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A
polêmica redação do Enem 2015 – que para muitos teve claro viés “feminista” e
que teria obrigado os alunos a concordarem com premissas do politicamente
correto – agora virou, oficialmente, um caso de Justiça.
O advogado Miguel Nagib, presidente
da associação Escola sem Partido, requereu à Procuradoria da República no
Distrito Federal que promova a responsabilização do presidente do INEP
(Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) por crime de abuso de
autoridade e ato de improbidade administrativa.




