Informação:

ANUNCIE AQUI. Envie sua propaganda para (32) 98872-5516 e depois faça o PIX 05419596628. São 19 anos de trabalho.



Mostrando postagens com marcador Gilmar Mendes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gilmar Mendes. Mostrar todas as postagens

23 abril, 2021

“O crime compensa para vossa excelência?”, discutem integrantes do Supremo

A maioria dos ministros se mostrou a favor da parcialidade de Moro ao julgar o ex-presidente Lula.

Nesta última quinta-feira (22), os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) debateram sobre a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba sobre o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o clima esquentou em ambos os lados.

De um lado Luís Roberto Barroso contra Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, a sessão teve que ser interrompida por gritos do presidente da corte, Luiz Fuz.

No início da conversa sobre os efeitos da Operação Lava Jato no Brasil, Barroso e Lewandowski se desentenderam. Lewandowski estava falando sobre supostos prejuízos que o país teve por consequência do combate à corrupção, quando Barroso o interrompeu:

“Vossa excelência acha que o problema, então, foi o enfrentamento da corrupção e não a corrupção?”. Em resposta, Ricardo disse que quem é contra a Lava Jato não significa que são favoráveis a corrupção.

“O modus operandi da Lava Jato levou a conduções coercitivas, prisões preventivas alongadas, ameaças a familiares, prisão em segunda instância e uma série de outras atitudes absolutamente, ao meu ver, incompatíveis com o Estado democrático de Direito”, disse Lewandowski.

Em seguida, Ricardo afirmou que as mensagens conseguidas por meio de hackers e divulgadas pela imprensa devem ser consideradas. Barroso então respondeu: “Mas é produto de crime, ministro. Então, o crime compensa para vossa excelência?”.

Logo, quando Gilmar pegou a palavra, ele deu uma indireta em Barroso, os dois então bateram boca em relação às discordâncias da casa. A sessão foi encerrada depois das 19h sob as discussões e gritos.

Pelo adiantamento dos votos, a maioria manteve a decisão que considera o ex-juiz federal Sérgio Moro parcial no julgamento de Lula. Os únicos contrários até agora foram os ministros Edson Fachin e Barroso.

De acordo com o UOL, mais cedo os ministros decidiram que as ações da Lava Jato contra o ex-presidente ficarão em posse da Justiça Federal do Distrito Federal.

Fonte: Gospel Prime

RECEBA NOTÍCIAS EM SEU CELULAR



07 abril, 2021

ARTIGO: Gilmar Mendes, um ministro que desconhece a realidade social das igrejas

O julgamento da ADPF 811 desta quarta-feira, o relator Ministro Gilmar Mendes acabou por manter o que ele já tinha decidido na segunda-feira ao atender um ação do Estado de São Paulo, movida pelo PSD.

Tudo isso seria justificável se não tivéssemos que lidar com uma realidade em que Gilmar Mendes desconhece ou se faz de quadrado, tolo ou é a própria besta enganadora. Mas é possível entender, Gilmar Mendes tem vida própria e independente da ralé.

Em seu voto, ficou claro que ele não levou em consideração as colocações de André Mendonça, Advogado Geral da União e nem do Procurador Geral da República, Augusto Aras. Preferiu o seu cinismo e sarcasmo de sempre, algo peculiar da sua identidade "falastrônica" - assim denomino.

Preferiu ignorar, sabendo que as igrejas não buscam privilégios mas igualdade no que tange as regras de reconhecimento de "atividades essenciais", reconhecido no Decreto Federal 10292.

Ao abordar algumas decisões ocorridas em outros países sobre a manutenção de templos religiosos abertos, Gilmar Mendes citou que houve transmissão de vírus de Covid-19 em certas cerimônias que alcançaram largas proporções. Em outro exemplo citado, o ministro relator citou o desencorajamento de doações em espécie como forma de impedir a propagação do vírus.

