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23 julho, 2018

Philip Law lança Bíblia em versão reduzida que pode ser lida em uma hora


Composta por 66 livros, a Bíblia é a base para a fé cristã. Contudo, para ler todo o livro são necessárias aproximadamente 80 horas. Por exemplo, se uma pessoa ler 6 capítulos por dia, utilizando 40 minutos diários de seu tempo, levará 6 meses.
Agora, Philip Law da missão literária SPCK, está lançando “A Bíblia de Uma Hora – De Adão a Apocalipse em 60 Minutos”. Ainda não há previsão para seu lançamento em português, mas o autor aposta que sua obra irá atrair pessoas que dizem não ler as Escrituras por falta de tempo.
Law explica que fazer uma seleção das “principais narrativas” foi difícil. Como o nome da obra indica, o objetivo é que seja possível ler tudo em apenas uma hora.
“Um dos critérios era se a história, o caráter ou o tema selecionado ajudariam o leitor a se conectar com Deus e conhecer como o Senhor alcançou o mundo para curá-lo e redimi-lo. E um terceiro fator foi juntar essas histórias, personagens e temas, reunindo-os em uma narrativa contínua para mostrar o quadro maior”, explica.
Ficaram de fora grandes partes sobre a Lei e a história dos reis de Israel. Segundo o autor, o relato do Novo Testamento procurou destacar “os elementos mais distintivos do ministério e os ensinamentos de Jesus”.
Ele sabe que sofrerá críticas por ter mexido em algo que é sagrado para cristãos do mundo todo, mas se justifica: “Logo na introdução eu tento deixar claro que não pretendo oferecer um substituto para a Bíblia, mas uma maneira de encorajar as pessoas a começarem a ler”.
Diz ainda que não acredita que algumas partes da Bíblia sejam “menos valiosas” que outras. “Apenas não acho que tudo o que está escrito no Antigo Testamento mereça a mesma atenção para quem vive nos dias de hoje. No Novo Testamento, a Carta aos Hebreus explica como o sistema sacrificial judaico, detalhado em Levítico, aponta para o sacrifício feito ‘de uma vez por todas’ por Jesus”.
Para Law, o único objetivo de sua obra era revelar aos que dizem ter pouco tempo para as Escrituras. “Queria apresentar às pessoas o centro do Cristianismo – a Palavra que se fez carne – e estimular as pessoas a descobrirem mais sozinhas”, encerra. 

