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05 maio, 2021

6 deputados federais de Minas Gerais, votados em Leopoldina votaram contra PL na CCJ em Brasília

Marcelo Aro foi o 8º deputado federal mais votado em Leopoldina na eleição de 2018, alcançando 856 votos. Patrus Ananias (427 votos), Júlio Delgado (168 votos), Paulo Abi Ackel (135 votos), Subtenente Gonzaga (99 votos) e Pinheirinho (2 votos).

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados rejeitou, nesta quarta-feira (5), um projeto de lei que tinha por objetivo “enquadrar” ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi rejeitada por 33 votos a 32.

A proposta em questão era o PL 4754/2016, de autoria do deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ) e de outros parlamentares. O projeto visava tipificar, como crime de responsabilidade, a “usurpação de competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo” por parte dos ministros do STF. Com isso, os integrantes da Corte poderiam ser alvos de um processo de impeachment se um crime do tipo fosse cometido.

Veja os nomes dos deputados que votaram contra o projeto na CCJ.

  • Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
  • Alencar S. Braga (PT-SP)
  • Baleia Rossi (MDB-SP)
  • Darci de Matos (PSD-SC)
  • Edilazio Junior (PSD-MA)
  • Fábio Trad (PSD-MS)
  • Félix Mendonça Jr. (PDT-BA)
  • Fernanda Melchioma (PSOL-RS)
  • Gervásio Maia (PSB-PB)
  • Gleisi Hoffmann (PT-PR)
  • Hiran Gonçalves (PP-PR)
  • José Guimarães (PT-CE)
  • Juarez Costa (MDB-MT)
  • Júlio Delgado (PSB-MG)
  • Marcelo Aro (PP-MG)
  • Márcio Biolchi (MDB-RS)
  • Marcos Sampaio (MDB-PI)
  • Margarete Coelho (PP-PI)
  • Maria do Rosário (PT-RS)
  • Orlando Silva (PCdoB-SP)
  • Patrus Ananias (PT-MG)
  • Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)
  • Paulo Teixeira (PT-SP)
  • Pinheirinho (PP-MG)
  • Pompeo de Mattos (PDT-RS)
  • Rubens Bueno (Cidadania-PR)
  • Rui Falcão (PT-SP)
  • Samuel Moreira (PSDB-SP)
  • Sérgio Brito (PSD-BA)
  • Shéridan (PSDB -RR)
  • Subtenente Gonzaga (PDT-MG)
  • Tadeu Alencar (PSB-PE)
  • Túlio Gadêlha (PDT-PE)

Fonte: Pleno News e Leopoldina News

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16 junho, 2018

Marcelo Aro presta contas de mais de meio milhão de reais em Leopoldina

"Verbas chegam a 800 mil reais para a cidade"
A vinda do Deputado Federal à Leopoldina na última quinta-feira 14 de Junho, organizada pela vereadora Kélvia Raquel. 
O evento ocorreu nas dependências da Igreja Metodista Bom Pastor, antiga Chácara Café Emma no bairro São Cristóvão, onde a vereadora conseguiu reunir com o deputado outros vereadores da cidade, Rogério Campos, Flávio Neto e Waldair Costa, além de diversos representantes de entidades filantrópicas da cidade, pastore e pessoas da sociedade.
O deputado fez um balanço das verbas destinadas à cidade nos últimos anos, desde que recebeu os 42 votos nas eleições de 2014. Marcelo Aro destacou a importância do apoio para chegarem a lugares mais importantes.
Veja abaixo uma parte do discurso do deputado federal em Leopoldina.
Fonte: Leopoldina News

13 julho, 2017

5 Deputados de Minas Gerais votaram a favor de Temer na CCJ

Cinco deputados de Minas Gerais votaram pelo não prosseguimento da denúncia contra Temer, que seria em hipótese de aprovação na CCJ nesta quinta, 13 e investigado no STF.
Reprodução: Globo.com
Após a derrota do relatório do deputado carioca Sergio Sveiter do PMDB por 40 votos a 25, um novo relatório foi apresentado pelo deputado do PSDB, Paulo Abi-Ackel de Minas Gerais e na segunda votação, o governo venceu por 41 votos a 24.
Na prática, nos últimos dias vários deputados se sentiram constrangidos com a liberação de verbas parlamentares, cargos oferecidos pelo governo, e além de partidos aliados ameaçarem seus deputados com punições de suspensões e até mesmo expulsões. Mesmo assim, cerca de 20 deputados foram remanejados na CCJ para votarem favoráveis a Temer.
Representando Minas Gerais, os Deputados Bilac Pinto do PRB, Carlos Melles do DEM, Luiz Fernando Faria e Toninho Pinheiro do PP, Marcelo Aro do PHS e Paulo Abi-Ackel do PSDB, todos votaram favoráveis ao contra o relatório de Sérgio Sveiter e votaram favoráveis no segundo relatório.
A constatação se torna cada vez maior diante das argumentações usadas pelos deputados, em que usam méritos distintos para votarem favoráveis ao presidente Temer. Entre algumas argumentações dos deputados, figuraram algumas assim:
  • Não há provas legais que possa permitir que essa denúncia continue;
  • Temer colocou o pais no caminho do crescimento, contornando a crise econômica e aprovando medidas essenciais ao país;
  • Desqualificaram o relator Sérgio Sveiter e o relatório;
  • Desqualificaram a denúncia do Procurador Geral da República Rodrigo Janot;
  • Desqualificaram a autorização do pedido pelo Ministro do STF Edson Fachin;
  • Desqualificaram as provas produzidas por Joesley Batista nas gravações;
  • Desqualificaram as imagens e o rastreamento feitos pela Polícia Federal;
  • Desqualificaram a delação de Joesley Batista;
  • Argumentaram a naturalidade do recebimento fora de hora empresário Joesley Batista;
  • Desqualificaram as provas do endereçamento dos 500 mil a Temer;
  • Fizeram análise de mérito da denúncia de corrupção passiva, etc.
Em todos os casos, os deputados agiram como advogados do presidente da república, e não como juízes que deveriam autorizar a investigação por um outro poder diante de relevantes indícios apresentados. Ficou claro que, ao contrário para aquilo que foram eleitos, os deputados não estão investigando e observando o princípio da boa conduta da administração pública, ao governo, mas se uniram entre os votos e as emendas parlamentares para manter um sistema de corrupção rotineira.

