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30 novembro, 2020

ARTIGO: O castelo das pesquisas está se desfazendo

Há muito tempo vem sendo discutido por populares e descrentes dos institutos de pesquisas que parecem estar com os registros contados na política. A desconfiança cresce quando os dados divulgados como confiáveis sumariamente são desconfiados após os votos nas urnas.

O Brasil que se serve das urnas eletrônicas desde o inicio dos anos 2000, nos últimos tempos nunca se falou tanto em fraudes eleitorais e também em pesquisas eleitorais falsas e ou tendenciosas, mesmo que registradas no TSE. Estes temas são como castelo de areia, que são construídos e destruídos a cada 2 anos.

A exemplificar nosso castelo de areia brasileiro tem algumas pedras colocadas propositalmente para interferir no processo, onde os institutos são contratados por grupos políticos ou por empresas de jornalismo e passam uma falsa sensação à sociedade de que os grãos de areia são confiáveis. Teve tempo que essa confiança foi de 1 e 2 por cento para mais ou para menos, e já estamos na casa dos 4 ou 5 por cento. Ou seja, a desconfiança cresceu nos números.

A cada ciclo eleitoral as estratégias ficam mais evidente entre os maiores conglomerados partidários e da imprensa em levar notícias que não verdades. Neste aspecto, toda imprensa acaba sendo vítima dos seus erros grotescos, fazendo com que fake news se torne uma verdade via mãos erradas e de forma irresponsável. 

O nosso grupo da imprensa deveria ser imune à transmitir informações infundadas, números criados para manipular os eleitores, colocando no poder políticos que sejam de interesse dos jornalistas, imprensa em geral, empresários, etc.

A exemplificar os últimos erros, e pior, os responsáveis pelas pesquisas ainda conseguem criar narrativas para dizer que os números estavam certos, mesmo quando os números das urnas estejam dizendo o contrário. Em 2018, os dois maiores institutos do país, Ibope e Datafolha chegaram a apresentar pesquisas onde Jair Bolsonaro perdia para todos os concorrentes caso fosse ao segundo turno. Uma perda neste caso poderia ser onde o candidato eleito teria 50,01% dos votos válidos. Os dados das urnas trouzeram números de 55,13% para o eleito Jair Bolsonaro contra 44,87% para Fernando Haddad derrrotado.

Em 28 de setembro de 2018, o Datafolha chegou a publicar uma das suas pesquisas que foi divulgada pelo portal UOL com o seguinte título: "Datafolha: Bolsonaro perde todos os cenários de 2º turno; Ciro vence Haddad". Na pesquisa mencionada, Haddad venceria Bolsonaro em cenário de 45% contra 39%. Se a disputa fosse entre Alkmin e Bolsonaro, o candidato do PSDB venceria com 45% a 38%. Já a disputa seria com números ainda mais distante entre os candidatos à época se Ciro disputasse com Bolsonaro. Ciro chegaria a 48% contra 38% de Bolsonaro.

No primeiro turno, as intenções de votos de Bolsonaro estavam em 28% contra 22% de Haddad. A realidade trouxe Bolsonaro com 46,03% dos votos contra 29,28% de Haddad, seguindo dados bem abaixo para os demais concorrentes.

Nas eleições recentes, o Ibope divulgou uma pesquisa para o primeiro turno em Juiz de Fora, onde apontou que Margarida Salomão do PT tinha 32% dos votos, enquanto Wilson Rezato do PSB tinha 21%.  Nas urnas Margarida alcançou 39,46% dos votos, uma diferença de mais de 7%. Wilson ficou com 22,96% dos votos. Não houve pesquisas para o segundo turno em Juiz de Fora.

No Rio de Janeiro, o Datafolha publicou no dia 26 que Eduardo Paes alcançaria 55% dos votos, enquanto Crivella ficava com 23%. Já nas urnas, o resultado ficou ainda mais extravagante, onde Eduardo alcançou 64,07% dos votos, mais de 9% de diferença pra cima. Já Marcelo Crivella teve 35,93% dos votos, quase 13% a mais. Seria diferente se os dados fossem mais reais?

Em São Paulo, Ibope e Datafolha anunciaram a vitória de Bruno Covas sobre Boulos e a margem de erro era de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O Ibope apontou que Bruno teria 48% contra 36% de Boulos. Já o Datafolha, o candidato do PSDB tinha 55% contra 45% do candidato do PSOL. Nas urnas, Covas obteve 59,38% dos votos, 4% a mais que a pesquisa do Datafolha e 11,38% a mais que a pesquisa do Ibope.