Até aí, tudo parece normal, já que havia fortes indícios na argumentação para impedir que os templos permanecessem abertos durante a pandemia. Só que a esquizofrenia fere de morte os direitos fundamentais no país há muito tempo. Gilmar foi incapaz de compreender que no futebol existem dezenas de casos confirmados diariamente, comprovados com exame e nem por isso, as partidas profissionais deixaram de acontecer, mesmo sabendo que o infectado teve contato com outras pessoas. Tudo isso, após a retomada da maioria das atividades no país ainda em 2020.

Olhando ainda além, Gilmar não demonstra lealdade ao tratar dos fatos sociais em que implicará ao dar poderes a prefeitos e governadores que se quer professam alguma fé religiosa, e que nos termos frios da lei, arrepiam medidas inconstitucionais apenas por serem contrários às religiões e seus fundamentos. Ao olhar toda conversa e a "gastação" de tempo ao não reconhecer filas quilométricas em bancos, loterias, supermercados que não possuem distanciamento, álcool a 70%, máscaras, e condições ordeiras para tal, Mendes se omitiu e chegou a debochar de André Mendonça: "deve ter vindo de Marte".

Em relação às doações que ocorrem nas instituições religiosas, me parece ainda mais cruel e maquiavélico da sua fala. Ao ouvi-la, me lembrei que há filas em bancos, loterias, supermercados, onde todos os cidadãos possuem um cartão de crédito ou débito e não andam com dinheiro em espécie. Me pergunto: "Em que mundo Gilmar Mendes está ao mencionar tal desencorajamento das doações?"

Para Gilmar Mendes, os dados elevados de mortes e contaminações são responsáveis por si só suficientes ao dar um voto contra a abertura ou permanência dos templos religiosos. Não levou em consideração os índices de depressão e suicídios provocados ou aumentados com a pandemia, principalmente com o isolamento, desemprego, doença e fome. Ainda não levou em conta o papel desempenhado pelas religiões em aconselhamento, orientações e além de exercer um papel social que aliviam os problemas das pessoas sem alento e atenção estatal.

Neste quesito, Gilmar Mendes é o tipo de ministro que ainda precisa descer do pedestal e saber um pouco mais da realidade dos cidadãos brasileiros. Cidadãos que frequentam suas cerimônias religiosas, cidadãos que precisam enfrentar filas para comprar ou pagar, que tocam em dinheiro vivo, cidadãos que na maioria das vezes não tem nem onde cair morto. Se cair para o norte, ali ficará, e com certeza, Gilmar Mendes se quer avaliou essa realidade. É preciso deixar de ser ministro do STF e voltar a ser um cidadão comum, a sentir na pele o que significa lockdown, ondas preta ou roxa, fome e muitas outras restrições.

Por Josué Oliveira - Pastor e editor blog Leopoldina News

RECEBA NOTÍCIAS EM SEU CELULAR



07 novembro, 2020

Gilmar Mendes afirma que urnas eletrônicas brasileiras são seguras e confiáveis


Diante do processo confuso de apuração das eleições americanas, o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes deixou seu comentário no Twitter afirmando que o sistema brasileiro é seguro e confiável. Na fala Mendes destaca que o que ocorre "nos Estados Unidos no momento seria impensável no Brasil".

O post foi feito nesta sexta-feira 6 e muitos internautas resolveram comentar a publicação do ministro. Confira a mensagem do ministro e alguns comentários:

O comentarista esportivo, um dos mais conhecidos do país, Milton Neves escreveu no post "Apoiado". Enquanto isso outros comentários divergiram da tese de Gilmar Mendes.

"Sei não... Será ?! A gente vê tanta trapaça no mundo digital, o qual, também, se aperfeiçoa , se sofistica e acompanha a evolução tecnológica. Ledo engano se sentir seguro pelo que não não conhece e por isso achá-lo intransponível." - @HenriqueDOlive1

"Claro, aqui no Brasil não existe a possibilidade de reestabelecer a verdade no caso de suspeita de fraude! Nos EUA estão dizendo que um SOFTWARE usado na contagem dos votos apresentou "falhas" mas eles têm a possibilidade de conferir, afinal possuem as cédulas físicas!" - @Alexand56352298

"Prezado Ministro, O Brasil pode pagar as custas de um sistema que possa auditar uma urna se tiver suspeita de fraude. Não se justifica não aceitar que se imprima e guarde os votos da urna para possível aferição." - @MiguelC62358863

"A urna eletrônia ja foi confirmada que não é confiável. Os hackers invadiram o STJ, será mesmo que não invadem as urnas?" - @joaraf

Muitos comentários foram a favor da tese do ministro Gilmar Mendes, outros colocaram em dúvida os questionamentos do presidente Jair Bolsonaro sobre a segurança da urna e seu pedido de impressão dos votos.

