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31 agosto, 2021

Brasil conquista 100ª medalha de ouro na história das Paralimpíadas

Yeltsin Jacques é o dono da medalha de ouro de número cem do Brasil na história das Paralimpíadas. O feito foi conquistado, com direito a recorde mundial, na noite desta segunda-feira, com o tempo de 3 minutos 57 segundos e 60 centésimos.

Na manha desta terça-feira, o Brasil conquistou 4 medalhas na natação. Carol Santiago venceu os 100 metros livre da classe S12, para atletas de baixa visão, e conquistou seu segundo ouro nos jogos de Tóquio. Gabriel Bandeira ficou com a prata nos 200 metros medley da classe SM14, e no revezamento 4x100 metros misto. Mariana Ribeiro conquistou o bronze nos 100 metros livre da classe S9.

No atletismo, Raíssa Rocha Machado conquistou a prata no lançamento de dardo, classe F56, com a marca de 24 metros e 39 centímetros. Jardênia da Silva ficou com o bronze nos 400 metros, feminino, Classe T20.

A oitava posição nos jogos do Rio, em 2016, foi a melhor colocação brasileira no quadro geral de medalhas, com um total de 72 pódios, sendo 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze.

No momento o Brasil ocupa a sexta colocação no quadro geral de medalhas de Tóquio, com um total de 41 medalhas conquistadas, sendo 14 ouros, 11 pratas e 16 bronzes.

Acompanhe as transmissões dos jogos paralímpicos pela TV Brasil, emissora oficial dos jogos Paralímpicos de Tóquio, junto com Agência Brasil, Rádio Nacional e redes sociais da EBC.

Fonte: Agência Brasil

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Leopoldina fecha o mês de agosto com quase 30% da população totalmente vacinada e região conta municípios sem dados atualizados de vacinação

O município de Leopoldina fecha o mês de agosto com cerca de 50.954 doses aplicadas, do total de 58.231 doses recebidas para a cidade.

Desse montante, cerca de 67,69% da população foi vacinada com a primeira dose, cerca de 27,24% com a segunda dose e outras 977 pessoas vacinadas com dose única, que eleva o percentual de vacinados completos conforme o calendário de orientação do Ministério da Saúde. O percentual de vacinados e totalmente imunizados segundo o PNI (Programa Nacional de Imunização) chega a 29,60% da população em Leopoldina.

Com a primeira dose, cerca de 86,10% da população adulta já se encontra vacinada, enquanto 37,01% recebeu a segunda dose ou dose única.

Entre as 10 cidades da abrangidas pela Regional de Saúde Leopoldina, Leopoldina aparece em 2º lugar em aplicação proporcional a quantidade de doses recebidas. O percentual de Leopoldina é de 88,58%, ficando atrás de Argirita com 89,19% das doses recebidas.
Alguns municípios da região estão com dados desatualizados no Painel Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais há alguns dias e isso compromete a veracidade dos dados em tempo real. 
  • Palma teve dados atualizados em 23/08/2021 (7 dias);
  • Argirita teve dados atualizados em 25/08/2021 (5 dias);
  • Itamarati teve dados atualizados em 27/08/2021 (3 dias).

Fonte: Leopoldina News - atualizado às 11:19 de 31/08/2021.

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18 agosto, 2021

Anvisa rejeita uso da Coronavac em crianças e adolescentes

Em decisão unânime, a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, rejeitou, nesta quarta-feira, o uso da vacina Coronavac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos no Brasil. Em reunião da diretoria colegiada, a agência avaliou um pedido feito no início deste mês pelo Instituto Butantan, que produz o imunizante em parceria com a biofarmacêutica chinesa SinoVac. Todos os diretores seguiram o voto da relatora, diretora Meiruze Freitas.

No encontro, que foi realizado por videoconferência, o Gerente Geral de medicamentos e produtos biológicos, Gustavo Mendes, disse que a eficácia da Coronavac na população pediátrica e também a duração da proteção desse imunizante contra a covid 19 nessa faixa etária ainda são desconhecidas.

Aqui no Brasil, até o momento, apenas os adolescentes de 12 a 17 anos podem se vacinar contra a covid 19, com o imunizante da Pfizer.

Na reunião desta quarta-feira, a Anvisa também decidiu recomendar que o Ministério da Saúde considere a possibilidade de aplicar uma terceira dose da Coronavac em grupos prioritários, como pacientes imunocomprometidos ou idosos acima de 80 anos.

Mesmo que o Instituto Butantan ainda não tenha apresentado todos os dados sobre a capacidade de resposta imunológica da Coronavac, a diretoria da Anvisa concluiu que a relação benefício-risco da vacina continua favorável. Por isso, foi mantida a autorização de uso emergencial para a vacina.

Fonte: Agencia Brasil 

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14 agosto, 2021

FRENTE a FRENTE: CPI da pandemia terá acareação entre Onyx Lorenzoni e Luis Miranda

Na próxima semana, a CPI da Pandemia promoverá uma acareação entre o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, e o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). A acareação está prevista para quarta-feira (18), mas a data ainda precisa ser confirmada. Além disso, estão previstos os depoimentos do empresário Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, e do ex-secretário de Saúde do Distrito Federal Francisco de Araújo Filho.