Em Porto Alegre, o Ibope divulgou pesquisa que apontava a virada de Manuela D'Ávila do PCdoB, mas ainda estava empatada tecnicamente com Sebastião Melo do MDB. Segundo o instituto, Manuela tinha 51% dos votos válidos contra 49% de Melo. A pesquisa anterior, Melo tinha 54% e D'Ávila 46%. Nas urnas deste domingo 29, Sebastião alcançou 54,63% dos votos e Manuela com 45,37%. A diferença foi 5% para o resultado das urnas, acima dos 3 pontos percentuais da pesquisa. Notavelmente, houve inversão de dados na última pesquisa em Porto Alegre.

Em Leopoldina, uma pesquisa que não teve a confirmação de sua origem e por quem de fato a contratou circulou em diversas redes sociais trazendo números que levavam naquele momento a eleição municpal a uma polarização bem mais difícil entre Ricardo Paf Pax do PSB, Breno Coli do PSD e Pedro Junqueira do PL. No entanto o resultado de uma pesquisa acabou sendo divulgada pelo radialista Haroldo Campos Crespo, que não trouxe em nenhuma imagem uma logomarca gravada pelo Instituto que a realizou. Na ocasião da divulgação, alguns candidatos a prefeito criticaram os dados divulgados

Alguns dias anteriores à divulgação da pesquisa, uma empresa da cidade de Governador Valadares chegou a registrar no TSE uma pesquisa, mas a empresa não enviou nenhum dado final para os meios de comunicação em Leopoldina. O blog Leopoldina News até entrou em contato com a empresa solicitando os dados finais da pesquisa, mas não obteve nenhuma informação.

Nos números divulgados à época na rede social de Haroldo Crespo, os dados apontavam uma leve vantagem para o candidato Ricardo Paf Pax do PSB com 22% contra 21% de Breno Coli do PSD e 17% de Pedro Augusto do PL. Tecnicamente estavam empatados dentro da margem de erro citado na pesquisa registrada no TSE.

Já nas apurações dos votos, Pedro teve 31,1% dos votos, cerca de 14,3% acima do divulgado na pesquisa. Breno Coli alcançou 23,74% dos votos e Ricardo Paf Pax ficou com 19,25, quase 3 pontos percentuais a menos.

Diante de tantos casos que nem sempre é possível descrever, ainda lidamos com os fatos em torno da eleição mais importante do mundo que é a da presidência dos Estados Unidos. Em 2016, 4 anos atrás diversos institutos chegaram a cravar a eleição de Hillary Clinton com dados chegando a 92%, e no final das contas, Donald Trump acabou eleito. 

Fatos como este começa a criar em tordo das mídias emergentes indagações aos órgãos que dirigem o processo eleitoral americano e brasileiro sobre a veracidade em torno das pesquisas. Para a maioria, as pesquisas devem ser proibidas por lei, pois possuem características de influência para tal candidato, não de informação. Curiosamente, nos bastidores a maioria dos políticos possuem dados de pesquisas de controle interno de campanhas, que são mais autênticas que as demonstradas por institutos e registradas no TSE.

Aqui no Brasil já existe projeto de Lei sendo discutido no Congresso que visa trazer transparência nas divulgações de pesquisas. O PL 11245/2018 de autoria de dois deputados do Paraná, João Arruda do MDB e Aliel Machado do PSB visa "Disciplinar a realização de pesquisas de opinião pública relativas às eleições e aos candidatos". Já o Projeto de Lei n° 1216, de 2019 de autoria do Senador Álvaro Dias do Podemos do Paraná também visa mexer na estrutura de divulgação das pesquisas. Outro Projeto de Lei n° 4459, de 2019 que está em discussão no Senado é do Senador Marcio Bittar do MDB/AC e também tem propostas similares.

A nós cidadãos e eleitores, a estratégia é sempre responder no voto, onde uma maneira sábia e inteligente de fugir dos institutos que manipulam dados e ou que não reproduzem a realidade nas intenções de votos. Assim sendo, o castelo mais seguro não é o de areia, aquele apresentado pelas pesquisas, que faz candidatos até cantarem a vitória antes do fim da votação e ou faz candidatos ficarem cabisbaixos  por longo período, produzindo resultados terríveis aos indecisos e ou até mesmo a mudar a decisão de muitos eleitores antes de digitar os números na urna. É o castelo fraco que cada vez  mais assombrado, se desfaz.

Por Josué Oliveira - Leopoldina News

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27 novembro, 2020

Requerimentos cobram ações do Governo no distrito de Tebas

Foto: reprodução site da
Câmara Municipal de Leopoldina.

Waldair Costa apresentou dois requerimentos cobrando soluções do Poder Executivo para problemas no distrito de Tebas.