Fonte: Leopoldina News

Receba notícias diretamente em seu celular. 

Entre no grupo Leopoldina News no WhatsApp

23 março, 2018

O STF é o melhor lugar para se buscar justiça?

Os interesses baseados na pressão política da oposição sobre o Supremo Tribunal Federal, além de contar com vários ministros da corte fazendo campanha para mudar o entendimento da prisão em segunda instância, assumido pela Tribunal em 2016, tem gerado uma baita desconfiança na sociedade.
Se em 2016, ficou definido que a prisão em segunda instância poderia acontecer, não sendo necessário o trânsito e julgado, menos de 2 anos depois, puxado pelo Ministro Gilmar Mendes, o STF está muito perto de fazer alguma mudança de entendimento. É o que se vê pelas falas dos ministros.
O pior de tudo isso é que o cenário jurídico virou cenário jurídico-político, ou seja, o Supremo Tribunal Federal é o lugar que ninguém pode dormir confiando na justiça. Lá as regras mudam de acordo com os personagens. E estou crendo piamente nas palavras de Lula quando disse em 2014 que o Supremo estava acovardado. E realmente está. E mais do que acovardado. As decisões tomadas lá nos últimos 15 anos vem na maioria das vezes contra os desejos da sociedade. Ou seja, o STF não é guardião da Constituição Federal, mas tem sido guardião dos interesses políticos, dos ricos, dos amigos e companheiros, essa é a dura realidade.
Não é novidade que todo mundo queira ser julgado pelo STF. Porque sabem que lá a chance de se safar da cadeia e de não pagar pelos erros é muito grande. Eis aí o porque todo mundo não quer mais a primeira instância, lugar que atrasaria o pagamento das penas. Todo mundo quer ir para Brasília.
Ouvindo as colocações do Ministro Dias Tóffoli onde argumentava que nos mais de 100 anos antes de ele assumir uma cadeira no STF, a numeração dos Habeas Corpus estava perto de 100.000 em 2009. De lá pra cá, o número já está perto de 150.000, ou seja, em 9 anos a farra dos HCs chegou a 50% dos 100 anos anteriores. E digo, tem invadido o STF com toda vontade e prazer, não pela legalidade do direito, mas pela maneira promíscua que os que julgam tem com os que lá fazem apelos.
Fico pensando desde o julgamento do Mensalão, os casos de políticos que enfrentaram e afrontaram o STF, o caso do Empeachment de Dilma Rousseff, a prisão de Eduardo Cunha, o julgamento do HC de Antonio Palocci e muitos outros. A realidade do julgamento que o Supremo Tribunal Federal faz hoje é a de beneficiar bandidos, corruptos, e de tudo quanto é degenerativo da vida e paz social. O STF deveria saber que quem promove mais os bens sociais são os que tem maiores representações, não as minorias conforme vemos. Eis aí os porquês vemos líderes da maioria e minoria no Senado e Câmara, mas no STF nem se pensa nisso.
As falas de Gilmar Mendes esta semana afrontando Cármen Lúcia, Luiz Fux e Luiz Roberto Barroso é a clara intenção de calar os que pensam na direção do país, não na direção dos políticos.
Se o STF continuar dessa forma, tão cedo o país se livrará de um sistema corrompido, que se abdicou das funções constitucionais para se dedicar a funções de advogar para réus, e se promovem em assuntos que não deveriam permear aquele Tribunal, ao menos diante dos holofotes como muitos tem feito. Parece que querem mídia.
Nos últimos anos, o STF se vê envolvido "legislando" o que é inconstitucional. O que Gilmar Mendes tanto fala sobre abuso de poder e autoridade, diz de si mesmo, pois fala do abuso de poder que o mesmo faz, independente de quem esteja do outro lado. É o claro exemplo a ser continuamente observado. 
Já fui fã de Gilmar Mendes, mas mudei de opinião. Gilmar mudou de lado, de convicções e isso trouxe sérios problemas para aquilo que ele aplica, busca e acredita nos dias atuais. Não falamos a mesma língua já faz tempo.
Outros Ministros do STF também tem deixado muito a desejar em seus argumentos, é o caso da Ministra Rosa Weber, Alexandre de Moraes, Celso de Melo e Marco Aurélio. O país não aguenta ouvir tantos termos confusos, ideias que não deixam a aplicação mais clara, mas que no aspecto prático usam exemplos errados de outras constituições para defender seus pontos de vistas. Então deveriam ser ministros de outros tribunais, não no Brasil.
Na real está difícil acreditar que ainda haja esperança no STF. Até mesmo a presidente Cármen Lúcia, já está se mostrando acuada pela pressão dos machões, pelos políticos de guerrilhas e por setores da sociedade que não produzem crescimento, mas que vivem do Estado que produz e mama às custas das decisões da justiça. Não deveria nem se reunir com gente assim. A democracia não pactua alianças de paz entre réus e julgadores. Democracia apela dia e noite pelo bem do povo.
A construção de Brasília, organização dos três poderes me parece algo estrategicamente pensado para denegrir o país. Se a capital fosse o Rio de Janeiro, com certeza a coisa seria complicada para os ministros e políticos, não teriam trégua diante desses temas. Mas lá em Brasília a distância tira o poder de pressão e expressão dos cidadãos brasileiros. 
No mais, os três poderes estão falidos. Falta é abrir a vala e enterrar a administração pública, que no executivo deixou de fazer, no legislativo deixou de cumprir os deveres de investigar e legislar, e no judiciário, a conivência, a conveniência e a incapacidade quebrou as pernas da justiça que hoje é fraca, ineficiente e incapaz de garantir a soberania dos direitos do povo.
Há um tempo atrás que escrevi e disse que o país precisaria de uma nova Constituição. Os ciclos de uma constituição para outra estava apontando para mudanças, e cada vez mais vemos nossa Constituição totalmente remendada, fraca e falsa. Ela rege leis para o povo simples e exime os poderosos de obedecê-la.
Finalizando, quem quer ser justo será julgado pela justiça, pela Lei. Já os injustos querem escolher o tribunal manipulado ou o juiz que é amigo. Para mim, o STF não é o lugar da justiça, nem da verdade e provavelmente não mudará tão cedo. O STF hoje se apresenta praticamente em sua totalidade cego, moroso e pretensioso em certas questões. E, se o STF quiser ser o guardião da Lei, que faça seu papel conforme a Lei estabelece.

