Nesta sexta-feira 16/12 tivemos uma notícia surpreendente que envolveu o nome de uma das maiores autoridades evangélicas do Brasil, o pastor Silas Malafaia. O caso ganhou os holofotes da imprensa, que logo se viraram para o caso e a repercussão ganhou as redes sociais, por onde inclusive o pastor fez seus primeiros desabafos conforme se vê abaixo.
Na minha simples e humilde opinião sobre o caso, é bem na verdade que toda vez que uma pessoa ganha o nível de expressão, como o tem o pastor Silas, logo fica sendo observado por todos. Sei que o fato de hoje é um prato cheio de ódio para ser apreciado e degustado pelos opositores ao pastor, isso claro, no que tange a política e aos movimentos de esquerda e sociais no país de são avessos à opinião de Silas.
De longe, vejo que as medidas tomadas nas operações da Polícia Federal e Ministério Público Federal tem gerado um baita problema em nossa sociedade. Primeiro é que divulgam nomes para a imprensa e depois nada fica provado, caracterizando a venda de notícias para ganhar os holofotes, parecendo que a PF e o MPF realmente estão trabalhando e muito, porém me parece que fora das Leis. Em segundo lugar, a PF e o MPF estão indevidamente anunciando notícias, dando opiniões e pareceres que são de caráter pessoal dos investigadores e ou daqueles que vão julgar os casos, o que também é uma afronta ao direito individual, já que chamam coletivas para fazer as exposições e depois de fazê-las para que assim a opinião pública possa comprar suas ideias e apoiá-los, ao ponto que erram, não voltam atrás para corrigir publicamente frente às câmeras das televisões. Aí, o estrago já está feito!
É um fiasco o que estamos vendo. Querem fazer de verdade um meio de justiça à força em todo o país, achando que estão caçando os ratos e na verdade estão criando um tumultuo social, político, jurídico e financeiro. A justiça precisa precisa feita, mas sem que os alardes das sirenes dos opinadores o anunciem. A justiça ocorre no processo, não na opinião.
Pode ser que existam erros em diversas personalidades no país, mas expor uma ligação com um sistema de corrupção em que ainda está em andamento e nada de concreto exista é no mínimo vexatório e o Estado é que pagará indenizações por danos morais e a violação aos direitos dos seus cidadãos em casos assim, e se o for requerido.
O pastor desde há muito tempo vem se opondo à corrupção, às mudanças de regras e a votação de leis que prejudicam a comunidade evangélica, além de se opor ao governo do PT e as ideologias adotadas por partidos aliados. Na imprensa fez a exposição da sua declaração de Imposto de Renda e sempre mantém uma postura de não temer as ameaças de ações na justiça tentando intimidá-lo, uma provocação dos inimigos. Já teve seus desafetos com jornalistas, políticos e até com outros líderes religiosos, mas sempre mantém o senso de que haja respeito e civilidade entre as pessoas, prezando pelas coisas justas.
Com a maneira em que os fatos ganharam a repercussão, a imagem do pastor pode sofrer um abalo, mas não cairá na lama da corrupção generalizada da política e empresas. O lema adotado pelo pastor é que a justiça será feita, e eu bem sabendo um pouco quem é Silas Malafaia, logo veremos ele partir para cima e levar o caso avante, onde os que o querem desmoralizado, será desmoralizado pela conduta errônea à função pública.
Pela conduta revelando honestidade, Silas Malafaia não merece um dia como esse. Mas como em todas as coisas aprendemos para crescer, que o melhor possa vir depois e a verdade ser apreciada pela sociedade, sem nenhum julgamento precipitado como tenho visto nas redes sociais e em alguns setores da imprensa.
Por Josué Oliveira








