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18 dezembro, 2018

Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Mulher será lançada em Leopoldina

Muito se tem discutido nos últimos anos os direitos e a valorização da mulher. É sabido por todos que elas ainda não tem ambos quesitos em plena igualdade em muitos lugares, gerando muitos problemas numa sociedade com muitos viés de direitos e deveres, ainda que elas sejam a maioria da população.
Uma palestra com o tema "Como o Município pode atuar no combate à violência contra a mulher" será realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal de Leopoldina, no próximo dia 20 de Dezembro às 19:30 e será lançada a Comissão Permanente da Defesa dos Direitos da Mulher. Na oportunidade, o evento que será aberto ao público realizará e contará com a presença da Dra. Ione Dias Barbosa da Delegacia da Mulher em Juiz de Fora.
Em Leopoldina, a Vereadora Kélvia Raquel do PHS tem sido uma alavanca para os projetos que envolvem o tema "mulheres, jovens, adolescentes e crianças". Graças ao seu engajamento social e religioso, torna sua missão ampla diante dos anseios de uma parte da sociedade cada vez mais prejudicada por algum tipo de violência. Assim, projetos são levados com seriedade a trabalhar a autoestima, os direito e os deveres, a vida e a liberdade individual.

Fonte: com dados da Câmara Municipal de Leopoldina / Leopoldina News

13 dezembro, 2018

Acidente entre ônibus de Leopoldina e uma carreta deixa dois mortos no Sul de Minas

Fotos compartilhadas em redes sociais
Um acidente envolvendo um ônibus da empresa Leopoldina Turismo da cidade de Leopoldina aconteceu no início da madrugada desta quinta-feira no Sul de Minas Gerais. O ônibus voltava da cidade de São Paulo de onde havia saído no final da tarde desta quarta-feira 12, e teria passagens por Bicas e Leopoldina e terminaria seu trajeto em Itaperuna-RJ, cidades onde deixaria passageiros e mercadorias.
Fotos de redes sociais
O veículo estava próxima da cidade de Liberdade (aproximadamente 350 km distante de Leopoldina), pela BR 267 no Km 237 quando colidiu-se com uma carreta de Juiz de Fora. O acidente deixou 2 vítimas fatais, ambos motoristas dos veículos e 11 feridos, algumas em estado grave. O ônibus transportava cerca de 40 passageiros e saiu da pista e despencou por um barranco com aproximadamente 28 metros de altura.
Guia Muriaé / CBMMG
A pista ficou interditada nos dois sentidos, já que os destroços da carreta e a carga da mesma que estava carregada era de algodão e produtos alimentícios ficaram espalhados. A Polícia Rodoviária Federal e integrantes da Perícia da Polícia Civil compareceram ao local para iniciar o processo de investigações sobre as causas do acidente e deram as assistências devidas às vítimas.
As 11 vítimas do acidente foram atendidas no hospital de Bom Jardim de Minas e os casos mais graves foram encaminhados para Juiz de Fora.
De acordo com informações, os motoristas, do ônibus era Marcelo Alves Rodrigues de 46 anos (na foto), motorista experiente que sempre fazia as viagens da empresa Leopoldina Turismo e o da carreta era Carlos Roberto da Silva de 46 anos.


Fontes e informações de G1 / Google News / Adilson Ribeiro, Guia Muriaé, Mídia Mineira, TV Alterosa e Leopoldina News

10 dezembro, 2018

Opinião: Que vergonha, ministro Lewandowski. Que vergonha!