Por Pr. Josué Oliveira

22 março, 2018

O povo precisa vomitar


Olá!
O vômito é o resultado superficial que revela o mau que está acontecendo no organismo. Olhar as farpas de Gilmar Mendes contra a presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia e contra os Ministros Luis Fux e Luiz Roberto Barroso, mostra o quanto dá vontade de vomitar hoje.
Amanheci sentindo nojo do que está acontecendo nas entranhas de nosso sistema, esse mal que me parece não passar tão cedo, ao menos que tomemos uma dose de semancol, um remédio forte e eficiente para os menos lúcidos, porém feridos internamente.
Meu vômito que vem para sair, as vezes volta por falta de coragem, por temores da vergonha que poderão aspergir sobre minha figura. Mas aí pensei: "Se já tenho a vergonha de vomitar mas terei que fazer, então não posso pensar no que vão dizer do que penso. Vou deixar o vômito sair." Só assim espero que cada cidadão sério desse país não se sinta coagido pelo sistema e não desejar vomitar.
Eis aí o porque muita gente morre sentindo mal, mal do estômago, mal que está generalizado, como uma doença, uma chaga incurável, mas é apenas um mal que ainda pode ser vomitado e o corpo curado.
Hoje, diante das aberrações 'farpejadas' pelo Ministro do STF Gilmar Mendes ditas ontem, eu vomito. Vomito porque fez mal e continua fazendo. Fazendo a mim, aos colegas, aos meus vizinhos, ao STF, ao povo, ao Brasil. A maneira de tratar os demais integrantes da Corte, nos mostra o quanto o Judiciário está sob mãos erradas, não todos, mas uma parte, e entre eles o Ministro em questão.
Espero que o Brasil se cure desse mal enquanto ainda tem forças para vomitar, antes que chegue as horas e dias em que nem a boca poderá abrir, pois, para tudo haverá um motivo de temor, mesmo que não seja para vomitar.