Embora esteja chegando ao final do ano, a Câmara Municipal de Leopoldina mantém seu ritmo normal de trabalho, com encaminhamentos de matérias de autoria dos vereadores, que foram aprovadas nas reuniões realizadas durante o mês de novembro.

Na sessão ordinária do dia 23 de novembro, Waldair Barbosa Costa apresentou dois requerimentos, cobrando informações sobre serviços inacabados ou que sequer foram iniciados no distrito de Tebas.

No Requerimento nº 132/2020, o vereador faz uma cobrança ao Poder Executivo, especialmente às Secretarias de Obras e de Serviços Urbanos, sobre a previsão para o término da obra de extensão do asfaltamento e implantação do sistema de captação de água na rua Major Honório (foto). O autor da matéria também cobrou informações sobre o prazo que a Administração Municipal terá para realizar a captação de água da rua Oswaldo Evangelista.

No Requerimento nº 133/2020, Waldair Costa questionou sobre a previsão para início das obras de perfuração do novo poço artesiano de Tebas.

Ao justificar sua iniciativa, o parlamentar salientou que vem alertando o Executivo sobre essas demandas há algum tempo e lamentou que o governo não tenha conseguido ainda atender ao distrito.

Após as discussões regimentais, os requerimentos foram aprovados por unanimidade e receberam assinaturas de apoio dos vereadores Elvécio de Souza Barbosa, José Ferraz Rodrigues, Jurandy Fófano Vieira.

Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina

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Prestação de Contas: Proporcionalmente a campanha do PT para prefeito em Leopoldina teve o voto mais caro em relação aos votos recebidos

Desde que a campanha eleitoral e o processo de eleição terminaram no dia 15 passado, os candidatos precisam apresentar os todos documentos finais ao TSE até o dia 15 de dezembro. Em Leopoldina algumas campanhas ainda não apresentaram todos os dados e outras fizeram suas declarações alguns dias antes do pleito eleitoral, a maioria ainda incompleta.

Esta semana, o blog Leopoldina News fez um levantamento sobre os vereadores eleitos em Leopoldina, dentre os quais, 5 não apresentaram nenhuma informação de custos sobre as campanhas. Nesta matéria, queremos trazer informações sobre as campanhas para prefeito, onde as 6 chapas inscritas tiveram os seguintes dados registrados no TSE até esta sexta-feira 27 na parte da manhã.

A campanha de Breno Colli do PSD que ficou em segundo lugar na disputa eleitoral com 6.770 votos chegou a arrecadar o montante de R$ 85.950,00, mas utilizou apenas R$  44.566,98, conforme os dados registrados até o dia 11, quatro dias antes da eleição.

A campanha de Cláudia Conte do PT que ficou em 4º lugar com 3.144 votos, arrecadou cerca de R$ 104.444,48 e teve R$ 96.896,75 de despesas contratadas. A última movimentação dos dados da campanha foi no dia 17, dois dias após a eleição.

A campanha de Kélvia Raquel do PP que ficou em 6º lugar com 1.950 votos chegou a arrecadar R$ 53.700,00 e só registrou cerca de R$ 10.000,00 de despesas até o dia 14, um dia antes do pleito eleitoral.

A campanha de Marcos Paixão da Rede que ficou em 5º lugar com 2.239 votos arrecadou cerca de R$ 57.250,00 e registrou despesas de R$ 56.234,25. A movimentação de documentos  da campanha ocorreu no dia 19, 4 dias após a eleição.

A campanha do candidato que venceu a eleição com 8.926 votos, Pedro Augusto do PL arrecadou o montante de R$ 92.500,00 e teve despesas de R$ 63.535,00. A última movimentação de registros no TSE foram no dia 13, 2 dias antes do pleito.

Em terceiro lugar a campanha de Ricardo Paf Pax do PSB 5.490 votos e teve a maior arrecadação entre todas campanhas, chegando a R$ 137.268,00. As despesas contratadas ficaram em R$ 62.245,65. A última movimentação de dados foi no dia 14, um dia antes do pleito eleitoral.

Mesmo com os dados ainda não fechados, já encontramos alguns dados curiosos em relação ao número de votos e o custeio das campanhas com prestações de contas ainda não finalizadas.  As campanhas femininas mostraram os dois extremos nas médias de votos x custos de campanha. A campanha de Kélvia Raquel do PP teve em média R$ 5,12 de custos representativos por voto conquistado. Já a campanha de Cláudia Conte do PT, inverso chegou a R$ 30,11.

