A
passagem do pastor Ezequiel Teixeira (PMB) pela secretaria estadual de Direitos
Humanos do Estado do Rio de Janeiro poderá custar muito caro a ele. Depois de pouco mais de dois meses no cargo ele
foi demitido pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).
A
justificativa é que ele deu uma entrevista ao jornal O Globo onde afirma
acreditar na “cura gay”.
Nesta
sexta (19), cerca de 48 horas depois de perder o cargo, a Defensoria Pública do
Estado do Rio entrou com uma ação de reparação de danos morais coletivos contra
o ex-secretário. O processo pede que Ezequiel pague uma indenização no valor de
R$ 1 milhão.
O
montante teria de ser usado em “ações de promoção dos direitos da população
LGBT” feitas pela secretaria que ele dirigia, segundo o jornal O
Dia.