Por Pastor Josué Oliveira

22 agosto, 2017

Gilmar Mendes e o sistema precário da política

Quando vejo Gilmar Mendes defender o semi-presidencialismo como solução para o sistema brasileiro, me pergunto: Resolverá o sistema com os mesmos políticos? Não resolverá! Porque digo que não resolverá? Por algumas análises simples, e as destaco:

1º - Desde a redemocratização do país, dos quatro presidentes eleitos, apenas 2 terminaram o mandato, e os que não terminaram não o fizeram pela incapacidade política e eleitoral do sistema, mas por atos omissos, de corrupção e de ingerências;
2º - A mudança de sistemas leva o país a instabilidades bem piores às atuais, já que, os motivos sempre são para garantir a imunidade aos parlamentares e políticos que se corrompem, mas que não garantem a estabilidade dos sistemas escolhidos para gerir as eleições e a política;
3º - Fundo partidários como existe hoje e como estão propondo é a continuação da corrupção, afinal o dinheiro não é usado para fins eleitorais, mas para fins criminosos que corrompem a legitimidade do pleito. Tanto o dinheiro público, como as doações e o caixa 2, em todos os aspectos, o dinheiro sustenta campanhas caríssimas e que nunca serão averiguadas com veracidade;
4º - A ideia de semi-presidencialismo é a maneira de garantir a uma classe de políticos machistas, capazes de montar um sistema onde as mulheres não poderão voltar ao poder. Isso porque, será muito mais fácil destituir uma voz feminina que uma masculina, o sistema antecede esses fatos. Dilma caiu por esse e outros motivos. Se fosse Temer no lugar de Dilma, com certeza teria dado no que deu agora recentemente, mesmo cometendo todos os atos ilícitos e comprovados;
5º - Semi-presidencialismo é a maneira dos deputados e senadores montarem um golpe atrás de outro quando não estiverem falando as mesmas línguas do presidente da república. É a maneira de destituir um governo sem a necessidade de ouvir os interesses do povo;
6º - As propostas que tenho ouvido acerca de "distritão e misto" revelam que os políticos não estão propondo governar um país, mas criar mecanismos para manter quadrilhas inteiras no poder, sem que sejam remanejadas pelo povo através do voto;
7º - Seja qual modelo os políticos pensarem para o Brasil, nenhum deles fará sentido se forem aplicados pelos enganadores, isso é igual a quem bate e depois quer fazer carinho, gera ódio e insegurança. É necessário mudar os políticos e o judiciário por completo, todos quando tiverem suas versões políticas devem ser destituídos para que os 3 poderes sejam harmônicos e independentes, mas que convirjam para o bem estar do Estado. Na atualidade, as personalidades políticas e jurídicas estão ocupando o espaço de se tornarem mais importante que o Estado, e quando isso ocorre, revela os primeiros passos de uma miséria sem fim, ditadura e governos extremamente corruptos, além claro, sem nenhum respeito aos direitos humanos, civis e universais.
Esse país não mudará com as mesmas pessoas políticas e jurídicas gerindo seus próprios interesses.