  • Kélvia Raquel - 1.950 votos, média de R$ 5,12.
  • Breno Coli - 6.770 votos, média de R$ 6,58.
  • Pedro Augusto - 8.926 votos, média de R$ 7,11.
  • Ricardo Paf Pax - 5.490 votos, média de R$ 11,33.
  • Marcos Paixão - 2.239 votos, média de R$ 25,11.
  • Cláudia Conte - 3.144 votos, média de R$ 30,11.
Os dados ainda deverão ser atualizados após fechamento de todas campanhas, o que deve ocorrer até dia 15 de dezembro.

Fonte: Leopoldina News com dados do TSE.

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COVID-19: Casos confirmados e de letalidade atingem mais mulheres em Leopoldina

A Secretaria Municipal Saúde de Leopoldina divulgou os dados sobre o Covid-19 no município de Leopoldina nesta quinta 26. Os dados mostram que o município tem casos confirmados e de letalidade maior entre as mulheres.

Segundo o gráfico apresentado pelo Comitê de Enfrentamento ao Covid-19, o índice entre as mulheres chegam a 55,94% de todos os casos registrados, enquanto os homens somam 44,06%. Em quase todos os cenários de faixa etária, as mulheres estão à frente em casos confirmados. Apenas na faixa etária entre 10 e 19 anos os dados estão com números maiores para os pacientes de sexo masculino, somando 33 casos contra 28 femininos.

Na faixa etária entre 0 e 9 anos, os índices chegam a 28 casos entre pacientes do sexo feminino e 18 masculino. Os maiores índices entre mulheres ficam entre 20 e 69 anos, somando 454 casos contra 357 casos em homens.

Os dados de óbitos também são maiores entre as mulheres, chegando a 54,55% e homens ficaram com 45,45% dos casos.

Na faixa etária, os homens só possuem dados ruins com 1 caso entre 40 e 49 anos. Na faixa etária entre 80 e 89 anos, os homens somam 6 mortes contra 5 femininas.

Nos demais cenários as mulheres possuem mais casos. Entre 50 e 79 anos, as mulheres possuem cerca de 11 óbitos contra 8 masculinos. Já nos casos entre 90 e 99 anos, as mulheres também tem apenas os únicos 2 registros de casos no município.

Já no campo das testagens em Leopoldina, o teste rápido fornecido pelo Governo Federal tem o maior percentual, chegando a 30,55%. Já os testes adquiridos pelo município de Leopoldina chegam a 25,64% contra 18,37% dos teste fornecidos pelo Estado. Os testes PCR que é considerado "teste padrão ou teste ouro" tem dados bem menores. Nos testes realizados pela rede particular chegam aos 11,59% enquanto o Estado realizou 13,85% dos testes totais.

No município, o distrito de Abaíba é a única área que não possui nenhum caso confirmado. Já o bairro Alto da Boa Vista e a Zona Industrial não possuem casos. Confira as imagens gráficas abaixo.

Nos últimos dias o prefeito municipal José Roberto de Oliveira chegou a publicar em sua rede social que tomará medidas que possam evitar a propagação do vírus. Na publicação, o prefeito afirmou que "A secretaria de saúde, vai reforçar as ações de combate à propagação da Covid-19, em preocupação com uma possível ocorrência de uma segunda onda. Serão usados veículos de informação como rádio, carros de som, desinfecção das ruas e grades nas portas de bancos, e exigência do uso de máscaras isto visa conscientizar a população para a gravidade da doença" - escreveu.

Fonte: Leopoldina News com dados da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Leopoldina - Rodrigo Rodrigues.

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26 novembro, 2020

NOVO CAGED: Pelo terceiro mês seguido, Leopoldina registra saldo positivo, com 94 vagas de emprego

Em ano eleitoral e com a pandemia do Novo Coronavírus destruindo a economia em todo mundo, os últimos três períodos analisados pelo NOVO CAGED, encontramos damos positivos para o município de Leopoldina. Os números ainda não são suficientes para encurtar a diferença entre os admitidos e demitidos, que deixam um saldo negativo para 600 pessoas sem carteira assinada.

No mês de outubro, Leopoldina registrou cerca de 217 carteiras assinadas, enquanto as demissões somaram 123, ficando com saldo positivo de 94 vagas no mês.

Confira abaixo as admissões e demissões:

  • Janeiro - 244 demitidos / 160 admitidos, saldo de -84;
  • Fevereiro - 215 demitidos / 196 admitidos, saldo de -19;
  • Março - 279 demitidos / 172 admitidos, saldo de -107;
  • Abril - 267 demitidos / 92 admitidos, saldo de -175;
  • Maio - 420 demitidos / 102 admitidos, saldo de -318;
  • Junho - 184 demitidos / 117 admitidos, saldo de -67;
  • Julho - 206 demitidos / 194 admitidos, saldo de -12;
  • Agosto - 132 demitidos / 179 admitidos, saldo de +47;
  • Setembro - 114 demitidos / 176 admitidos, saldo de +62;
  • Outubro - 123 demitidos / 217 admitidos, saldo de +94.

