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30 julho, 2019

O que fazer nesta hora de comemorar a data dos genitores?

Pois bem, diante de alguns dilemas dos nossos dias em virtude da larga escala de pais separados, ausentes por alguma razão do relacionamento ou mesmo por perda da vida, neste post gostaria de abordar o assunto que são relacionados às comemorações aos dias das mães e dos pais.
Sabendo um pouco sobre estas comemorações, surgem dúvidas em nosso meio cristão, se devemos ou não comemorar mesmo tendo nos nossos grupos crianças, adolescentes e jovens que não tem um dos genitores conforme eu disse no primeiro parágrafo.
Podemos argumentar este tema sob as seguintes visões:
De um lado temos a criança que é provida de seus pais, vive em plena alegria de poder abraçá-los, beijá-los e ainda presenteá-los de alguma forma. Esta criança é observada por outras que não estão no mesmo contexto, inclusive por aquelas que não tem os mesmos costumes culturais, apesar ter seus pais vivos e em sua companhia diariamente.
Por outro lado, crianças que fazem parte do nosso cotidiano e que não tem a presença de um ou ambos genitores em tese poderiam estar tristes por essas razões. Ao mesmo tempo que lidamos com crianças que não tem um ou ambos genitores, temos outras que os tem no dia a dia e vive dilemas extremos de tristezas exatamente com seus genitores.
Observando os princípios das escrituras, algo já observado há milênios, as comemorações são meios que levam as pessoas a esquecerem as suas tristezas diárias, entre elas a perca ou ausência de um ou ambos genitores. Nestes casos, as crianças estão amparadas por alguém, um amigo, um parente e que de alguma forma acabam encarnando a figura genitora, dando provisões de amor, carinho, afetividade e sustentos diversos. Um exemplo disso nas escrituras foi de Ló, sobrinho de Abraão (Gn 11.27,31; 12.4,5; 13.1-13,14; 14.12-16, mas criado com ele, foi tratado como filho. Ló viveu muito tempo com Abraão seu tio, mas o respeitava como pai.
Ainda em relação a figura genitora ou de quem pode produzir a diferença na vida dos carentes, o Apóstolo Tiago em seu livro  diz: Tg 1.27 "A religião perfeita para com nosso Deus e Pai é esta: visitar os órfãos e viúvas nas suas aflições...". Isto fica claro que cada cristão deve promover a alegria das pessoas que nada tem para se alegrar, isto engloba ajudas financeiras, afeto, carinho - pois era exatamente isso que faltava às viúvas, mulheres que perdiam os maridos e aos órfãos, crianças que perderam seus pais.
As escrituras nos diz que: "Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti" - Isaías 49.15. Esta frase deixa claro que o Senhor ele vem promover em nós a ocupação de quem porventura tenha nos esquecido, nos deixado, abandonado.
Portanto não podemos ajudar a produzir dores nos órfãos e viúvas sendo insensíveis. Devemos amar estas pessoas como se elas fossem da nossa casa, da nossa família. Assim como Jesus disse que a sua verdadeira família eram aquelas pessoas que faziam a vontade do Pai, nosso aspecto de família vai além de cuidar e amar as pessoas que queremos, mas as que querem estar ao nosso lado para receber este carinho e presença diariamente. "E a multidão estava assentada ao redor dele, e disseram-lhe: Eis que tua mãe e teus irmãos te procuram, e estão lá fora.  ele lhes respondeu, dizendo: Quem é minha mãe e meus irmãos? , olhando em redor para os que estavam assentados junto dele, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Porquanto, qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe" - Marcos 3.32-35.
Nas datas comemorativas ao dia das mães ou dos pais, são períodos em que reacende as dores por alguma razão. Pessoas ficam cabisbaixas, com sintomas depressivos e profunda tristeza. É nestes momentos que os homens e mulheres de Deus, preparados e forjados na obra entram em ação. É uma visita, um abraço, um presente, uma palavra... Momentos assim estimulam as pessoas carentes a superarem os desafios das ausências definitivas, da bastardia, e por não terem o suprimento necessário dentro de suas próprias famílias.
Mãos à obra! Façamos já o que o Senhor Jesus nos propôs.

Pr. Josué Oliveira - Presidente ICED

Do lado de quem a OAB está?

