bar Association, ameaçou processar criminalmente a médica da OMS “por cada morte” causada por seus atos de omissão.

Swaminathan é acusada de má conduta por usar sua posição como autoridade sanitária para promover a agenda de interesses da indústria de vacinas.

O analista político José Carlos Sepúlveda disse no Boletim da Manhã desta quinta-feira (1º) que a eficácia da ivermectina foi comprovada na Índia ao se enfrentar uma explosão de casos da Covid-19.

“O que fica aqui posto é o seguinte: essa pessoa agiu apenas enquanto pessoa ou ela, tendo um posto importantíssimo dentro da OMS, agiu com respaldo da instituição?”, questionou Sepúlveda.

Fonte: Brasil Terra Notícias / Terça Livre

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21 janeiro, 2015

Malta diz que ativistas pró-maconha atrasaram a liberação do canabidiol

O senador Magno Malta (PR-ES) foi o presidente da comissão do Senado que discutiu sobre a legalização do uso medicinal do canabidiol. O medicamento derivado da planta da maconha é usado para tratamentos de epilepsia e outras doenças neurológicas, mas sua prescrição estava impedida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Malta se colocou a favor da liberação do medicamento e falou contra os ativistas que defendem a liberação da droga para fins recreativos dizendo que eles atrapalharam os trabalhos da comissão.

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