No ano cerca de 2.184 carteiras tiveram registros de demissão, enquanto 1.605 foram assinadas. Nos últimos 3 meses, as carteiras assinadas superaram as demissões, somando cerca de 203 vagas. No relatório final do Novo Caged, o ano de 2020 registra saldo negativo de 579 vagas em Leopoldina.

Fonte: Leopoldina News com dados do Novo Caged.

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SAÚDE: Regional de Leopoldina participa de encontro que discute cenário da covid-19 na Macrorregião Sudeste

A Gerência Regional de Saúde (GRS) de Leopoldina, os prefeitos e secretários de saúde dos municípios da Macrorregião Sudeste, representantes do Ministério Público (MP) reuniram-se com o secretário de estado de saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, para atualizar o cenário da covid-19, na região. Durante o encontro, realizado no dia (17/11) por videoconferência, mostrou-se o cenário epidemiológico e a situação assistencial, além disso, falou-se do aumento do número de casos e da taxa de incidência da doença, nos últimos dias.

As medidas preventivas de higienização e distanciamento continuam sendo a forma mais eficaz de se evitar a doença e seu contágio; preservando vidas e evitando uma possível sobrecarga do sistema de saúde e da assistência hospitalar. Nesse sentido, o Secretário de Estado reforçou o pedido de atenção às medidas preventivas e apoio dentro da macrorregião para conter o avanço da doença e amenizar a demanda por atendimentos hospitalares.

O gerente regional de saúde de Leopoldina, Renan Guimarães de Oliveira, destacou a importância do encontro. “A reunião foi bastante produtiva e proporcionou a atualização de algumas informações importantes. Reforçou a necessidade de maior alerta e atenção por parte dos gestores municipais nas medidas preventivas, de orientação, de conscientização e de mobilização da comunidade para o enfrentamento da covid-19”, pontuou.

Algumas ações realizadas para o enfrentamento da pandemia na região

Desde o início da pandemia do novo Coronavírus, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) desenvolveu diversas ações para diminuir a propagação da covid-19 e aumentar a assistência à população, apoiando as Unidades Regionais de Saúde do estado.

Foram discutidas e planejadas de forma detalhada ações para enfrentar a doença, dentro do Plano de Contingência da GRS/Leopoldina e dos municípios, os três hospitais de referência da região receberam 32 leitos de UTI, para tratamento exclusivo de pacientes afetados pela covid-19. Foram cedidos, pelo Governo do Estado aos hospitais da região, cardioversores e respiradores pulmonares, além de monitores que auxiliam no tratamento e cuidado da população.

Também, dentre as ações da SES-MG, houve a distribuição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) para várias unidades de saúde da região, além de reforço na divulgação e veiculação de informações sobre as formas de prevenção da covid-19.

Por Gustavo Santos Ribeiro - SES

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Prestação de contas: Eleição legislativa em Leopoldina revela os custos de cada vereador eleito e conta com campanhas zeradas.

Passado o calor das campanhas eleitorais que se encerraram no dia 15 de novembro, as prestações de contas ao TSE continuam até o dia 15 de dezembro. As prestações de contas levam em conta o teto estabelecido pelas regras eleitorais. No caso da disputa para o cargo de vereador em Leopoldina, os candidatos só poderiam gastar até o limite de R$ 12.307,75.

Nos últimos dias, o blog Leopoldina fez um levantamento entre os 15 vereadores eleitos e averiguou as declarações finais de arrecadações e despesas no TSE e encontrou informações de que 5 campanhas não tiveram nenhum dado de custeio registrado. As campanhas de Ivan Nogueira - PP, Eliléia da AVAC - PSL, Julius Cezar - PSL, Queijinho do Povo - PSL e Inezinha - PL não tiveram registros de custeios até o fechamento deste post.

Por outro lado, as outras 10 campanhas eleitas ao legislativo tiveram movimentações significativas, onde a campanha que teve a maior arrecadação foi a do vereador eleito Carlos André - PSD, alcançando R$ 11.445,00, seguida de perto pela campanha do vereador José Augusto Cabral com R$ 11.331,02. Quando o assunto foi o custeio, as campanhas que mais gastaram, inverteu-se a ordem entre os dois eleitos. José Augusto teve sua campanha custeada no valor de R$ 11.111,02, enquanto a de Carlos André chegou a R$ 10.400,00. Abaixo listamos os eleitos com arrecadação e os custos de suas respectivas campanhas.