18 julho, 2018

Os 3 prefeitos de Leopoldina em 30 anos

Desde 1989, há praticamente 30 anos Leopoldina só teve 3 prefeitos diferentes. O médico Antonio Márcio Cunha Freire governou a cidade por duas vezes, entre 1989-1992; e 1997-2000. Já outro médico José Roberto de Oliveira, atual prefeito acumula cinco mandatos de 1993-1996; 2001-2004; 2005-2008; 2013-2016; e de 2017-2020. Enquanto o ex-deputado estadual Benedito Renó Guedes governou a cidade entre os anos de 2009-2012. 
Lá se vão quase 30 anos e a cidade sedenta pela renovação, mas muitas vezes aterrorizada pelo medo "do novo" - uma dura e cruel realidade política. 
Desde os tempos que o saudoso deputado federal Sérgio Naya cumpria seu papel e cuidava da nossa região, Leopoldina conseguia dar alguns saltos sobre obstáculos. E olhem que sempre fomos importantes no cenário político mineiro e nacional. Mas, nos últimos anos, o poder político local frente ao estado e ao país se tornou precário ou inexistente. O último lembrete de um deputado de Leopoldina poderia ter sido melhor, se lembrássemos do ex-prefeito Bené Guedes, porém seus últimos anos na política na Assembléia Legislativa foram de pouca produtividade, e quase sem registros na cidade. E se compararmos com a vizinha Muriaé que fez 6 deputados, Leopoldina deveria aprender a eleger por aqui um representante com urgência.
Porém, quando olhamos o quadro político, vejo que a maneira que todos trabalharam e ou que trabalham, revela que a cidade está abandonada diante dos pensamentos políticos locais. É a questão de nunca dar sequência ao que o opositor fez, é não aceitar apoio de quem apoiou o outro e por aí vai. E com essa, o povo sofre e geme, mas quero lembrar aos governantes desses 30 anos, a conta deles vai chegar e virá com bastante sal.
Leopoldina está situada numa rota de acesso aos grandes centros como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e região das praias no litoral carioca e capixaba. Mas nada disso fez os políticos pensarem em proteger e fomentar Leopoldina como a Atenas da Zona da Mata mineira, região de turismo e cultura.
A cidade caiu no descrédito, sem poder econômico e político, foi abandonada em detrimento de outras cidades bem menor, mas que souberam usar o voto e a administração pública para resistir no tempo. 
Foi louvável as coisas boas implantadas nestes 30 anos, mas quando olho para trás no tempo, vejo que esse tempo foi mal gerido e deixaram escapar enormes investimentos na cidade. Culpa da desgraça politiqueira e da 'burrocracia' do sistema.
Nestes quase 30 anos, os números chegarão aos incríveis 11.680 dias, ou seja, uma vida que poderia ter sido bem aproveitada, mas que infelizmente esse tempo foi mal usado.
O prefeito com menos tempo ao longo destes anos foi Benedito Renó Guedes, chegando apenas aos 1.460 dias com 12,50% do tempo. Antonio Márcio Cunha Freire chegou aos 2.920 dias de trabalho e ficou com 25,00% do tempo na administração, enquanto, logrando a maior parte ficou o atual prefeito José Roberto de Oliveira com 62,50% do tempo, chegando¹ a 7.300 dias.
Poderíamos aqui louvar os bons passos dados por cada um dos três administradores, mas vou fazer as críticas desse tempo perdido e que não vemos legados. 
Por exemplo, a administração do atual prefeito José Roberto de Oliveira foi a que mais construiu escolas em todo o município. Os problemas da educação foi uma das suas prioridades ao longo dos dois primeiros mandatos, porém, aos poucos os objetivos foram sendo abandonados ou não mantidos. 
Por se tratar de médicos, José Roberto de Oliveira e Antonio Márcio Cunha Freire deveriam ter logrado maiores êxitos para o município quanto à saúde, mas ao longo dos últimos anos as queixas aumentaram bem mais que o número de habitantes da cidade. A cidade hoje é agraciada com instrumentos importantíssimos como SAMU, Corpo de Bombeiros, Hemominas e outros órgãos, mas ficou estática e dependendo muito de instituições particulares locais ou de outras cidades da região. 
O governo de Bené Guedes foi de muita promessa e pouquíssimos resultados. A maior promessa começou muito antes dele assumir a prefeitura em Janeiro de 2009, onde prometeu melhorar o trânsito de Leopoldina, e os 4 anos se passaram e a cidade ficou apenas na promessa. O trânsito melhorou com algumas sinalizações no governo posterior, mas ainda está longe do ideal, pois ideias que deveriam ter saído do papel continuam nas gavetas dos que pensam o trânsito em Leopoldina.
Voltando à questão da saúde, fico observando que volta e meia reclamações dos postos de saúde ganham páginas das redes sociais ou jornais escritos e radiofônicos da cidade. Muitos médicos são contratados e não cumprem suas obrigações de atendimento, encostam, pedem licenças e o serviço público continua precário. E para dizer a verdade, Leopoldina é como um país sem leis. Por aqui o Ministério Público quando aparece, é só para ser partido de alguma demanda, não surge com isenção para investigar e encaminhar os processos de maneira a dar transparência à sociedade. E nem parece que existe MP em Leopoldina. Não é ser irônico e inverídico. Todo mundo vê, só o MP não! 
Durantes estes governos, algumas centenas de moradias foram entregues em vários novos bairros, mas em muitos desses há anos o poder público não levou qualidade de vida: esporte, lazer, saúde, educação, trabalho, etc. Bairros que ainda estão distantes disso, menciono alguns como Pedro Brito, Popular, Tomé Nogueira, Serra Verde, Cidade Alta e o Solar, este último entregue recentemente. O único desses que tem ao menos uma escola e uma quadra com certa estrutura é o Nova Leopoldina.
Portanto, não basta criar centros esportivos, prédios escolares ou para a saúde, além de abrir ruas e construir casas, é necessário dar um rumo certo à população - qualidade de vida. Isso vai além de um prefeito comum, normal, é para os que além das lutas se sentem parte do processo diário da estrutura criada na cidade.
Este post não possui características da crítica pessoal, mas sim política, afinal, como pessoa Antonio Márcio Cunha Freire, José Roberto de Oliveira e Benedito Guedes são modelos de carisma e carinho, por isso separo a coisa pessoal da coisa pública e política. A eles rendo louvores pelos caminhos trilhados em que alcançaram sucessos, e que por eles outros passem e observem os fracassos também, visando anos melhores para a cidade e para a vida política no Estado de Minas Gerais e no país. Com todos e para todos, muitas diferenças foram superadas, momentos únicos nos fizeram bem e isso contribui para que sejamos humanos, falhos e sujeitos também aos sentimentos.
Finalizando, imagino que os próximos 30 anos sejam bem mais diferente. Novas caras, novos rumos, novos sucessos deverão fazer parte da rotina política renovada de Leopoldina. 