Uma outra observação das sessões na CCJ é que os deputados que votaram a favor do governo não analisaram a gravidade da denúncia, mas todos se preocuparam em promover alguma desqualificação à acusação. 
Além da interferência clara do poder Executivo sobre a Câmara, a ingerência ética e moral por parte dos deputados mostra que país está afundado numa crise política grave. Até mesmo quem se posicionava contra a corrupção, fez corpo mole para proteger e blindar Temer depois receber alguns bocados de recursos em emendas parlamentares.

Apenas alguns meses atrás...
Em 2016, apenas os deputados Marcelo Aro e Paulo Abi-Ackel fizeram parte da comissão que analisou o pedido de impeachment de Dilma Rousseff. À época, ambos votaram a favor do parecer na comissão e favorável à cassação na votação do plenário. Pouco mais de um ano depois, o presidente interino e que depois foi efetivado após o impeachment, é denunciado e os motivos graves não foram considerados.
Outros deputados citados que votaram em plenário pelo impeachment de Dilma foi: Bilac Pinto (PR), Bonifácio de Andrada (PSDB), Caio Narcio (PSDB), Carlos Melles (DEM), Dâmina Pereira (PSL), Delegado Edson Moreira (PR), Diego Andrade (PSD), Dimas Fabiano (PP), Domingos Sávio (PSDB), Eduardo Barbosa (PSDB), Eros Biondini (PROS), Fábio Ramalho (PMDB), Franklin Lima (PP), Jaime Martins (PSD), Júlio Delgado (PSB), Laudivio Carvalho (Solidariedade), Leonardo Quintão (PMDB), Lincoln Portela (PRB), Luis Tibé (PTdoB), Luiz Fernando Faria (PP), Marcelo Álvaro Antônio (PR), Marcelo Aro (PHS), Marcos Montes (PSD), Marcus Pestana (PSDB), Mário Heringer (PDT), Mauro Lopes (PMDB), Misael Varella (DEM), Newton Cardoso Jr (PMDB), Odelmo Leão (PP), Paulo Abi-Ackel (PSDB), Raquel Muniz (PSD), Renzo Braz (PP), Rodrigo de Castro (PSDB), Rodrigo Pacheco (PMDB), Saraiva Felipe (PMDB), Stefano Aguiar (PSD), Subtenente Gonzaga (PDT), Tenente Lúcio (PSB), Toninho Pinheiro (PP), Weliton Prado (PMB) e Zé Silva (Solidariedade).


Apenas estes deputados votaram favoráveis à ex-presidente Dilma: Adelmo Carneiro Leão (PT), Aelton Freitas (PR), Brunny (PR), Gabriel Guimarães (PT), George Hilton (PROS), Jô Moraes (PCdoB), Leonardo Monteiro (PT), Margarida Salomão (PT), Miguel Corrêa (PT), Padre João (PT), Patrus Ananias (PT), Reginaldo Lopes (PT).

Por Josué Oliveira

11 maio, 2015

Deputado Marcelo Aro visitou Leopoldina e se reuniu com diversas lideranças da cidade

Vereadora Kélvia Raquel e Deputado 

Federal Marcelo Aro
Diversos líderes evangélicos, presidentes e representantes de diversas entidades de Leopoldina estiveram reunidos neste final de semana (9/5) para uma conversa informal com o Deputado Federal Marcelo Aro do PHS, vindo à Leopoldina a convite da Vereadora Kélvia Raquel. 
Mineiro de Belo Horizonte, Marcelo concorreu e venceu a última eleição para deputado federal, cargo em exercício na capital federal com mais de 87 mil votos, sendo que, neste processo Leopoldina contribuiu com 40 votos. O deputado vem de uma carreira meteórica, com menos de 30 anos foi eleito o vereador mais novo na história de Belo Horizonte com apenas 25 anos, e com dois anos de mandato deixou o cargo para concorrer a deputado federal, onde obteve sucesso.

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