  • Alexandre Badaró - PSB - teve uma campanha com arrecadação de R$ 4.171,20 e despesas de R$ 3.150,50. 
  • Bernardo Guedes - PDT - seus dados ainda são do dia 13/11, mas registraram R$ 9.395,40 de arrecadação e R$ 7.527,90 de despesas.
  • Carlos André do PSD - teve uma campanha com arrecadação de R$11.445,00 e despesas de R$10.400,00.
  • Didi da Elétrica - PODE - teve uma campanha com arrecadação de R$1.939,00 e despesas de R$1.939,00.
  • Edvaldo Franquido - PT - seus dados ainda são do dia 15/11, mas registraram R$ 473,00 de arrecadação e R$ 125,00 de despesas.
  • Eliléia da AVAC - PSL - não registrou nenhum dado no TSE.
  • Gilmar Pimentel - PODE - seus dados ainda são do dia 02/22, mas registraram R$ 800,00 de despesas e a saída no mesmo valor.
  • Inezinha - PL - recebeu cerca de R$ 125,00 de Pedro Augusto, prefeito eleito, porém não registrou nenhuma despesa.
  • Ivan Nogueira - PP - seus dados ainda são do dia 06/11, mas registraram R$ 738,64 em arrecadação e nenhuma despesa.
  • José Augusto Cabral - PSD - seus dados ainda são do dia 06/11, mas registraram R$ 11.331,02 e despesas de R$ 11.111,02.
  • José do Carmo Piacatuba - PSB - seus dados ainda são do dia 06/11, mas registraram R$ 3.500,00 e despensas R$ 1.846,88.
  • Julius Cezar - PSL - seus dados ainda são do dia 30/11, mas registraram arrecadação de R$ 430,00 e nenhuma despesa.
  • Queijinho do Povo - PSL - seus dados ainda são do dia 30/11, mas registraram arrecadação de 1 mil reais e nenhum despesa.
  • Rodrigo Pimentel - PV - seus dados são do dia 15/11, mas registraram arrecadação de R$ 7.923,80 e despesas de R$ 4.723,80.
  • Rogério Suíno - PSC -seus dados são do dia 29/10, mas registraram arrecadação de R$ 3.468,00 e despesas de R$ 2.796,00.
Ao todo as campanhas para vereador movimentaram cerca de R$ 44.420,10, mas poderia ter sido ainda maior. Os valores arrecadados chegaram a R$ 55.586,06, deixando um saldo positivo no TSE de cerca de R$ 11.164,96.

Já na análise de cada vereador eleito, quando se analisa os votos conquistados e o que representa os custos da campanha, encontramos campanhas com representação que vão de 29 centavos a cerca de 17 reais e 27 centavos. Na proporção custos x votos, as campanhas mais caras ficou para Bernardo Guedes, eleito pelo PDT com 436 votos, chegando a média de R$ 17,27 por voto. De perto, a campanha de Carlos André do PSD ficou com média de R$ 16,96. Na ponta inversa, os valores declarados mostram que a campanha mais barata foi a de Edvaldo Franquido do PT, com média de 29 centavos, com 425 votos. A proporção mostra que os votos mais caros ficaram na seguinte ordem abaixo. 
1. Bernardo Guedes - 436 votos, média de R$ 17,27.
2. Carlos André - 613 votos, média de R$ 16,96.
3. José Augusto Cabral - 762 votos, média de R$ 14,58.
4. Rodrigo Pimentel - 447 votos, média de R$ 10,56.
5. Alexandre Badaró - 378 votos, média de R$ 8,33.
6. Didi da Elétrica - 390 votos, média de R$ 4,97.
7. Rogério Suíno - 657 votos, média de R$ 4,25.
8. José do Carmo Piacatuba - 481 votos, média de R$ 3,83
9. Gilmar Pimentel - 349 votos, média de R$ 2,29.
10. Edvaldo Franquido - 425 votos, média de R$ 0,29.
11. Ivan Nogueira - 672 votos - sem despesas, sem média.
12. Eliléia da AVAC - 543 votos - sem despesas, sem média.
13. Julius Cezar - 466 votos - sem despesas, sem média.
14. Queijinho do Povo - 344 votos - sem despesas, sem média.
15. Inezinha - 201 votos - sem despesas, sem média.
                            Lembramos que essa análise não se refere em nenhuma hipótese de votos comprados, mas sim a divisão dos custos da campanha por voto conquistado.

                            Na eleição presidencial em 2018, a disparidade entre os valores gastos pelo presidente eleito e seu adversário são enormes. Enquanto Jair Bolsonaro, na época no PSL arrecadou cerca de R$ 4.390.140,36, a campanha de Fernando Haddad do PT  chegou aos exorbitantes R$ 35.364.040,68, cerca de 8 vezes mais ao candidato eleito.