03 maio, 2017

Judiciário fraco e dividido, população em riscos

José Dirceu / Foto Bol Notícias
Nos últimos dias tem sido observado de perto pela sociedade alguns fatos envolvendo o Supremo Tribunal Federal, a Lava-Jato, Procuradores, Ministério Público e acusados nas investigações.
Por um lado temos aqueles que querem o pleno exercício e manter a prisão de investigados e condenados, é o caso do Juiz Sérgio Moro, Ministério Público e Procuradores e do outro lado, temos o Supremo Tribunal Federal que, oposto ao que os demais órgãos tem justificado, tem dado pareceres bem diferentes.
Os pareceres que tem mais gerado desconforto em toda a sociedade tem envolvido nomes como o de Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello, ambos ministros da primeira turma do STF. Porém, outros ministros também estão engrossando o caldo em torno de liminares e sentenças com justificativas fora de sintonia a outros fatos bem menos graves no próprio STF. Pelo visto, por se tratar de gente envolvida com política e por serem até então, de uma elite que mais prejudicou o país nos últimos 15 anos - mas poderosa -, as decisões podem gerar muito mais desconforto com as divisões de pareceres no próprio STF.
Nesta terça-feira dia 2, a segunda turma do STF julgava um pedido de liberdade do petista e ex-ministro José Dirceu que está preso desde 2015, há quase 2 anos. Porém, mais cedo, a força tarefa da Lava-Jato apresentou mais denúncias contra José Dirceu e outras pessoas, reforçando a tese de que a soltura dele não poderia ocorrer. Os procuradores disseram que Dirceu mesmo depois do julgamento do mensalão e na prisão, ainda sim recebia propinas. Na decisão da segunda turma, apertada a votação, os Ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowiski e Gilmar Mendes votaram pela liberdade do petista, contrariando o voto do relator Édson Fachin e de Celso de Melo.
Protestos contra Gilmar Mendes após dar
liberdade a José Dirceu nesta terça 2/5/2017
Foto: Folha Uol
Após a decisão dos ministros que lograram a soltura de José Dirceu, dezenas de pessoas protestaram em frente o STF. Conforme exibido nos principais canais de televisão e jornais, o alvo principal foi Gilmar Mendes, e isso pode ser observado a partir de várias opiniões emitidas por ele nos últimos meses, dando a entender que mudou de opinião e de lado. Gilmar Mendes que antes questionava, repelia, ultimamente tem se reunido com frequência com políticos acusados e investigados em várias operações, dando margem para acusações de estar atualmente manipulado devido as suas decisões.
Com esta decisão no voto de desempate, Dirceu voltará para casa. Porém, os protestos e questionamentos espalhados pelo país com a decisão, mostram a fragilidade do judiciário e que as argumentações estão bem distantes da realidade que a maioria dos presos estão vivendo. Certo que, eles não tem os mesmos advogados e trâmites que em pouco tempo possam ser julgados e obtenham a liberdade com os votos destes mesmos ministros. Há que roubou uma lata de cerveja, uma galinha e está pagando na prisão por um tempo relativo a um assassinato, algo incoerente. Portanto, o Judiciário com essa decisão ficou mais fraco, dividido e a população brasileira fica sobre os riscos da impunidade, afinal, nem o STF tem mais a soberania da credibilidade final nos processos, lá a contaminação começa nos porões de reuniões muito estranhas. Que se diga, nem todos ministros se entregam a estas coisas estranhas à função no Judiciário. Deveriam ser mais reservados e emitir decisões judiciais, não políticas.
Desde a Ação Penal 470, que julgou o Mensalão, o STF se tornou um novo recinto político dos três poderes. Decisões e indicações ao STF mudaram a realidade do Judiciário, não é mais imparcial e nem livre para julgar, está sob suspeita.

Por Josué Oliveira - Leopoldina News

21 outubro, 2016

Será possível o TSE ter o mesmo entendimento de Gilmar Mendes e consignar a diplomação de Zé Roberto? Leia.

Os dois olhos precisam ficar muito atentos a tudo que está rolando no Brasil. Entre as decisões que acontecem por meio do poder judiciário e do sistema político, cabe ao eleitor observar as vagas que ficam, que tão logo são ocupadas por regras estranhas, algo sem sentido ou no mínimo justo em raros casos.