Vivemos no estado democrático de direito. Nossa constituinte prevê o direito à liberdade de expressão. Numa democracia, é fundamental a presença do contraditório, senão estaremos numa ditadura. A censura e o cerceamento da opinião é uma atitude totalitária que deve ser combatida pela sociedade.
Podemos criticar o presidente, o governador ou o prefeito? Obviamente! Podemos criticar um legislador (senador/deputado/vereador)? Com toda certeza! Por que, então, não podemos criticar um ministro do STF ou mesmo a instituição como um todo? Afinal de contas, eles são servidores públicos ou agentes privados do judiciário brasileiro?
Temos de levar em conta uma questão. Este senhor não foi eleito pelo povo, mas o povo indiretamente o pôs ali. Lula, presidente em exercício à época, foi o responsável por sua entrada e futura ascensão no Supremo Tribunal Federal. Foi através de sua indicação que este magistrado alcançou a cadeira.
Lembremos o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. Pela constituição, ela deveria ficar inelegível por oito anos, fora a perda do mandato presidencial. Ela foi condenada pelo Congresso Nacional – a casa do povo – pelo crime relacionado às “pedaladas fiscais”, e teve todo um rito político e jurídico cumprido que culminou na sua queda.
No entanto, uma verdadeira manobra autoritária via “pen power” a liberou para disputar as eleições para o Senado Federal neste ano por Minas Gerais. Ainda bem que o povo mineiro votou com consciência…
É uma vergonha sim o STF, principalmente quando um integrante seu age de forma arrogante, prepotente e autoritária. Quer estar na vida pública e somente ser elogiado/bajulado? Que tal se esconder atrás de um teclado num computador? Eu mesmo, sem ser um homem público, sofro críticas quando escrevo. Imagina alguém que resolve julgar indulto de natal para criminoso, corrupto?
A população deve reagir a isso lutando de fato pela democracia. Não se vendendo a partido que recruta gente simples com pão e mortadela; contudo, pelas vias da liberdade de consciência e expressão, demonstrando que ninguém é maior que a Constituição e que todo brasileiro pode e deve criticar tanto o político quanto o magistrado que, no seu entendimento, está cumprindo suas funções para aquém de suas obrigações.
Tudo o que esperamos é que os três poderes da república funcionem bem e que o dinheiro público não seja tratado como objeto de interesse privado. Queremos que os ministros do STF tenham a consciência de que aumentar o próprio salário no momento político e econômico atual é um ato vexatório e covarde, e que a população tem o direito de receber (após pagar tantos impostos) um serviço público de altíssima qualidade, pois ninguém está aqui para “ralar” por um burocrata que sofre de um problema oftalmológico-existencial que é a soberba, como diz meu pastor.
Minha solidariedade à pessoa que foi detida por este autocrata e o meu repúdio a toda atitude totalitária numa nação que sofreu tanto para alcançar a própria liberdade.