Pra quê serve a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil)? Eu neste post poderia usar todas as acusações possíveis contra esta entidade, ou melhor, contra sua liderança e alguns grupos baseado exatamente nas teses políticas que ela, por meio destes vem usando para defender "democracia e a Constituição Federal", mas nos seus interesses.
Não é novidade que esta entidade e muitas outras de grande importância no país foram aparelhadas exatamente para criar um Estado onde o PT e partidos aliados pudessem estar no comando. Comandando os desvios, as gratificações pelos ilícitos, enriquecimentos, e, ou seja, onde pudessem instalar a baderna da destruição do Estado e os valores pregados pela cultura de sua sociedade.
É vergonhoso que o atual presidente da OAB, Felipe Santa Cruz seja mais que presidente de uma entidade com finalidade de promover a justiça, os direitos e deveres de todos para que o haja harmonia dentro do Estado. Felipe Santa Cruz e a maioria cúpula da entidade nos últimos anos tem destoado do que de fato é importante para "justiçamento social" e aquilo que é "justiçamento por interesses próprios". O atual presidente da OAB já foi filiado ao PT, Partido dos Trabalhadores no Rio de Janeiro por quase 8 anos, além de ter sido candidato a vereador. É fato!
Em alguns episódios recentes na nossa história, a OAB esteve de forma estranha ao lado perverso da situação. Veja bem que, ao ser pedido que a defesa de Adélio Bispo (o homem que tentou matar o então candidato a presidência Jair Bolsonaro), o advogado Zanone de Oliveira e outros do grupo de advogados (que por sinal, os mais caros do país), informassem quem pagou os honorários e, a OAB foi contra. Enquanto a sociedade queria saber de onde vinham os honorários pagos a estes caríssimos advogados, e saber a ligação que havia entre Adélio e estes advogados visto que uma série de dúvidas pairaram sobre o processo, simplesmente a entidade se viu no corporativismo do setor e foi contra a quebra de sigilo. Se não estivessem devendo, não deviam temer e tremer tanto assim.
Pois bem, não é de se estranhar, mas a mesma OAB também foi contra o pedido de quebra do sigilo telefônico da JBS, dos irmãos Batista. A entidade entrou com Habeas Corpus no STF para impedir que eles fossem investigados nas suas ligações e mensagens, no caso do famoso "celular-bomba". No caso ainda envolvendo a JBS, a Ministra Cármen Lúcia do STF revogou a quebra de sigilo do advogado Francisco de Assis e Silva, ex-diretor jurídico da JBS. Carmém Lúcia também não autorizou a ida de Francisco à CPI na Câmara dos Deputados. 
Sendo assim, a entidade vem pregando certas doutrinas jurídicas de viés político e as finalidades por ela defendida causam ainda mais alvoroço social, possibilitando ainda mais a violência no país, já que ela não age em prol do Estado bem servido, dos bons costumes e princípios, da boa índole, do processo legal e justo, e de cumprimento da justiça.
E para não ser mais escandaloso já sendo, a OAB está na contra-mão de novo dos interesses do povo. Ela sugeriu o afastamento do Ministro da Justiça Sérgio Moro e do Procurador Deltan Dallangnol da ForçaTarefa da Lava Jato em Curitiba. A entidade ainda classificou como "promiscuidade" os fatos revelados pelo site The Intercept. Não bastasse os nefastos atos criminosos dos invasores de contas do Telegram e de números de telefones, a entidade se quer apoio membros do Estado que tem atuado no combate ao crime organizado, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e outros que permeiam o meio político, empresarial e jurídico do país. A OAB se mostrou prostituída por meio de notas de repúdios e pedidos de validade de dados obtidos de forma irregular.
No entanto, os fatos falam por si. Quando alguém do grupo dos integrantes da entidade faz críticas às decisões, não se veem o reverberamento por meio das mídias e todos se calam, mas bastam algumas críticas do atual governo, que logo a entidade emite notas e com as ameaças de sempre em buscar respostas no STF. E ao que me parece o STF é mesmo um lugar bem preparado para a OAB alcançar respostas assim. Por lá, ministros também que não são juristas para a Constituição, mas políticos disfarçados atendem com certa frequência os pedidos para sanar os debates políticos do lado de fora.
Em súmula, o presidente Bolsonaro precisa de mais cautela no dia a dia. Menos palavras ardilosas e mais proposituras de governar e mostrar para as pedras no sapato que tenha valido a pena ser o presidente das mudanças radicais no país. As palavras que soam pelo vento fazem mais barulho que necessariamente as atitudes, ações concretas.
Por outro lado, Bolsonaro é o espelho invertido da oposição. É o extremo! Se de um lado tem que faz badernas para defender seus interesses e opiniões, do outro existe Bolsonaro e uma legião de seguidores que fazem um enorme barulho com palavras e pressão, porém sem a violência que é ensinada nas escolas dos baderneiros. Ao re-espelhar nestes últimos dias vários assuntos polêmicos, Bolsonaro não disse nada demais, só ganhou as mídias porque ele é o presidente e sabe muito mais do que a imprensa, a OAB e o STF. Portanto, Bolsonaro é vivido e bem articulado, e não basta "a verdade" escrita no atestado por quem quem quer que seja, basta olhar o retrovisor da história e rever que todos os lados erraram, porém, um lado continua vítima, vitimizando e fazendo vítimas. O outro espeta, assume, e quer tocar o barco para as mudanças.
E finalizo, onde me pergunto também: "Pra quê serve a OAB mesmo?"

por Pr. Josué Oliveira

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