As eleições para prefeito de Leopoldina ainda podem render muitos argumentos, discussões e por elas, dificilmente um entendimento de quem será o prefeito a partir de 2017. Se na 161ª Sessão Eleitoral de Leopoldina o atual prefeito, eleito com 50,5% dos votos válidos tenha perdido o direito à posse (caso em processo) e o que se repetiu em Belo Horizonte, pode ainda com alguns argumentos mudar em Brasília. Eu diria que, onde existe 99% chances de dar errado, o 1% de chance de dar certo pode virar 100%, isso parece teoria de fé, é algo que acontece de um em um milhão de casos.

A chance de Zé Roberto perder em Brasília é enorme, visto que numa votação de colegiado ele tenha perdido por 6 x 0 em Belo Horizonte. Mas lembro que Brasília é a instância máxima da Justiça, e lá a forma de pensar a justiça e fazê-la acontecer é muitas vezes diferente dos Tribunais Regionais Eletorais. Nas teses dos juízes de primeira ou segunda instância, é cabível que se leve os réus ao pé da letra fria da Lei, e eu até imaginava que o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes seguisse esse mesmo tipo de raciocínio, já que bem no início do ano ele tenha afirmado que não daria chances a quem tivesse processos de condenação por "Ficha Suja", claro, que tenham sido pegos na Lei Ficha Limpa.

Em uma matéria publicada recentemente no Jornal O Globo, Gilmar Mendes afirmou que, Juízes e Promotores do Ministério Público estão abusando da autoridade e levando todos os casos com motivo para condenar políticos por improbidade administrativa. Na fala, Gilmar disse que 'se a interpretação da Lei da Ficha Limpa fosse mudada para ficar ainda mais rígida, como queriam alguns ministros, “gente do melhor quilate” estaria inelegível. O elogio foi usado para designar os tucanos José Serra, Pedro Malan e Pedro Parente. Enquanto isso, “ladravazes” continuariam soltos' - detalha o Jornal.

Finalizando, as chances de dar certo ou errado se equivalem nessa hora, afinal de contas, se o entendimento do TSE sob o comando de Mendes seguir suas orientações, as chances de reversão da causa é enorme, porém não é garantia de que ele vai agradar a todos com suas teses. Resta esperar, sob à pinça das suas declarações. Caso nada mude, Leopoldina terá novas eleições conforme a Lei Eleitoral.