04 dezembro, 2018

É hora de avaliar o trabalho dos 15 vereadores de Leopoldina

As demandas para o cargo de vereadores ultimamente tem sido bem maior que legislar e fiscalizar os atos do prefeito da cidade. Tais demandas partem dos redutos eleitorais, onde os vereadores são cobrados por realizações em suas comunidades, em muitos casos extrapolando a competência. 
Vereadores são coagidos a decidirem em votos de Lei, ou em solicitações ao executivo que resolvam as pendências sob pena de não terem apoio no próximo pleito. Daí, muitos vereadores não distinguem a linha que separa o público do particular, o amigo do eleitor, e a simples ajuda em uma compra de votos.
Por outro lado, os mesmos vereadores que são coagidos usam a contrapartida para coagir, exercendo assim o ciclo da coação - é o toma lá dá cá! Neste imbróglio de pedidos, coações, os atos legais não são mais o caminho ético, moral e justo nestas relações. São atos que divergem entre amizade e a compra de votos num período próximo, ou até mesmo o silêncio da crítica. Vivendo assim, muitos perdem a cabeça e embarcam em aventuras perigosas que acabam para muitos atrás de muitas grades de ferro vendo o sol nascer quadrado.
Mas não é só pensar o que vereador pode ou não pode fazer, e sim analisar sua maneira de verear, de executar seus trabalhos no exercício do cargo e provar para seus eleitores que está ali para representá-los decentemente. É importante salientar que até mesmo um projeto de lei deve ser analisado antes de levá-lo a público, pensando nos possíveis benefícios e danos, seja imediato ou a longo prazo. Tenho dito que os legisladores estão engessando o país com tantas leis que não faz sentido discutir política com esse emaranhado de regras.
Desde a presença dos vereadores às reuniões aos seu envolvimento com temas polêmicos na sociedade, não cabe ao vereador fugir, mas sim ter postura, pois é isso que o povo deseja ver do seus representantes. Haja visto, ser flexível não significa ser omisso em casos que exige a postura, e dependendo a posição social, se faz necessário saber o que ele pensa e como agirá.
Não é razoável que num sistema democrático possamos lidar com representantes do povo que guarde apenas para as sessões o seu voto, onde de maneira antecipada evita a crítica e de ser confrontado. Um vereador que atrai interesses do eleitor não guarda para os bastidores aquilo que está na boca do povo e que carece de respostas e ações.
No entanto, ao analisar os últimos 2 anos desta atual legislatura podemos observar que em muitos momentos a política foi abandonada e a politicagem ganhou espaço. Foi desde críticas infundadas à perseguições políticas. Para se ter ideia, basta assistir as dezenas de reuniões que agora são transmitidas via internet pela Câmara Municipal e comprovar que tem horas a tribuna parece um vespeiro, bastando um criticar para outros acharem a coragem para o mesmo.
Mas nem tudo é ruim, claro! Essa atual legislatura tem mostrado pela maioria dos seus membros muito mais trabalho. Vão aos locais averiguam, tiram fotos e fazem vídeos e diante dos seus eleitores dizem o que estão vendo e sentindo em cada cena. Isso é cativante, e ajuda no processo  de harmonia entre a sociedade e políticos. É assim que queremos vê-los envolvidos com a vida pública, não cuidando dos seus boizinhos, curtindo viagens ou mesmo descansando sendo que há muito trabalho para fazer como vereador. É bom parabenizar todos que se enquadram neste quesito: Trabalho.
Abaixo deixo uma enquete para que o trabalho destes 15 vereadores seja avaliado, assim como no post anterior sobre o trabalho do prefeito.



Fonte: Josué Oliveira / Leopoldina News

Como você avalia os primeiros 24 meses do governo do Prefeito José Roberto?

Muitos foram, são e serão os desafios para a administração pública de Leopoldina. Por um lado os contras e do outro os apoiadores, e no centro o atual Prefeito José Roberto de Oliveira com a árdua responsabilidade de governar um dos maiores territórios da zona da mata mineira.
Politicamente, o prefeito tem suas estratégias, apoios, sucessos, insucessos e muitos desafios que cercam a cidade. São desafios que vão desde o apoio dos legisladores, passando por um Judiciário que na minha visão é bem político e chegando às demandas da cidade, a que se impõe em muitas dificuldades de serem resolvidas. São questões que envolvem as áreas de saúde, moradia, empregabilidade, segurança pública, saneamento básico à qualidade do asfalto na cidade.
Para grande parte da cidade, cabe ao prefeito gerir a cidade a qualquer preço, não levando em conta as dificuldades financeiras do Estado e que o país atravessa, não analisando a baixa rentabilidade do município, e ainda, muitos não imaginam que é necessário muitas vezes vender o almoço para comprar a janta, deixando claro que nem sempre é possível fazer de tudo ao mesmo tempo.
Assim como conheço parte da cidade coração do Brasil e por lá, a cidade mais rica tem seus desafios para a gestão municipal, Leopoldina não é diferente. Mas podemos imaginar a possibilidade de dizer o quanto representa os esforços, o foco e até as incapacidades na administração pública. 
Abaixo deixo esta enquete para avaliação da administração executiva de Leopoldina dentro destes últimos 24 meses.



Por Josué Oliveira / Leopoldina News

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