                            Quando o assunto é gastos, a campanha presidencial de Jair Bolsonaro ficou custeada em  R$ 2.456.215,03 e a de Fernando Haddad em R$ 37.503.104,50. O custeio da campanha eleitoral de Fernando Haddad foi cerca de 15 vezes mais cara que a do candidato eleito. Ao final do pleito, campanha do PT ficou com dívida de R$ 3.848.870,56.

                            Fonte: Leopoldina News com dados algumas informações do TSE 
                            atualizada em 26/11/2020 às 18:32

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                            23 novembro, 2020

                            Prefeito informa que retornará com grades para formação de filas na CEF e desinfecção de ruas em Leopoldina

                            Foto: rede social - 26/10/2020
                            O prefeito de Leopoldina José Roberto de Oliveira publicou em sua rede social nesta segunda-feira 23, uma mensagem sobre o combate ao Covid-19 na cidade.

                            O prefeito disse que a Secretaria Municipal de Saúde irá reforçar o combate ao Covid-19 com ações que tinham sido paralisadas quando os dados diminuíram no município. As medidas adotadas serão de informações nas rádios, carro de som, grade para formação de filas em torno da Caixa Econômica Federal (local de maior concentração de pessoas) e também a desinfecção de ruas e grades.

                            "A secretaria de saúde, vai reforçar as ações de combate à propagação da Covid-19, em preocupação com uma possível ocorrência de uma segunda onda. Serão usados veículos de informação como rádio, carros de som, desinfecção das ruas e grades nas portas de bancos, e exigência do uso de máscaras isto visa conscientizar a população para a gravidade da doença."

                            No post, José Roberto afirmou que o uso de máscaras visa conscientizar a população para a gravidade da doença. "Esperamos a compreensão de todos, com a finalidade de combater algo que pode nos matar" - escreveu.

                            Ao final do seu texto em letras maiúsculas, enfatizou "CUIDEM -SE POR FAVOR! ESTAMOS FAZENDO NOSSA PARTE, FAÇAM A SUA!" - pediu o prefeito.

                            Nas últimas semanas os dados da Covid-19 em Leopoldina vem aumentando significativamente, acesse a página sobre o tema no blog Leopoldina News e saiba mais. Confira o gráfico com os dados confirmados em Leopoldina:


                            Fonte: Leopoldina News com dados da rede social do prefeito.

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                            Leopoldina: nomeada a equipe de transição de governo

                            Matéria e Foto: Rodrigo Rodrigues. Legenda da foto (da esquerda para a direita): João Paulo do Vale Fófano, Marcelo Junqueira Ferraz, Sarah Dutra Moraes, José Eduardo Coelho Branco Junqueira Ferraz e Sergio Duarte Benatti. 

                            O atual prefeito de Leopoldina, Dr. José Roberto de Oliveira, assinou na tarde desta segunda-feira (23) a portaria número 223 onde foram nomeados os membros da equipe de transição de governo, composta por quatorze integrantes (oito indicados pela atual gestão e seis indicados pelo novo prefeito). São eles:

                            Representantes do Poder Executivo:

                            João Paulo do Vale Fófano;

                            José Márcio Fajardo de Campos;

                            Bruno Flores Gonçalves;

                            Regina Lúcia Barbosa Britto Oliveira;

                            Lucia Helena Fernandes da Gama;

                            Luiz Augusto Cabral;

                            Viviani Cesar Corrêa;

                            Maria do Carmo Brandão Vargas Villas;

                            Adriana Vieira da Silva Souza.

                            Representantes indicados pelo Prefeito Eleito: 

                            José Eduardo Coelho Branco Junqueira Ferraz;

                            Bernardo Ananias Junqueira Ferraz;

                            Marcelo Junqueira Ferraz;

                            Sarah Dutra Moraes Ferraz;

                            Sergio Duarte Benatti;

                            Lúcia Lopes Horta;

                            Edmilson Balduino de Macedo.

                            Mesmo sendo oficializada nesta data, alguns membros da nova gestão já iniciaram conversas com o atual Secretário de Governo, João Paulo do Vale Fófano, no decorrer da última semana. O objetivo da constituição de tal equipe é inteirar-se da atual situação administrativa do município e, com base nessas informações, programar os primeiros atos e viabilizar seu plano de governo para a nova gestão. A equipe de transição vai ser coordenada por Marcelo Junqueira Ferraz, representante do prefeito eleito e por João Paulo do Vale Fófano, representante do Poder Executivo. 