Fonte: Leopoldina News 


23 março, 2016

Teori e Gilmar: A vingança jurídica mora ao lado

Foto:  O Globo
Depois acumular diversas derrotas consecutivas, o governo federal teve uma vitória importantíssima. Não bem o governo, mas o ex-presidente Lula que tem sido aliado do governo na batalha contra o impeachment. A Advocacia Geral da União tinha pedido ao STF que os processos que estavam correndo no Tribunal Federal de Curitiba fossem transferidos para Brasília a serem julgados no Supremo Tribunal Federal.
Após liminares que suspenderam a posse do ex-presidente como Ministro Chefe da Casa Civil, mandados de segurança foram impetrados no STF como uma espécie de habeas corpus, já que o Ministro Gilmar Mendes havia mantido a liminar de que Lula deveria continuar fora do quadro de ministros da presidente Dilma Rousseff e ainda ter o seu processo remetido de volta para Curitiba. Entedia-se que dar foro privilegiado a Lula era dar um salvo conduta ao ex-presidente para fugir da justiça.
Após a decisão do Ministro Teori Zavascki nesta terça 22/03, o processo de Lula ocorrerá em Brasília, mas na decisão ministro diz que cabe ao STF dizer como ocorrerá as investigações que envolvem pessoas com foro privilegiado. Em seu parecer, Teori afirma ter sido ilegal as divulgações das conversas que envolveram a Presidente Dilma Rousseff e Lula. “Não há como conceber, portanto, a divulgação pública das conversações do modo como se operou, especialmente daquelas que sequer têm relação com o objeto da investigação criminal. Contra essa ordenação expressa, que – repita-se, tem fundamento de validade constitucional – é descabida a invocação do interesse público da divulgação ou a condição de pessoas públicas dos interlocutores atingidos, como se essas autoridades, ou seus interlocutores, estivessem plenamente desprotegidas em sua intimidade e privacidade” – disse em seu parecer sobre o caso.
Porém o caso ainda poderá voltar para Curitiba, caso a Corte entenda e aplique os moldes que a Justiça Federal deverá seguir e o ex-presidente como não tem foro, hipoteticamente não poderá continuar no STF. Era tudo que o ex-presidente queria, era ser julgado em Brasília no STF, algo que para muitos juristas não é o correto por que despreza o legítimo direito da primeira instância judicial.
A decisão de Teori Zavascki promete esquentar as próximas sessões no STF. Se por um lado o Ministro Gilmar Mendes se posicionou contrário a Lula e mandou seu processo para Curitiba e Zavascki mandou voltar para Brasília, caberá um debate entre os integrantes sobre o caso e Gilmar Mendes tem sido bem duro com a flexibilização que tem ocorrido para salvar a pele de pessoas investigadas.
Se no início do mês de Março na divulgação do áudio, Lula chamou a Corte de “totalmente acovardada” indicando que os ministros indicados pelos governos do PT não estavam decidindo favoráveis ao governo e ao Partido dos Trabalhadores, ao que parece nem todos ministros sentiram as palavras de Lula como uma ameaça ao direito e dever da justiça em ser imparciais em suas decisões. Os ministros Ricardo Lewandowiski e Celso de Mello responderam duramente as falas Lula, Dilma e outros interceptados nas ligações do ex-presidente. Para os ministros, é inaceitável que o judiciário se torne politizado para atender as demandas de políticos que desejam fugir da justiça.
Ao grosso modo, a vingança jurídica mora ao lado, na mesma mesa que se assentam, no mesmo plenário e na mesma casa. Com entendimentos diferentes, a burocracia pode se tornar um problemão para o STF, já que o povo espera que por lá a corrupção perca seu continuísmo por decisões mais objetivas, claras e fundamentais à aplicação a partir dos tribunais de justiça do país. A mudança de mãos nos processos de Lula não deixará o país sossegado neste caso, o povo já começou a reclamar e com direito.
Se a vingança mora ao lado, Teori Zavascki e demais ministros ,podem esperar que o STF será um dos próximos alvos da insatisfação popular. Apesar da Corte ser a instância superior do país, ela também está subordinada à Constituição Federal e ao poder do povo, aos interesses do povo e voltada para o povo – ao contrário do que muitos ministros afirmaram que não podem ser compelidos a decidirem conforme a pressão popular.
Após esta decisão de Teori Zavascki, começa a pairar as dúvidas sobre o povo: “Ele é juiz ou militante?” Se condenam as decisões de Moro por participar em fóruns com empresários e políticos da oposição, julgando ele ser influenciado politicamente, qual será a diferença agora nas decisões de Teori? Se as reclamações dos petistas acerca do Juiz Federal Itagiba Catta Preta Neto era que ele seria um militante ligado à oposição, então neste caso, nenhum ministro do STF deveria ser indicado pelo governo, já que, supostamente todos poderiam influenciar as decisões que desfavoreceriam o governo, e em tese, um indicado sempre ajudará quem o indicou. Traduzindo, o STF tem indícios fortíssimos há muito tempo de uma contaminação política e a sua justiça surtirá efeitos devastadores pelo país, caso olhem e apliquem as leis como políticos e não como juízes.
Ao fechar este post, digo que, a comemoração governista está igual a de criança que ganha um pirulito. Dura só uns minutinhos, que podem durar alguns dias caso seja guardado na geladeira. A justiça se torna cega quando age por linhas escuras e estranhas, sem que haja a compreensão daqueles que a deveriam cumprir por ordem da profissão e da Constituição ou por ordem obrigatória do convívio social. A pressão pode mudar de lugar nos próximos dias, podem apostar que nem todos os ministros terão sossego e serão levados a responder aos reclames do povo, e com razão.


Por Josué Oliveira

Seguidores

A PRIMEIRA TURMA DO STF CONDENOU FERNANDO JUNQUEIRA FERRAZ FILHO POR ATO DE 8/1; PENA CHEGA A 14 ANOS DE PRISÃO

Sob relatoria do Ministro Alexandre de Moraes, o STF condenou o leopoldinense Fernando Junqueira Ferraz Filho a 14 anos de prisão, sendo 12...

Veja também outras matérias