O confronto entre as versões de Onyx Lorenzoni e Luis Miranda sobre a tentativa de compra da vacina Covaxin foi solicitado pelo vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), por meio de um requerimento. Segundo Randolfe, o pedido foi motivado por informações obtidas com quebras de sigilo

Em junho deste ano, o deputado denunciou em depoimento à CPI um suposto caso de corrupção, envolvendo o governo federal, na tentativa de compra da vacina Covaxin (a compra seria intermediada pela empresa Precisa Medicamentos). Logo depois, em entrevista à imprensa, o ministro Onyx, que na época chefiava a Secretaria-Geral da Presidência, negou irregularidades na negociação e disse que o documento apontado pelo deputado seria falso. O governo federal acabou cancelando a compra.

Luis Miranda alegou que havia três versões do documento enviadas durante a negociação: a primeira, segundo ele, previa a compra de 300 mil doses por US$ 45 milhões, com previsão de pagamento antecipado. Essa versão é a que teria sido apresentada ao presidente Jair Bolsonaro no dia 20 de março pelo deputado e por seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda.

Na entrevista que concedeu em junho, Onyx exibiu outra versão do documento, que previa a compra de 3 milhões de doses sem pagamento antecipado — o ministro afirmou que o documento indicado pelo deputado seria falso. Mas, segundo Luis Miranda, o documento exibido por Onyx seria a terceira versão, que, além disso, registraria a data de 23 de março deste ano, que é posterior ao suposto encontro entre Luis Miranda e Jair Bolsonaro.

A Precisa Medicamentos, que seria a responsável pela importação da Covaxin caso o contrato fosse confirmado, também contrariou a versão apresentada por Onyx Lorenzoni.

Precisa Medicamentos

O depoimento do empresário Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, está inicialmente previsto para quinta-feira (19), mas essa data também precisa ser confirmada. A ida de Maximiano à CPI já foi adiada mais de uma vez, a última delas em julho. Ele conseguiu no Supremo Tribunal Federal um habeas corpus para não responder perguntas que possam incriminá-lo.

Autor do requerimento para a convocação do empresário, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) afirma que é preciso esclarecer os exatos termos das tratativas entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para a aquisição da Covaxin. A intenção é apurar se houve beneficiamento ilícito.

A empresa Precisa Medicamentos era a representante no Brasil da Bharat Biotech, produtora da Covaxin. O contrato com o governo brasileiro previa 20 milhões de doses por R$ 1,6 bilhão e foi suspenso em 29 de junho. Segundo Alessandro Vieira, no contrato firmado em 25 de fevereiro, o Ministério da Saúde se dispôs a pagar R$ 80 por dose da Covaxin, R$ 24 a mais do que o preço da dose oferecido pela Pfizer à época

Ex-secretário de Saúde

Também aguarda confirmação a data para o depoimento de Francisco de Araújo Filho, ex-secretário de Saúde do Distrito Federal. Inicialmente, a previsão é que a audiência ocorra na terça-feira (17). O autor do requerimento para esse depoimento é o senador Eduardo Girão (Podemos-CE). Francisco de Araújo Filho é acusado de participar de esquema de desvio de recursos públicos na compra de testes rápidos para detecção do coronavírus.

Fonte: Agência Senado

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Moraes afirma que PGR não se manifestou no prazo sobre caso Jefferson

O ministro do STF, Alexandre de Moraes afirmou que, no dia 5 de agosto, informou o caso envolvendo o presidente do PTB, Roberto Jefferson, para a Procuradoria-Geral da República, que deveria se manifestar em 24 horas, mas isso não teria ocorrido.

Em nota, o procurador-geral, Augusto Aras, desmentiu essa versão. Disse que se manifestou no tempo oportuno, como ocorre em todos os procedimentos submetidos à PGR. Afirmou que, devido ao sigilo do processo, não divulgaria mais detalhes do parecer, que foi contrário à prisão, por entender que a medida representa uma censura prévia à liberdade de expressão. E isso é proibido pela Constituição Federal.

Já a Polícia Federal informou que os mandados de prisão e de busca e apreensão servem para aprofundar as investigações sobre a atuação de uma organização criminosa. De acordo com a PF, o grupo se caracteriza pela ampla atuação digital, com o objetivo de atentar contra Estado Democrático de Direito. Existem indícios de prática de crimes previstos no Código Eleitoral e na Lei de Segurança Nacional, além de calúnia, difamação, injúria, incitação ao crime, apologia ao crime, associação criminosa e denunciação caluniosa. Ainda segundo a Polícia Federal, o grupo teria quatro núcleos: o político, o de produção, o de publicação e núcleo de financiamento.

E o diretório nacional do PTB divulgou nota para manifestar incredulidade com a prisão de seu presidente nacional, Roberto Jefferson. O PTB classificou a medida como arbitrária e afirmou que foi orquestrada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Para o partido, o ato demonstra a tentativa de impedir Jefferson de exercer o direito à liberdade de opinião nas redes sociais. O PTB afirmou esperar que a justiça veja a prisão como algo absurdo.

Fonte: Agência Brasil

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