                             “Parabenizo o novo prefeito de Leopoldina, Pedro Augusto Junqueira Ferraz, por sua expressiva vitória nessa eleição. Nos colocamos à inteira disposição de sua equipe em tudo o que for preciso. Como nossa administração sempre primou pela transparência e honestidade em todos os nossos atos, não temos nada a esconder. Estamos prontos a ajudar”, concluiu o prefeito de Leopoldina, José Roberto de Oliveira. 

                            Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Leopoldina

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                            20 novembro, 2020

                            Desafio das mulheres em chegar a representar a sociedade, ainda é expressa nas votações.

                             

                            Foto: reprodução rede social
                            Vereadora mais votada entre 
                            as mulheres em Leopoldina.

                            As eleições em todo país os números revelam o grande desafio para as mulheres conquistarem uma cadeira de representação popular. Em todo país cerca de 557.404 candidatos se dispuseram em candidaturas ao legislativo e ao executivo. Desse número, 34% (187.028) são de mulheres. 

                            Curiosamente, o montante de 5.297 candidatos não receberam nenhum voto se quer. Dentre os números, cerca de 35% dos que não receberam votos são de mulheres, cerca de 1.843.

                            Entre os partidos com mais representação feminina em números, o PSD lidera com 202 das 305 mulheres sem votos. Já o PCO com apenas 1 mulher representante em todo universo foi o único partido que não teve registro de candidatas sem votos.

                            As cidades onde constam mais mulheres sem votos ficam no Norte e Nordeste. Amazonas lidera com 4 cidades que totaliza 19 candidatas, seguido de Pernambuco com 3 que totaliza 24. Já os Estados do Pará, Ceará e Bahia com uma cidade cada, juntos somam 12 candidatas sem votos.

                            Em Leopoldina, 108 mulheres estiveram participando da disputa ao legislativo e duas a prefeita, totalizando 110 nomes. Nenhum das candidatas a prefeita obtiveram resultados bons. Cláudia Conte do PT ficou em 4º lugar, tendo 3.114 votos, 11,02% dos votos válidos. Já a vereadora Kélvia Raquel do PP em seu segundo mandato chegou a conquistar 1.950 votos, ficando em 6º lugar com 6,84% dos votos válidos.

                            No legislativo, enquanto Kélvia Raquel do PP deixará seus trabalhos no dia 31 de dezembro, no dia primeiro de janeiro as eleitas Eliléia da AVAC pelo PSL com 543 votos e Inezinha do PL com 201 votos assumirão pela primeira vez. Na história, é a primeira vez que uma dupla feminina trabalhará durante o mesmo período legislativo.

                            Outras mulheres que também tiveram seus nomes escritos foram as candidatas, Pastora Regina com 531 votos, sendo a primeira suplente. Entre as mulheres não eleitas, com apenas 1 voto Estefânia Mourão e Bianca Duarte também marcaram a lista, ambas disputaram a vaga pelo AVANTE.

                            Quando se analisa as candidaturas femininas, encontramos o percentual de eleitas em 13,33% para as 15 vagas em Leopoldina, enquanto as candidaturas representavam 33,23% para o legislativo e 33,33% para o executivo.

                            Ao registrar as candidaturas os partidos que tiveram melhores percentuais de mulheres em suas composições foram o PCdoB com 42,11% do total de candidatos da legenda, seguido de PP e Republicanos com 40%. Após indeferimentos  e renúncias de candidaturas, PTB ficou com 27,77%, PSL ficou com 27,27%, PSC com 26,31%, abaixo dos 30% exigidos pela lei eleitoral. Tais observações em relação aos números finais revelam o quanto as mulheres ainda passam grandes dificuldades na composição das candidaturas e também para se elegerem.

                            Entre os 15 nomes eleitos, a situação financeira pode ter sido um dos fatores primordiais para a eleição. Enquanto do lado do homens houve uma movimentação financeira significativa, as mulheres eleitas tiveram recursos bem menores proporcionalmente.

                            No campo da declaração de bens, Eliléia da AVAC não declarou bens. Já na sua movimentação de campanha, tendo a última atualização em 27/10 não consta capitação de recursos e nem de despesas.

                            Última eleita a compor as 15 vagas, Inezinha como figurou nas urnas, chegou a declarar um patrimônio que supera os 538 mil reais. Já na prestação de contas, com movimentação final na última quarta-feira 18/11, a então vereadora recém-eleita contabilizou cerca de R$ 126,50 em recebimentos e nenhuma despesa de campanha. A única fonte de renda para a campanha de Inezinha veio do então candidato Pedro Augusto do mesmo partido, o PL.

                            Fonte: Leopoldina News com dados do G1 e TSE.

                            Saiba + 

                            http://leopoldinanews2.blogspot.com/p/eleicoes-2020.html

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