¹O tempo está sendo contado até o dia 31/12/2020.

Por Josué Oliveira - Pastor da ICED

13 julho, 2018

Solar, o bairro mais novo e suas necessidades

O que fazer para que o novo bairro possa se desenvolver da melhor maneira? Muitas dessas questões estão na mente de várias pessoas que moram no mais novo bairro de Leopoldina, o Solar.
Nos últimos dias, em conversas informais com alguns moradores e com integrantes da SMAS (Secretaria Municipal de Assistência Social), a situação do desenvolvimento sustentável social com capacitação e oficinas vem sendo um dos focos a serem tratados nas próximas reuniões e que deverão encabeçar a formação de chapas para a presidência do bairro.
Em meu post desta sexta-feira, gostaria de apontar algumas ideias, podendo ser as mesmas de outras pessoas ou até que ainda nem foram apresentadas. Mas é importante dizer que todos os moradores devam ter atividades que abrilhantem seus dias nos próximos anos no Solar, fazendo parte destas ideias.
Atividades como informática, pintura, balé, capoeira, artesanatos, violão, teatro, futebol, basquete, elétrica e construção podem levar os moradores a ganhar qualidade em suas profissões e ainda capacitar os mais jovens para o mercado.
Não se pode esquecer que a base de tudo é uma boa educação. E se tratando de educação, o bairro também poderia oferecer aulas de reforço para estudantes até o último ano do Ensino Médio. Assim, uma sociedade em construção pode por meio da educação oferece muito mais ao seu próprio povo, cidade e ao país.
É importante destacar que estas atividades requer uma participação da comunidade, dos investimentos do poder público e privado, além claro da voluntariedade de profissionais para levar conhecimento e prática.
Também destaco que, áreas que não receberam moradias devem ser usadas para as mais distintas finalidades, onde possam receber quadra poliesportiva com cobertura, salas amplas para todas as oficinas, banheiros, refeitório comunitário, centro de convenção comunitário, centro de assistência à saúde, e também, por meio de legislações específicas, conceder o direito de implantar comércios e a criação de uma praça com feira livre.
Uma grande área às margens das ruas laterais ao bairro também deveria receber plantação de árvores nativas e frutíferas, além da criação de uma horta comunitária, onde os moradores poderão cuidar, como fazer os investimentos necessários de manutenção.
Todas estas necessidades não são apenas do bairro Solar, sei que são do Brasil, mas aqui com um pouco de liberdade e autorização para isso podemos construir um bairro lindo, limpo, seguro e confortável em vários aspectos.
Cabe ao poder público, nas pessoas que estão confiadas a gerência pública como o Prefeito Municipal e os Vereadores tomarem as medidas devidas, onde os planos sejam aplicados. Cabendo aos moradores zelar pela manutenção e bem estar de todos.
Necessidades que se forem atendidas agora irão minimizar preocupações no futuro, e o futuro já começou.

Por Josué Oliveira

12 julho, 2018

Caminhão transportando cobertura de pizza com destino a Leopoldina foi roubado e recuperado em Juiz de Fora

Um caminhão que tinha destino final Leopoldina foi recuperado após interceptação na BR 040 em Juiz de Fora. O veículo tinha sido roubado em Bom Jardim de Minas e estava carregado de cobertura de pizza, carga avaliada em 156 mil reais foi recuperado após intensa perseguição, quando o veículo furou bloqueios na rodovia.
O caminhão que tinha sido roubado foi interceptado pelas Polícias Militar e Rodoviária Federal nas rodovias 267 e 040 próximo a Juiz de Fora, e só parou após policiais atirarem contra os pneus do veículo.
De acordo com o relato com motorista que procurou a Polícia em Bom Jardim de Minas, ele contou que seguia para Juiz de Fora e depois Leopoldina quando um veículo preto atravessado na pista tentou pará-lo numa subida de morro, porém seguindo a viagem, alguns quilômetros a frente o veículo o alcançou fazendo disparos com arma de fogo. Os assaltantes lhe amarraram e tomaram a direção do veículo.
O motorista que foi deixado amarrado no meio do mato conseguiu se soltar e procurou a PM e logo montaram bloqueios e com muita dificuldade lograram êxito, prendendo dois homens, um de 24 anos e outro de 35 anos. Dois veículos que foram usados no crime e que davam cobertura não foram encontrados.

com dados do G1 Zona da Mata

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